@Boscardin@OGloboPolitica Uma vez, no aeroporto de CNF, roubaram as palhetas do limpador de para brisa do meu carro. Fui fazer um BO para poder cobrar do estacionamento e o policial de plantão, além de não querer fazer, me sugeriu roubar de um outro carro.
Nesta foto identificamos o Prefeito e o governador de são Paulo, também está na foto um pastor evangélico que já foi preso nos EUA.
Esse evento é chamado de "marcha para Jesus", observem que usam a bandeira de Israel, um país invasor, terrorista e genocida e, que não reconhece Cristo que é o motivo da marcha.
Eu juro que não é perseguição e tampouco preconceito, mas esses evangélicos brasileiros ultrapassaram todos os limites da ignorância.
Seres abjetos e manipuláveis que a direita golpista usa como massa de manobra.
Depois dos escravocratas, dos ditadores e da direita reacionária e golpista, os mais degenerados e desprezíveis seres, são os evangélicos.
Quando esses animais abrem a boca é pra falar merda sem sentir vergonha.
- Você é senador.
- Um banqueiro recebe R$ 970 milhões do governo do seu partido no estado pelo qual você se elegeu.
- Em rede social, seu pai vincula o banco ao sistema, que estaria agindo para favorecê-lo em operações suspeitas.
- Mesmo assim, você pede e recebe dinheiro do banqueiro, alegadamente para um projeto privado sobre seu pai.
- O banqueiro é alvo da CVM, então presidida por um amigo de infância que você tinha e que renunciou após pressões políticas, sem que você o ajudasse.
- O banqueiro passa a ser investigado pela PF por fraudes.
- Mesmo assim, você manda áudio cobrando a outra parte do dinheiro.
- O banqueiro é preso em escândalo de comoção nacional e depois solto sob tornozeleira eletrônica.
- Todos sabem que ele fez fortuna enganando mais de 1 milhão de investidores.
- Mesmo assim, você o visita em casa, em outro estado.
O que você quer com essa visita?
A) Cobrar de novo do criminoso o restante do dinheiro, ainda que sabidamente sujo;
B) Combinar versões e convencer o criminoso a não citá-lo em eventual colaboração premiada;
C) Encerrar a relação com o criminoso, como se fosse preciso dar satisfação a ele sobre sua alegada decisão, mesmo depois de ter escrito que “estou e estarei sempre contigo”.