Renan Santos censurado, ao mesmo tempo que seu censurador tá encalacrado, hoje é dia de Manifestação.. Fora Toffoli, Fora Moraes
#renansantos#NasRuasPorRenan14
A CNN semanas atrás sumiu com o nome do Renan na pesquisa, Renan estava com mais ou menos 3%. Agora ele aparece com 5,8 e o cara diz que o destaque é o Zema com 3,1 que ficou abaixo do Renan e do Caiado. Quando Renan bateu 3% ele não era destaque, Agora o Zema é🤪
A CNN semanas atrás sumiu com o nome do Renan na pesquisa, Renan estava com mais ou menos 3%. Agora ele aparece com 5,8 e o cara diz que o destaque é o Zema com 3,1 que ficou abaixo do Renan e do Caiado. Quando Renan bateu 3% ele não era destaque, Agora o Zema é🤪
Sobre o debate
O Rony acha ruim o Arthur ter colinha no papel; o melhor mesmo é ter o ChatGPT. Segue a pergunta do Rony ao ChatGPT:
“Chat, o Flávio Bolsonaro foi condenado alguma vez?”
Resposta: “Não, Flávio não foi condenado.”
Rony> Entao flavio é Inocenteeeee.
Na cabeça do Rony, nada além disso importa. O Queiroz admitir não vale, o recebimento de grana da loja de chocolate de um assessor do Flávio não vale nada. O que vale é se foi condenado.
Nessa pegada, Collor, Lindbergh, Gleisi, toda a corja da Lava Jato, todos do mensalão que não foram condenados são inocentes.
Ou seja, se o advogado que pega jatinho com o Toffoli livrar o Vorcaro da cadeia, significa que ninguém mais pode cobrar, que todas as provas são mentiras e que quem usar isso é oportunista. (Mais um detalhe: Vorcaro, cabeça do Banco Master, foi solto.) Ah, então ele é inoceeeeente.
Por que o Rony tá falando sobre esse caso se o cabeça não tá preso? Poxa vida… acho que ele é inoceeeeente. Não ousem falar mal do Vorcaro, seus oportunistas.
Sobre o debate
O Rony acha ruim o Arthur ter colinha no papel; o melhor mesmo é ter o ChatGPT. Segue a pergunta do Rony ao ChatGPT:
“Chat, o Flávio Bolsonaro foi condenado alguma vez?”
Resposta: “Não, Flávio não foi condenado.”
Rony> Entao flavio é Inocenteeeee.
Na cabeça do Rony, nada além disso importa. O Queiroz admitir não vale, o recebimento de grana da loja de chocolate de um assessor do Flávio não vale nada. O que vale é se foi condenado.
Nessa pegada, Collor, Lindbergh, Gleisi, toda a corja da Lava Jato, todos do mensalão que não foram condenados são inocentes.
Ou seja, se o advogado que pega jatinho com o Toffoli livrar o Vorcaro da cadeia, significa que ninguém mais pode cobrar, que todas as provas são mentiras e que quem usar isso é oportunista. (Mais um detalhe: Vorcaro, cabeça do Banco Master, foi solto.) Ah, então ele é inoceeeeente.
Por que o Rony tá falando sobre esse caso se o cabeça não tá preso? Poxa vida… acho que ele é inoceeeeente. Não ousem falar mal do Vorcaro, seus oportunistas.
A missão Nepal no Brasil se chama Renan Santos
A revolta nepalense conclamada pela geração Z, mostrou que, ainda que jovens, a liberdade é o fator primordial para aqueles que pareciam estar perdidos, mas que, no fim do túnel ainda encontravam um alento.
Com toda a ideia de liberdade tendo tomado protagonismo no mundo, o Nepal mostrou que a tirania dos mais velhos, ainda há de se submeter à ousadia e coragem dos mais novos. Um conflito de gerações se instaurou, a vitória foi de quem ainda tinha peito para ir à batalha. Isso te lembra alguma coisa no brasil?
Com uma luta tendo tomado as ruas, o sangue dos jovens manifestantes jorrou em praça pública, e esse foi o combustível final para a guerra de gerações explodir. De um lado, um governo autoritário que negou aos nepalenses o direito de usufruir da internet de maneira livre, do outro, jovens cansados da carga deixada pelos seus anciãos. Um lado queria censura, o outro queria guerra.
A batalha sangrenta se iniciou e teve um destino trágico para os censuradores. O fogo que tomou conta dos prédios do governo foi a combustão final daquela saga que libertou um país inteiro. A bandeira vermelha foi derrubada por jovens que tiveram coragem de se organizar digitalmente e tomar o poder dos tiranos. Algo parecido ocorreu aqui, talvez menos trágico? Mas, ainda assim aconteceu a queda daquela força que representava o vermelho...
A resposta pode parecer simples, mas não é! Digamos que o Brasil esteja tendo um processo nepalense ao longo de 12 anos. – Talvez. O país chocou o mundo em 2013 com as manifestações iniciais e desde então viveu inúmeros eventos que mudariam toda a estética de revoltas, desde a derrubada de uma presidente até o restabelecimento daquele que foi o pior de todos.
Mas com todas as adversidades era ainda no novo, no jovem, que o poder da revolta poderia ressurgir. A história mostrou ainda em 2016 que o jovem era viril suficiente para demover uma presidente do poder. Esses jovens se organizaram e levaram milhares às ruas.
Com toda a estética planejada e revigorada para um novo Brasil, foi com a liderança digital de Renan Santos que o país teve uma grande vitória, a queda da presidente Dilma Rouseff. Ali teria sido o fim de um belo conto vitorioso de uma nova organização política no Brasil, porém nem tudo é perfeito e aquilo que antes era jovem, foi tomado por algo velho dando espaço ao militarismo bobo com patriotismo sem rumo.
O subestimado venceu e tomou o coração daqueles que ainda tinham esperanças para construir um futuro melhor e foi exatamente isso que derreteu as vitorias de 2016, o amor.
O amor político das gerações boomer e um pouco da millenial tomou conta de parte daqueles manifestantes que já estavam velhos e cansados por terem passado anos acreditando que um dia viria um salvador, naquele momento eles já tinham passado por tantos e nenhum conseguiu mudar suas vidas, mas será que o retorno à sua infância mudaria?
Será que o retorno daquela vida de repressão militar dos 70 era a pólvora para mudar os rumos do Brasil? A resposta foi clara, Não! O candidato que representava isso hoje se encontra em uma cela e todo os sonhos daqueles de 2016 foram levados e guardados com ele.
Porém ele não levou tudo. Ainda havia aquele sonho jovem, aqueles jovens, aqueles que derrubaram um presidente, aqueles que não se ajoelharam para tomada boba militar de 2018. Eles estavam lá, eles nunca desapareceram, enquanto a maioria desvirtuada caminhava com o velho louco, o novo destemido se organizou e hoje pode ser o fiel da balança.
A missão que lhe foi dada será cumprida? O jovem de 2016 cresceu e se organizou mais uma vez para mudar o brasil. A estética novamente mudou e agora não há mais horizonte para que ela seja tomada. Renan Santos pode ser aquele que finalmente irá nos livrar das amarras da esquerda autoritária e da direita rachadora?
Embora haja semelhanças, o Brasil é diferente do Nepal, nossas instituições são mais avançadas, nosso país é maior e nosso povo é melhor. Renan tem uma missão, não a nepalense, mas sim a brasileira. Não veremos ministros queimados nas ruas, não veremos tentativas de golpe de estado, porém, ainda teremos uma guerra a traçar. A inspiração vem de lá, os jovens que lá estão, também iriam estar lutando nessa missão daqui.
Sim, se atenha às datas. Se vc conseguir compreender que nesses dois prints que vc espelha, se trata de tiração de onda, vc ja vai conseguir melhorar bastante. O primeiro do Kim, ele estava falando com uma menina e fez uma brincadeira. O segundo o Renan tava tirando onda usando as mesmas táticas do Carlos Bolsonaro. O bom é que o teu print estão as datas. Veja quem começou com isso… abs
A missão Nepal no Brasil se chama Renan Santos
A revolta nepalense conclamada pela geração Z, mostrou que, ainda que jovens, a liberdade é o fator primordial para aqueles que pareciam estar perdidos, mas que, no fim do túnel ainda encontravam um alento.
Com toda a ideia de liberdade tendo tomado protagonismo no mundo, o Nepal mostrou que a tirania dos mais velhos, ainda há de se submeter à ousadia e coragem dos mais novos. Um conflito de gerações se instaurou, a vitória foi de quem ainda tinha peito para ir à batalha. Isso te lembra alguma coisa no brasil?
Com uma luta tendo tomado as ruas, o sangue dos jovens manifestantes jorrou em praça pública, e esse foi o combustível final para a guerra de gerações explodir. De um lado, um governo autoritário que negou aos nepalenses o direito de usufruir da internet de maneira livre, do outro, jovens cansados da carga deixada pelos seus anciãos. Um lado queria censura, o outro queria guerra.
A batalha sangrenta se iniciou e teve um destino trágico para os censuradores. O fogo que tomou conta dos prédios do governo foi a combustão final daquela saga que libertou um país inteiro. A bandeira vermelha foi derrubada por jovens que tiveram coragem de se organizar digitalmente e tomar o poder dos tiranos. Algo parecido ocorreu aqui, talvez menos trágico? Mas, ainda assim aconteceu a queda daquela força que representava o vermelho...
A resposta pode parecer simples, mas não é! Digamos que o Brasil esteja tendo um processo nepalense ao longo de 12 anos. – Talvez. O país chocou o mundo em 2013 com as manifestações iniciais e desde então viveu inúmeros eventos que mudariam toda a estética de revoltas, desde a derrubada de uma presidente até o restabelecimento daquele que foi o pior de todos.
Mas com todas as adversidades era ainda no novo, no jovem, que o poder da revolta poderia ressurgir. A história mostrou ainda em 2016 que o jovem era viril suficiente para demover uma presidente do poder. Esses jovens se organizaram e levaram milhares às ruas.
Com toda a estética planejada e revigorada para um novo Brasil, foi com a liderança digital de Renan Santos que o país teve uma grande vitória, a queda da presidente Dilma Rouseff. Ali teria sido o fim de um belo conto vitorioso de uma nova organização política no Brasil, porém nem tudo é perfeito e aquilo que antes era jovem, foi tomado por algo velho dando espaço ao militarismo bobo com patriotismo sem rumo.
O subestimado venceu e tomou o coração daqueles que ainda tinham esperanças para construir um futuro melhor e foi exatamente isso que derreteu as vitorias de 2016, o amor.
O amor político das gerações boomer e um pouco da millenial tomou conta de parte daqueles manifestantes que já estavam velhos e cansados por terem passado anos acreditando que um dia viria um salvador, naquele momento eles já tinham passado por tantos e nenhum conseguiu mudar suas vidas, mas será que o retorno à sua infância mudaria?
Será que o retorno daquela vida de repressão militar dos 70 era a pólvora para mudar os rumos do Brasil? A resposta foi clara, Não! O candidato que representava isso hoje se encontra em uma cela e todo os sonhos daqueles de 2016 foram levados e guardados com ele.
Porém ele não levou tudo. Ainda havia aquele sonho jovem, aqueles jovens, aqueles que derrubaram um presidente, aqueles que não se ajoelharam para tomada boba militar de 2018. Eles estavam lá, eles nunca desapareceram, enquanto a maioria desvirtuada caminhava com o velho louco, o novo destemido se organizou e hoje pode ser o fiel da balança.
A missão que lhe foi dada será cumprida? O jovem de 2016 cresceu e se organizou mais uma vez para mudar o brasil. A estética novamente mudou e agora não há mais horizonte para que ela seja tomada. Renan Santos pode ser aquele que finalmente irá nos livrar das amarras da esquerda autoritária e da direita rachadora?
Embora haja semelhanças, o Brasil é diferente do Nepal, nossas instituições são mais avançadas, nosso país é maior e nosso povo é melhor. Renan tem uma missão, não a nepalense, mas sim a brasileira. Não veremos ministros queimados nas ruas, não veremos tentativas de golpe de estado, porém, ainda teremos uma guerra a traçar. A inspiração vem de lá, os jovens que lá estão, também iriam estar lutando nessa missão daqui.
A missão Nepal no Brasil se chama Renan Santos
A revolta nepalense conclamada pela geração Z, mostrou que, ainda que jovens, a liberdade é o fator primordial para aqueles que pareciam estar perdidos, mas que, no fim do túnel ainda encontravam um alento.
Com toda a ideia de liberdade tendo tomado protagonismo no mundo, o Nepal mostrou que a tirania dos mais velhos, ainda há de se submeter à ousadia e coragem dos mais novos. Um conflito de gerações se instaurou, a vitória foi de quem ainda tinha peito para ir à batalha. Isso te lembra alguma coisa no brasil?
Com uma luta tendo tomado as ruas, o sangue dos jovens manifestantes jorrou em praça pública, e esse foi o combustível final para a guerra de gerações explodir. De um lado, um governo autoritário que negou aos nepalenses o direito de usufruir da internet de maneira livre, do outro, jovens cansados da carga deixada pelos seus anciãos. Um lado queria censura, o outro queria guerra.
A batalha sangrenta se iniciou e teve um destino trágico para os censuradores. O fogo que tomou conta dos prédios do governo foi a combustão final daquela saga que libertou um país inteiro. A bandeira vermelha foi derrubada por jovens que tiveram coragem de se organizar digitalmente e tomar o poder dos tiranos. Algo parecido ocorreu aqui, talvez menos trágico? Mas, ainda assim aconteceu a queda daquela força que representava o vermelho...
A resposta pode parecer simples, mas não é! Digamos que o Brasil esteja tendo um processo nepalense ao longo de 12 anos. – Talvez. O país chocou o mundo em 2013 com as manifestações iniciais e desde então viveu inúmeros eventos que mudariam toda a estética de revoltas, desde a derrubada de uma presidente até o restabelecimento daquele que foi o pior de todos.
Mas com todas as adversidades era ainda no novo, no jovem, que o poder da revolta poderia ressurgir. A história mostrou ainda em 2016 que o jovem era viril suficiente para demover uma presidente do poder. Esses jovens se organizaram e levaram milhares às ruas.
Com toda a estética planejada e revigorada para um novo Brasil, foi com a liderança digital de Renan Santos que o país teve uma grande vitória, a queda da presidente Dilma Rouseff. Ali teria sido o fim de um belo conto vitorioso de uma nova organização política no Brasil, porém nem tudo é perfeito e aquilo que antes era jovem, foi tomado por algo velho dando espaço ao militarismo bobo com patriotismo sem rumo.
O subestimado venceu e tomou o coração daqueles que ainda tinham esperanças para construir um futuro melhor e foi exatamente isso que derreteu as vitorias de 2016, o amor.
O amor político das gerações boomer e um pouco da millenial tomou conta de parte daqueles manifestantes que já estavam velhos e cansados por terem passado anos acreditando que um dia viria um salvador, naquele momento eles já tinham passado por tantos e nenhum conseguiu mudar suas vidas, mas será que o retorno à sua infância mudaria?
Será que o retorno daquela vida de repressão militar dos 70 era a pólvora para mudar os rumos do Brasil? A resposta foi clara, Não! O candidato que representava isso hoje se encontra em uma cela e todo os sonhos daqueles de 2016 foram levados e guardados com ele.
Porém ele não levou tudo. Ainda havia aquele sonho jovem, aqueles jovens, aqueles que derrubaram um presidente, aqueles que não se ajoelharam para tomada boba militar de 2018. Eles estavam lá, eles nunca desapareceram, enquanto a maioria desvirtuada caminhava com o velho louco, o novo destemido se organizou e hoje pode ser o fiel da balança.
A missão que lhe foi dada será cumprida? O jovem de 2016 cresceu e se organizou mais uma vez para mudar o brasil. A estética novamente mudou e agora não há mais horizonte para que ela seja tomada. Renan Santos pode ser aquele que finalmente irá nos livrar das amarras da esquerda autoritária e da direita rachadora?
Embora haja semelhanças, o Brasil é diferente do Nepal, nossas instituições são mais avançadas, nosso país é maior e nosso povo é melhor. Renan tem uma missão, não a nepalense, mas sim a brasileira. Não veremos ministros queimados nas ruas, não veremos tentativas de golpe de estado, porém, ainda teremos uma guerra a traçar. A inspiração vem de lá, os jovens que lá estão, também iriam estar lutando nessa missão daqui.
@DaniloGentili@CidadeMatarazzo Não podem colocar placas, ou seja, querem que os moradores sofram calados.
Além de ser um absurdo todo o transtorno, ainda querem censurar a voz das pessoas com ameaças..