Johnny Depp Reveals 'Serial Killer' Tom Hanks 'Sacrificed and Butchered' Kids On 'Cast Away' Island
Johnny Depp says it's time to expose the worst crimes of the Hollywood elite. And he's starting with the man he swears is America's worst child serial killer. Tom Hanks.
He says Hanks has a private island - a place where laws don't apply. Where his elite friends can indulge their worst vices.
Dom Adair fala aos indecisos e aos que não querem sair de casa para votar. "Vote naquele que você acha que é menos ruim... O que não pode é você entregar seu voto a quem é a favor de aborto, a quem já foi condenado pela Justiça por corrupção."
Violência sexual contra crianças não admite banalização. Um presidente da República não pode fazer piada com algo tão grave! Isso é desrespeito com as crianças, mulheres e as famílias.
Em 2025, 60,3% das vítimas de estupro e estupro de vulnerável tinham até 13 anos. Entre as vítimas dessa faixa etária, 59,2% dos agressores eram familiares.
Criança precisa aprender a reconhecer proteção, respeito e limites. E adulto precisa ter responsabilidade com as palavras.
Mais um escândalo; mensagens obtidas pelo Metrópoles mostram o então embaixador do Brasil na Espanha, Orlando Leite Ribeiro, colocando a estrutura diplomática à disposição durante a instalação de Lulinha e sua família em Madri.
Houve orientação sobre escolas e bairros, oferta de funcionária da embaixada para acompanhá-los, intermediação de reunião na Universidade de Salamanca e até oferta de uma van oficial para a compra de móveis.
E há um detalhe nada irrelevante nessa história; o interlocutor do embaixador nessas conversas era Roberta Luchsinger, a mesma lobista que Lula afirmou publicamente não conhecer. Era com ela que o representante brasileiro tratava de parte da assistência destinada à mudança de Lulinha. Ou seja, a mulher que aparece intermediando assuntos relacionados ao filho do presidente junto à estrutura diplomática brasileira é justamente aquela sobre a qual Lula declarou: “Nunca vi essa moça na minha vida.”
O Itamaraty confirma que o setor educacional prestou apoio, mas diz que a van não chegou a ser usada.
A questão é; qualquer cidadão brasileiro teria acesso ao mesmo nível de assistência recebido pela família do filho do presidente da República? Claro que não. Em algumas embaixadas falta até papel higiênico, mas não faltaram funcionários, orientação, contatos e até a oferta de uma van oficial quando quem precisava de ajuda era o filho de Lula.
Sobre o discurso divisivo, preconceituoso e desagregador da primeira-dama: SC é o pesadelo do PT, porque representa tudo que o Brasil poderia ser e (ainda) não é.
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Durante meses, documentos, mensagens e registros de voo colocaram sob escrutínio a relação entre Alexandre de Moraes, sua família e estruturas empresariais ligadas a Daniel Vorcaro. O gabinete do ministro chamou as informações de “ilações” de uma “fantasiosa matéria” e afirmou que Moraes “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro”.
Neste domingo, 20 de setembro, Lauro Jardim, de O Globo, revelou o que faltava nessa história: o vídeo.
As imagens mostram Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, desembarcando no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, em 22 de agosto de 2025, de um Legacy 650, prefixo PP-NLR, aeronave ligada à estrutura empresarial de Vorcaro.
Na véspera desse voo, segundo mensagens obtidas pela Polícia Federal, Vorcaro recebeu a informação de que justamente o PP-NLR seria utilizado por “Barci”. A orientação atribuída ao banqueiro foi: “Não deixe de atender Barci.”
No dia seguinte, Moraes e Viviane aparecem descendo daquela aeronave.
Mensagens anteriores recuperadas pela PF já indicavam que o casal utilizava aviões e helicópteros administrados pela PrimeYou. Em julho de 2025, ao perguntar se “eles” estavam usando as aeronaves, Vorcaro recebeu a confirmação de que sim.
Agora existe uma imagem concreta que desmente publicamente a versão falaciosa de Moraes.
Até quando Alexandre de Moraes continuará sustentando diante do Brasil uma versão mentirosa onde as próprias imagens o desmentem? Por quanto tempo um ministro cercado por contradições dessa magnitude continuará sentado na cadeira de quem julga, investiga e impõe respostas aos outros sem oferecer respostas igualmente claras sobre si mesmo? Alexandre de Moraes deve ser afastado e investigado imediatamente.
Agora?
“E nós da imprensa temos que fazer um mea-culpa. A gente aceitou medidas fora da lei porque achava que os fins justificavam os meios. Esquecemos que as formalidades são fundamentais. A gente realmente errou.”
Há imagens que ultrapassam uma campanha eleitoral e entram para a história política de um país. Nesta quarta-feira, 9 de setembro, uma delas aconteceu em Juiz de Fora.
Oito anos depois do atentado que quase matou Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018, seu filho, Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República, voltou exatamente ao lugar onde aquela caminhada foi interrompida.
E voltou com uma missão declarada: “Vou completar o trajeto que meu pai não conseguiu completar.”
Flávio chegou à Zona da Mata pelo Aeroporto Regional, após o mau tempo impedir o pouso previsto em Juiz de Fora. De carro, seguiu até o Aeroporto da Serrinha. Dali, partiu à frente de uma motociata de aproximadamente 10 quilômetros em direção ao centro da cidade.
O destino era o Calçadão da Rua Halfeld, no cruzamento com a Batista de Oliveira. O mesmo cenário onde, em 6 de setembro de 2018, Jair Bolsonaro, então candidato à Presidência, foi atingido por uma facada no abdômen enquanto era carregado pela multidão.
Usando colete à prova de balas, Flávio chegou ao centro cercado por apoiadores. Subiu nos ombros de um segurança e avançou em meio à multidão pelo trecho que seu pai não conseguiu terminar oito anos atrás.
O próprio Flávio chamou aquele ponto de “segundo nascimento” de Jair Bolsonaro.
Não era apenas uma referência ao passado, era a reprodução, quase quadro a quadro, de uma das imagens mais marcantes da história eleitoral recente do Brasil - mas, desta vez, com outro desfecho.
Em 2018, tentaram interromper a vida de Jair Bolsonaro. Oito anos depois, Flávio Bolsonaro voltou ao mesmo lugar, percorreu aquelas ruas e concluiu, nos braços do povo, o caminho que seu pai havia começado. As imagens ficarão para a história.
Bicho essa correlação endividamento do Governo com endividamento do povo deveria render um prêmio Nobel de economia pro Flávio Bolsonaro.
Conseguiu RESUMIR A PORR@ TODA!
Às vésperas do Dia da Independência, uma voz de dentro da Igreja Católica fez um chamado direto aos brasileiros. Dom Adair José Guimarães, bispo diocesano de Formosa, em Goiás, convocou a população neste domingo, 6 de setembro, a ocupar as praças do país durante as manifestações de 7 de Setembro contra a corrupção, o autoritarismo e as injustiças.
Dom Adair foi ordenado padre em 1986 e bispo em 2008, por nomeação do papa Bento XVI, para comandar a Diocese de Rubiataba-Mozarlândia. Em fevereiro de 2019, o papa Francisco o transferiu para a Diocese de Formosa, onde tomou posse em 1º de junho daquele ano e permanece como bispo diocesano. Ao longo da trajetória, também exerceu funções na formação de seminaristas, na pastoral vocacional e juvenil, em tribunais eclesiásticos e na estrutura regional da CNBB.
Na mensagem divulgada durante a Semana da Pátria, o bispo começa falando da preocupação dos brasileiros com a economia, as famílias, o futuro dos filhos, a violência, as divisões e aquilo que classificou como uma “corrupção deslavada”. Para ele, a fé cristã não autoriza o cidadão a ignorar o que acontece ao seu redor: “Não basta reclamar do Brasil. Precisamos fazer o bem à nossa pátria”.
“Nesse 7 de setembro, é preciso que os brasileiros encham as praças das nossas cidades, das nossas capitais”, afirmou, antes de pedir que a população diga “basta à corrupção, basta ao autoritarismo, basta às injustiças, basta de ministros corruptos, de políticos corruptos”.
Dom Adair também fez uma advertência aos próprios cidadãos - combater a corrupção exige rejeitar a compra de votos e participar das eleições. Pediu que ninguém deixe de comparecer às urnas e defendeu a escolha de candidatos sem envolvimento com corrupção.
Em meio à gravíssima crise institucional que assola o país, Dom Adair deixa uma reflexão que vai além da política - não haverá mudança no topo sem mudança na base. Combater a corrupção também significa rejeitar a venda do voto, as pequenas desonestidades e recuperar dentro dos lares valores como honestidade, justiça e responsabilidade.
Sem moralidade na sociedade, será impossível exigir moralidade de quem ocupa o poder.
O dia em que Donald J. Trump declarou que ficou HONRADO com a presença de Jair Messias Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro.
O povo ficou tão emocionado que se levantou para aplaudir. 🇺🇸🇧🇷