Casagrande faz FORTE desabafo sobre Neymar na Copa, relembra que além de não ser ídolo ele NUNCA foi exemplo de nada.
Casagrande também relembrou um certo jornalista que virarou influenciador (Tiago Leifert) que defendeu que jornalistas esportivos que criticaram uma possível convocação de Neymar para a Copa do Mundo deveriam ser demitidos.
Casão sempre tá coberto de razão !
🚨URGENTE: Zema destruiu e vendeu tudo que pode em Minas Gerais.
A Comissão de Cultura apura o paradeiro de dezenas de itens de valor histórico que desapareceram do Palácio das Mangabeiras, residência oficial dos governadores de Minas Gerais da década de 1950 até 2019.
Ministro Nunes Marques, indicado por Bolsonaro, defende creche e pré-escola pra filhos de ministros. Isso é falta de vergonha, insensatez, escárnio e zombar com a cara da maioria dos trabalhadores desse país. Eles não recebem o suficiente para pagar escola pros filhos?? Coloca nas escolas municipais, uai?! Privilégio é que não podem ter!
@NEWS
Uma mulher acaba de dizer em pleno Senado que é contra o fim da escala 6x1 porque ela, que faz escala 5x2, faz cabelo e compras aos sábados e as pessoas precisam trabalhar PRA ELA.
Além de não conhecer o conceito de ESCALA, ela se acha proprietária da vida e do trabalho alheio.
Agora, o "detalhe": essa mulher é simplesmente Diretora-executiva da Fiesp, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que representa os patrões e os bilionários. É esse o nível da "elite" do Brasil, que parece não ter superado a escravidão.
O mais preocupante dessa fala é que ela parte da ideia de que a vida de milhões de trabalhadores deve ser organizada em função da conveniência de uma pequena parcela da sociedade. Quem trabalha na escala 6x1 também quer fazer compras, levar os filhos ao parque, estudar, descansar, visitar a família e simplesmente viver. O tempo livre não pode ser um privilégio reservado a quem ocupa cargos de direção ou tem melhores condições financeiras.
Defender o fim da escala 6x1 não significa acabar com serviços aos fins de semana. Significa discutir jornadas mais humanas, com revezamentos e organização do trabalho que preservem tanto a atividade econômica quanto a dignidade de quem trabalha.
O problema é que, para parte da elite brasileira, o trabalhador continua sendo visto como alguém que deve estar sempre disponível para atender às suas necessidades. Descanso, lazer e convivência familiar parecem direitos quando são para eles, mas “luxos” quando são para quem recebe um salário.
Uma sociedade justa não é aquela em que alguns podem cortar o cabelo no sábado. É aquela em que quem corta o cabelo também pode viver a própria vida.
Daniela Lima: Festa do Astronauta tinha dançarinas com capacete, celular proibido para mulheres e clima de Eyes Wide Shut
Daniela Lima revela bastidores da polêmica Festa do Astronauta, organizada por Daniel Vorcaro em Nova York durante a Brazil Week de 2024, que voltou aos holofotes após Michelle Bolsonaro repostar um vídeo do evento enviado por Anthony Garotinho.
Com base em cinco fontes presentes, a jornalista descreve uma festa luxuosa, com Macallan e Dom Pérignon, e o nome vindo de dançarinas estrangeiras vestidas com macacões prateados e capacetes de astronauta. O evento tinha regras específicas, como celular proibido para as convidadas mulheres, e relatos apontam ambiente fetichista voltado ao atendimento dos convidados homens.
Políticos e empresários do centrão jovem estavam presentes, mas nenhum pré-candidato à presidência, segundo as fontes ouvidas. A estética e o clima de sociedade secreta renderam comparações com o filme De Olhos Bem Fechados, de Kubrick.
Três alunos de uma escola municipal de São José dos Campos foram suspensos até o fim do semestre após colocarem pedaços de vidro na garrafa de água de uma professora.
Segundo o relato da docente, ela chegou a beber parte da água antes de perceber a presença dos fragmentos de vidro.
O que torna o caso ainda mais grave é que, de acordo com ela, toda a turma presenciou a situação e, em vez de alertá-la, alguns estudantes fizeram comentários como: “Se eu fosse você, não beberia essa água.”
A professora só entendeu o que havia acontecido após esses comentários, quando verificou a garrafa e encontrou os pedaços de vidro.
A Prefeitura informou que os três alunos foram suspensos até o fim do semestre, que o caso foi encaminhado aos órgãos competentes para as providências cabíveis e que a professora recebeu atendimento imediato, acolhimento e assistência médica.
O município também afirmou que continua acompanhando o caso e prestando suporte à docente e à comunidade escolar.
O medo é legítimo. A dor também. Mas nenhuma política de segurança pode ser construída com base na vingança ou fora da Constituição. Segurança sem constituição é barbárie.
"Meu cartão de crédito não funciona, então não consigo fazer pagamentos, nem transferências bancárias; meu plano de saúde foi cancelado e não consigo reservar hotéis. Me sinto como Pablo Escobar. Tudo isso porque eu disse: Israel está cometendo genocídio em Gaza."
(Francesca Albanese, relatora especial da ONU sobre os territórios palestinos ocupados)
Há duas décadas o italiano Stefano Mancuso vem provocando a ciência com a tese de que as plantas são capazes de perceber, aprender e até mesmo se “movimentar”.
Ou seja, as plantas já evoluíram além do Moro.
Servidora Karine da educação no Município de Vilha Velha foi exonerada por questionar as condições de trabalho as condições dos alunos na escola , além das ameaças que recebeu de uma outra funcionária que estava com o prefeito no momento da cobrança, isso seria motivo pra exonerar?
O padrão é sempre o mesmo: os parlamentares que mais criticam o pobre trabalhador são aqueles que mais têm folgas, licenças e faltas.
Via @sandrocezar13
Não interessa se o policial sabe ou não da lição ensinada na sala de aula.
Não interessa se o que argumentou tem validade, é estúpido (sim, é) ou se ancora em algum tipo de fantasia narrativa.
Não interessa.
Porque ele não têm qualquer autoridade legal ou profissional para invadir a unidade escolar.
Não desfruta de autoridade ou autorização para violar a competência do professor.
Não tem direito algum de conspurcar o ambiente escolar com a farda, a arma, a truculência inerente à presença.
De nada importa se falou bem ou mal, se foi cordato ou rude (sim, foi), que palavras ou gestos escolheu.
Nada disso pertence ou deveria estar na área escolar, um espaço de aprendizado, de desenvolvimento humano, crítico e social.
Debater modos, argumento, conteúdo do que falou um policial invasor do universo escolar é, em si, um flerte com o absurdo.
É pressupor a possibilidade de coexistir a ostensividade policial com a liberdade de docência, um paradoxo da excrescência.
É essa concessão ao inaceitável a base para militarizar o ensino e trocar o senso crítico pela coleira da estupidez com disciplina.
Para submeter a criatividade e o livre pensar ao filtro de fanatismos e repressões com a ideia burra de associar educação à força.
Para dar respaldo a uma linguagem fascista de (falsa) ordem sob controle e castigo útil a um projeto de poder de sádicos e alienados.
A bizarrice antecede palavras, posturas, citações a lei, conceitos, divergências, debates.
A violência é a polícia na escola.