- foi no circo stankovic e brincou com o palhaço no show
- foi substituído por engano e mostrou o papelzinho da substituição pra câmera completamente indignado
Goste ou não, eu mesmo tenho mais criticas que elogios, mas é inegável que o cidadão é uma máquina de enredo.
Neymar convocado, hora de repassar o ano do nosso 10:
- xingou o Chorume do Grêmio
- bateu boca com o Camargo
- bateu pênalti na Kings league
- xingou torcedor
- pediu desculpas e disse que não ia mais fazer isso e só jogar bola
- postou “Mamba Mentality*
Continua…
- brigou com torcedor de novo
- empatou 2 vezes com o recoleta
- brigou com o Robinho jr
- comeu feijoada
- teve diarreia pós feijoada
- comeu uma marmita de linguiça Toscana
Pra finalizar as minhas preferidas…
And some guys out here like: “Is Joel Embiid finally gonna make the NBA Finals?”
And Embiid can’t even walk in a straight line.
Nah… No way.
Absolutely no way.
“Is Embiid winning the ECF this year?”
And he’s out there walking like that “I’m crazy” dude from Total Mess
And some guys out here like: “Is Joel Embiid finally gonna make the NBA Finals?”
And Embiid can’t even walk in a straight line.
Nah… No way.
Absolutely no way.
“Is Embiid winning the ECF this year?”
And he’s out there walking like that “I’m crazy” dude from Total Mess
O Império Contra-Ataca no Super Bowl LX: o Dark Side dos Seahawks O futebol americano é, acima de tudo, um espelho dramático da vida. É justamente quando a dúvida parece maior que a grandeza encontra espaço para emergir. Na noite em que os fãs se reuniram diante das telas para assistir ao Super Bowl LX, muitos olhares se voltavam para a revanche entre Seattle Seahawks e New England Patriots. O que poucos poderiam prever, porém, era o roteiro que se desenharia em campo, uma narrativa de redenção, domínio e força coletiva que transformaria aquela final em algo maior do que um simples jogo.
No centro dessa peça estava Sam Darnold, o quarterback que já viu sua carreira ser descartada, que atravessou a NFL carregando rótulos quase indeléveis de fracasso. Contra os Patriots, ele não lançou passes destinados a compilações históricas, mas fez exatamente o que o momento exigia. Jogou com paciência, inteligência e coragem. Evitou turnovers, leu o jogo com maturidade e conduziu o ataque com a serenidade de alguém que compreendeu, enfim, seu lugar naquele palco. Não foi apenas o comandante da equipe. Foi a prova viva de que trajetórias podem se reinventar quando a determinação encontra a oportunidade certa.
Mas nenhuma crônica sobre aquela noite estaria completa sem reconhecer o verdadeiro coração pulsante da vitória, a defesa dos Seahawks. A unidade conhecida como Dark Side, sob o comando de Mike Macdonald, não apenas enfrentou o ataque dos Patriots, ela o desmantelou. O que se viu foi uma aula de controle defensivo, onde força física e inteligência tática caminharam lado a lado. A pressão constante não era desordenada, era calculada. A maioria das jogadas dispensava excessos, vencia confrontos individuais, colapsava o pocket e impunha um desgaste psicológico contínuo ao ataque adversário.
Cada sack, cada blitz bem cronometrada e pensada, cada jogada forçada não representava apenas números na estatística, mas um recado claro. O jogo estava sob domínio de quem ditava o ritmo sem a bola. Os Patriots sentiram o peso dessa muralha a cada tentativa de avanço, sufocados por uma defesa que parecia sempre um passo à frente. Quando Uchenna Nwosu retornou uma interceptação para touchdown, o símbolo estava completo. Aquela defesa não era apenas eficiente, era histórica. Não reagia ao jogo, moldava-o.
Enquanto Darnold escrevia sua redenção silenciosa e o Dark Side esmagava qualquer esperança adversária, outro nome brilhava com constância no backfield, Kenneth Walker III. Correndo com calma, inteligência e precisão, Walker foi o complemento perfeito para uma equipe que entendia o valor do controle. Em uma final onde cada ponto tinha peso específico, suas 161 jardas em 29 toques na bola foram fundamentais para ditar o ritmo e desgastar o adversário. O prêmio de MVP do Super Bowl veio como reconhecimento natural de uma atuação que o inscreveu entre os grandes corredores da história da liga.
E assim, naquela noite no Levi’s Stadium, tudo se alinhou. Sam Darnold encontrou sua redenção. Kenneth Walker III simbolizou a força ofensiva consciente de seu papel. Mas foi a defesa de Seattle, implacável e meticulosamente construída por Mike Macdonald, que definiu o tom do Super Bowl LX. Mais do que uma vitória, foi uma demonstração inequívoca de que, no maior palco do futebol americano, quem controla o jogo por completo escreve a história. E Seattle fez isso com autoridade.
E, como em toda grande saga, havia uma figura nas sombras conduzindo cada movimento com precisão quase implacável. Mike Macdonald foi o Darth Vader dessa história, o líder absoluto do Dark Side de Seattle, que não apenas contra-atacou no Super Bowl LX, mas se vingou do passado ao transformar dor em método e memória em domínio. No fim, quando o Império se impõe, não resta dúvida de quem realmente controla a galáxia.
Ngl. This loss doest sting as much. Our offense went toe to toe with a top 5-6 offense in the league while missing 5-6 key starters on defense
More positives than negatives to take from that game. Hell of a game.
Offense is finally clicking love to see it.
Que papinho hein, chefe. Seattle apostou em Geno quando ninguém mais o faria. Quando Wilson saiu, ele retornou junto da chegada de Drew Lock e, para quem acompanha a franquia, nunca houve dúvida de que ele seria o titular. Um pouco mais de gratidão seria bacana…
Geno Smith tells ESPN he didn't "fit the culture" in Seattle:
"I always felt like I was trying to replace Russell, and you can never replace all the great things that he did. So I never felt like Seattle was my team."
Quotes/story via @ryanmcfadden_
The Seahawks defense has allowed just 17 points in each of their first two games to start the season.
The last time the accomplished that feat was 2017 (9-17 loss vs GB, 12-9 win vs SF).
The last time Seattle had 3 straight such games to start a season was...2013.
Só pra lembrar todo mundo: hoje é o primeiro domingão de NFL!
Eu e o @ariaguiar te esperamos a partir de 13:30 para Jets x Steelers!
É na ESPN3 e no Disney +
#NFLnaESPN