O brasileiro trabalha mais, produz mais, empreende mais… e o dinheiro desaparece cada vez mais rápido.
Quem ganha 10 mil reais já perde uma fortuna antes mesmo de receber. Depois vem imposto em cima de tudo:
comida, combustível, energia, carro, consumo e investimento.
Enquanto isso, o Estado continua tratando quem produz como inimigo.
O resultado está aí:
empreender virou ato de coragem.
Trabalhar virou punição.
Gerar riqueza virou pecado.
Nenhum país cresce sufocando quem cria empregos, investe e movimenta a economia.
O Brasil não precisa de mais impostos.
Precisa de mais liberdade econômica.
#LiberdadeEconomica #Empreendedorismo #Brasil #Economia #Investimentos #MercadoFinanceiro #MenosEstado
Pouca gente percebe, mas existe uma diferença econômica entre assistir canal aberto (Globo,STB, Record) pela TV por assinatura e assistir pela antena digital.
Quando você usa a antena digital, a emissora entrega o sinal diretamente na sua casa, sem intermediários. Já na TV a cabo, existe uma operadora entre a emissora e o telespectador.
Para Globo, SBT e Record, a antena digital fortalece o modelo de distribuição direta, reduz a dependência das operadoras e preserva o valor estratégico da TV aberta. Quanto mais pessoas assistem pelo sinal aberto, maior a relevância da rede própria de transmissão e das afiliadas espalhadas pelo país.
Além disso, a TV por assinatura vem perdendo assinantes há anos. Incentivar o uso da antena digital ajuda as emissoras a manter o público dentro de um ecossistema que elas controlam integralmente, sem depender das decisões comerciais de Claro, Vivo, Sky ou outras operadoras.
Ou seja, a questão não é apenas técnica ou relacionada ao delay dos jogos da copa. Existe também um interesse econômico: fortalecer a distribuição direta, preservar o valor da TV aberta e reduzir a dependência de intermediários na relação com o telespectador.
O Rei do Futebol e o autógrafo que recusei:
Em 51 anos de vida, encontrei e conversei com Pelé duas vezes.
A primeira foi quando eu tinha cerca de 12 anos. Na saída de um jogo no Morumbi, pela área VIP, meus amigos avistaram Pelé, que trabalhava como comentarista, e saíram correndo para pedir autógrafos. Eu fui caminhando.
Quando cheguei perto, ele perguntou meu nome. Perguntei para que queria saber. Ele respondeu que era para personalizar o autógrafo, como havia feito para os meus amigos.
Então respondi:
“Não quero seu autógrafo. Mas, se você quiser, posso te dar um meu.”
Ele olhou para o lado, caiu na risada e foi embora. Meus amigos ficaram indignados. Até hoje dizem que eu perdi uma oportunidade única.
A segunda vez foi cerca de 20 anos depois, quando eu tinha por volta de 33 anos. A foto é desse encontro.
Eu trabalhava em um banco e Pelé estava lá para uma reunião com o controlador da instituição. Tive a oportunidade de conversar com ele por alguns minutos e resolvi contar a história da infância.
Para minha surpresa, ele disse que lembrava do episódio. Riu novamente e comentou que foi a única vez em que alguém recusou um autógrafo dele.
Respondi que sempre preferi jogar bola com ele a guardar um papel assinado.
Peguei uma bolinha que estava sobre minha mesa e trocamos alguns passes.
Foi uma conversa simples, rápida e inesquecível.
Uma pena não ter encontrado o Rei mais uma vez.
Porque, desta vez, eu teria uma novidade para contar:
Já fiz mais gols do que ele. 😎⚽
Claro que em campeonatos muito menos importantes… mas a provocação seria irresistível.
Tenho a impressão de que o nome de Luiz Philippe de Orleans e Bragança vem ganhando força para uma eventual composição como vice de @FlavioBolsonaro . E isso seria fantástico.
Antes de qualquer coisa, vale lembrar que @lpbragancabr já deu inúmeras demonstrações de lealdade ao movimento bolsonarista. Mesmo nos momentos mais difíceis, manteve-se firme na defesa das pautas conservadoras, da liberdade econômica, da soberania nacional e dos valores que mobilizam milhões de brasileiros. Sua fidelidade ao projeto político da direita nunca esteve em dúvida.
É uma figura que transita bem entre diferentes correntes da direita, mantendo diálogo e respeito junto a lideranças como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e até setores do MBL.
Também possui boa interlocução com o agronegócio, o setor de serviços, a indústria e o mercado financeiro, além de contar com reconhecimento entre empresários, projeção internacional e admiração de muitos eleitores.
Outro ponto relevante é sua identificação com o pensamento conservador influenciado por Olavo de Carvalho, o que lhe garante respeito em uma parcela importante da base da direita brasileira.
Além disso, é visto com respeito por muitos integrantes das Forças Armadas em razão de sua defesa consistente da soberania nacional, do fortalecimento institucional e de sua postura em temas estratégicos para o país.
Mas acredito que seu maior diferencial vai além disso. Luiz Philippe ama e conhece o Brasil como poucos. Percorre o país há anos, estudando seus desafios, conversando com lideranças, produtores, empreendedores e cidadãos comuns. Não é apenas alguém que deseja ocupar um cargo; é alguém que possui uma visão clara de país.
Enquanto muitos se limitam a reagir aos problemas do presente, Luiz Philippe vem há anos defendendo reformas estruturais e apresentando propostas para modernizar o Estado, fortalecer as instituições, ampliar as liberdades individuais e criar um ambiente mais favorável ao desenvolvimento econômico. É, acima de tudo, um reformista com um plano para o Brasil.
Talvez justamente por reunir lealdade ao bolsonarismo, respeito entre diferentes correntes da direita, boa interlocução com os setores produtivos, reconhecimento internacional, respeito em setores das Forças Armadas, capacidade de diálogo e um projeto consistente para o país, Luiz Philippe possa ser o elo que falta para aproximar grupos hoje dispersos em torno de um objetivo comum.
Se essa construção avançar, poderá resultar em uma chapa capaz de unir forças, ampliar alianças e apresentar ao Brasil um projeto de longo prazo baseado em liberdade, prosperidade, segurança e fortalecimento das instituições nacionais.