Primeiramente, eu confio nas urnas eleitorais do Brasil. Também sempre concordei que cada eleição tivesse a presença de observadores de diferentes países, tantos quantos quisessem acompanhar o processo eleitoral brasileiro. Mas considero inadmissível qualquer país, incluindo os EUA, querer colocar em dúvida a lisura e os resultados das nossas eleições.
A diferença é que o Pateta da Disney é atrapalhado, mas bem-intencionado e inofensivo. Já o da política brasileira tropeça nos Estados Unidos, e a queda pode custar caro ao Brasil, atingindo a indústria, as exportações e os empregos!
Por que essas mulheres nunca se apaixonam por um homem do Gabão, do Benin ou da Mauritânia? É sempre um amor branco dos EUA, europeu ou israelense. No máximo, um príncipe árabe.
Gente, temos que ser francos: a esquerda critica o Trump — por imperialismo e desprezo pelo Direito Internacional —, mas baba ovo do Putin, que anexou a Crimeia em 2014 e invadiu a Ucrânia em 2022.
Pérfido, ignóbil e sevandija, você não passará incólume ao dissabor de saber que teve uma vida medíocre, ainda que tente ocultar isso. No âmago, você já sucumbiu. Que o seu sofrimento seja diário, hebdomadário, mensal e anual.
O economista José Kobori cravou que os pseudo-ricos do Flora Park estão mais próximos do Madre Germana do que do Aldeia do Vale. Contudo, há gente por lá que insiste em ordenhar boi achando que é vaca.
Mais um ano chega, e os pseudo-ricos do Flora Park não têm dinheiro para morar no Aldeia do Vale, no Alphaville ou nos Jardins. Reitero: estão muito mais perto do Madre Germana do que do Goiânia Golfe Clube.
Por que não legalizar todas as drogas, como defendia o liberal e Nobel de Economia Milton Friedman?
A burrice já foi liberada para os bolsonaristas. Crack é menos nocivo do que acreditar que tomar vacina vira jacaré.
Defendo que as igrejas paguem impostos. É preciso tributar as instituições religiosas e seus líderes. Muitos desses clérigos não contribuem em nada para combater a miséria. A fome não se mata com fé, mas com arroz, feijão tropeiro e pequi.
Um bolsonarista me disse que eu sou burro e analfabeto por ser “petista”. O nobre vota no Bolsonaro, que nunca leu nem A Sentinela das Testemunhas de Jeová, e ainda se esquece de que Sérgio Buarque de Holanda foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores. Trem complicado!
No Brasil, muita gente ostenta com culinária japonesa e italiana. Já no Japão e na Itália, eles ficam desesperados procurando um restaurante brasileiro que sirva um bom feijão-tropeiro ou pequi?
Como fica o Natal em família de um bolsonarista pseudo-rico de Aparecida que mantém uma amante travesti? Sendo época de perdão, será que a esposa e os filhos lhe concederão esse gesto tão nobre?
Não acredito em meritocracia no capitalismo. As oportunidades de quem nasce no Madre Germana, Pedreira Prado Lopes ou Capão Redondo não são as mesmas de quem vive no Bueno, Gutierrez ou Morumbi. É pura lógica.
O mundo é eurocentrista mesmo, uai! Por que um bebê negro não parece um anjinho, enquanto um branco, de cabelo encaracolado, tem carinha de anjo? Até Jesus, o judeu do Oriente Médio, ganhou olhos azuis.
A data de hoje é importante — faz-nos lembrar de pessoas queridas e que fazem falta. Contudo, sejamos rígidos e sinceros: não é porque alguém morreu que era boa pessoa. O fim da vida de alguns foi, para muitos, um alívio. A reflexão nem sempre vem com candura.
A família tradicional brasileira atual é: uma mãe solteira se matando de trabalhar para cuidar dos filhos. Enquanto isso o pai paga 200 reais de pensão e vota no Bolsonaro em defesa da família.
Quando citei um morador do Flora de suéter da Lacoste em um dia “frio” em Aparecida — fazia 30 graus à noite — era ironia, claro. Afinal, ele nunca será um Old Money. Até porque, no Flora, não existem ricos. E o clima de Goiás não ajuda — é questão geográfica.
Grazi Massafera definiu a família tradicional como “mamãe, papai, filhinho e amante”. Concordo. Porém, faço um adendo em relação a algumas famílias da elite de Aparecida: “mamãe, papai, filhinho e travesti amante do papai”.
👉 Atenção! Donos de Palio, Mobi, Celta, Uno, HB20, Renegade, Gol, Polo, Argo, Onix, Kwid e demais veículos que custam menos de R$ 1 milhão: vocês não fazem parte dos 141 mil que recebem mais de R$ 50 mil líquidos por mês — e, portanto, não serão taxados pelo governo.