PAULO FIGUEIREDO EXPLODE CONTRA MICHELLE BOLSONARO:
"Tigrona com o Flávio, tchutchuca com Alexandre Moraes"
Enquanto o Flávio Bolsonaro luta pela sobrevivência política, Michelle grava vídeo atacando o enteado em plena campanha expondo uma briga que deveria estar apenas nos bastidores… essa briga por causa de uma legenda no Ceará!
Paulo Figueiredo não perdoou:
“Michele tem força gigantesca entre evangélicas e mulheres, é presidente do PL Mulher e pré-candidata ao Senado… mas escolheu a picuinha pessoal em vez de ajudar o país."
Isso é pecado da omissão, e segundo a Bíblia, é pior que o pecado da comissão!
“Você enterrou seus talentos por vaidade!
Todo que se exalta será humilhado."
Tigrona com o Flávio, tchutchuca com Alexandre Moraes, dando beijinho e chamando de ‘irmão em Cristo’.
Enquanto isso, o homem que persegue seu marido recebe carinho e o enteado é queimado publicamente?
O mais doido de toda essa história da Michelle é que ela tinha a eleição para o Senado no DF garantida e ela jogou isso fora.
Ela, querendo ou não, deu respaldo aos ataques da esquerda contra Bolsonaro, principalmente contra o próprio marido dela.
Quando vi a postagem do vídeo, ingenuamente pensei que era ela falando sobre apoiar a candidatura do Flávio.
Lembro que cheguei a pensar “Finalmente!”, mas depois que assisti ao vídeo, eu fiquei chocado e extremamente decepcionado.
Ela nunca gravou um minuto de vídeo para falar contra Alexandre de Moraes, o maior torturador do seu marido.
Ela nunca gravou um minuto de vídeo para falar da importância da candidatura do Flávio.
Mas ela gravou um vídeo de mais de 20 minutos que parece uma tentativa de desgastar a pré-campanha do Flávio um pouco antes do começo oficial da campanha.
Quem me conheçe sabe que não gosto de julgar intenções, mas podemos julgar as ações, independente das intenções.
E o que ela fez ontem foi péssimo, independente do que ela realmente queria alcançar com esse vídeo.
Se eu pudesse fazer uma única pergunta a Michelle sobre o vídeo de ontem seria esta:
O que a senhora esperava conseguir com isso?
Até agora não encontro uma resposta sequer que beneficie o projeto nacional de libertar o Brasil do PT e do Lula.
Se o texto acima é da ex-primeira-dama, pode-se dizer que a emenda, como de costume, saiu pior que o soneto. Michelle resolveu aplicar remendo novo em roupa velha, proclamando, com ar de quem se redime, que não guarda raiva de ninguém. Excelente. Regozijemo-nos. Até ontem, o que se via no seu desdém pela candidatura de Flávio era, pura e simplesmente, uma raiva destilada, quase bíblica. Agora a questão já não é saber se a ex-primeira-dama tem ou não tem cólera no peito; é medir quantos bolsonaristas ainda conservam alguma simpatia por ela.
“Apenas esclareci uma situação que estava sendo deturpada”, declarou, sem dizer, é claro, o que exatamente estava sendo deturpado. Teriam os bolsonaristas deturpado a ausência absoluta de empatia, ou de apoio, ao enteado? A verdade é que o problema não reside na suposta deturpação, mas no “esclarecimento” intempestivo. Michelle batizou de esclarecimento o que não passou de lavagem pública de roupa suja, e, sem risco de mal-entendido, só pode ser lido como sabotagem. Sim: para a maior parte dos mortais, o vídeo foi uma tentativa clara de torpedear o candidato que, mal ou bem, ainda encarna o voto anti-sistema. Um desastre estético e político. Ponto final.
Eis outra frase digna de divã freudiano: “Vamos trabalhar juntos para derrotar o atual governo”. Depois de fuzilar o enteado em praça pública, a matriarca estende os braços, magnânima, superior, quase iluminada. Venceu a luta imaginária, expôs o rival ao ridículo e, sentindo-se rainha, oferece a mão ao vencido: venha, pobre-diabo, vamos trabalhar juntos. Não cola, Michelle. Não cola.
Depois vem a pérola que toma todos por otários: “Não há briga nem competição”. Então o que há? Se briga não é briga e competição não é competição, que a senhora explique, com a clareza que diz prezar, que diabo são essas coisas que só atrapalham. Alguém aqui delira, e não são os bolsonaristas.
Por fim, a estocada que revela tudo: “uma nova história será escrita, com verdade, clareza e respeito”. Traduzindo: diz Michelle, nas entrelinhas, que faltaram a Flávio esses três atributos: verdade, clareza e respeito, mas agora que a roupa suja foi devidamente arejada, o enteado comportar-se-á como bom menino e a nova história será escrita. Não por ele, naturalmente. Por ela.
E a cereja envenenada do bolo: “fiquem em paz”. Palavras ocas. Paz é substantivo que só soa verdadeiro na boca de Cristo: “deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. A paz de Michelle, até agora, tem sido apenas confusão. Triste, ruidosa e desnecessária confusão.
Michelle tentou transformar Flávio em vilão por uma divergência de estratégia.
Ele respondeu sem baixar o nível, chamou para unidade e manteve o foco onde tem que estar: tirar o PT do poder.
Meu apoio é a quem segura a direita de pé, não a quem transforma mágoa pessoal em crise pública. Dito isso: venceremos 🇧🇷
Como esposa, eu escolho olhar para aquilo que vejo todos os dias: um homem leve, respeitoso, carinhoso, restaurado e um pai dedicado às nossas duas filhas. Tudo o que fazemos nasce do mesmo desejo: que elas cresçam em um Brasil onde possam viver com liberdade, segurança, valores e oportunidades para realizar seus sonhos. As pessoas podem discordar dos caminhos, mas eu nunca tive dúvidas sobre a sinceridade desse propósito.
Acabei de ver o vídeo de Michelle Firmo e é INACREDITÁVEL que ela resolveu soltar esse video teatral justamente quando Flavio Bolsonaro ficou na frente das pesquisas de novo. Já alertei várias vezes que o inimigo da direita é interno e essa mulher é prova disso. Michelle critica o pragmatismo dos outros, mas usa o capital emocional do sobrenome Bolsonaro para pressionar o partido publicamente. Fala em unidade, mas entrega munição para a esquerda. Fala em proteger Jair, mas cria crise em cima do nome escolhido por Jair. Parabéns, ex-primeira dama, você deu mais um presente pra mídia esquerdista do Brasil.
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
@clarke_de_souza@g_garc2 Isso só me mostra que ela pouco se importa com o Brasil. Se o @FlavioBolsonaro ganhar, aí sim teremos que comemorar mesmo, pq para jogar contra a direita, a esquerda nem precisa entrar em campo, lamentável!
Rapaz, se o @FlavioBolsonaro ganhar com todas essas condições e escolhas bizarras dessas pessoas que se dizem de direita, então é certeza que o Bolsonaro ganhou por muito em 22, não é possível a Michele ter feito um vídeo desses…🤦🏻♂️
Lula quebrou o Brasil.
Assumimos o ranking de maior juro real do mundo: quase 10% ao ano. Acima até da Rússia, um país em guerra e todo sancionado.
A conta da gastança vai chegar com (muito) juros.
Hoje é dia de Brasil em campo, mas, fora dos gramados, uma nova pesquisa Gerp mostra que o senador Flávio Bolsonaro (@flaviobolsonaro) e Lula estão tecnicamente empatados em uma eventual disputa de 2º turno. No cenário testado, o senador do PL aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 40%.
Segundo o Poder360, a pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o território nacional, entre os dias 15 e 20 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-09657/2026.
Fonte: https://t.co/Hqa64jolym
Saída do RUI COSTA ninguém irá admitir, mais internamente INCLUSIVE ALGUNS JOGADORES (FORA ARBOLEDA E MAIK) comemoraram muito.
Dorival não gostou? Rapaz ele sequer comentou algo NARRATIVAS CRIADAS DOS PARÇAS...
REFORÇOS PODEM CHEGAR MAIS 2/3 JOGADORES!