Porcina faz cosplay de Cristo Redentor ao provar o seu vestido de noiva e se revolta com costureiro gay afeminado que diz que ela não pode usar véu por ser viuva o chamando de boca de chupar ovo e a peça de camisola de procissão rasgando tudo ficando seminua na frente de todos
Mocinha se nega a datilografar o alvará para abertura da Boate Sexus pede demissão do seu cargo nepotista e grita sua mãe que transforma a discussão em barraco familiar no qual o prefeito diz que está entre a cruz e a calderinha e que vai morrer com o braço dormente de infarto
Porcina e Dona Pombinha proferem em decibéis jamais vistos os maiores xingamentos baixando o nivel do cinema: ratazana de sacristia quenga do agreste escrupiona saracura do brejo ronca e fuça
Sinhozinho Malta dono de frigorífico com 50 mil cabeças de boi chorando em completo desespero com a morte de sua vaquinha Ametista se perguntando como pode um mundo tão cruel em que se mata uma vaca animal sagrado
Mina e seu coração puro se emocionam com o cafézinho servido no falso velório em que o defunto está presente e vivo enquanto Seu Flô comenta que é bom pra dar autenticidade e Padre Hipólito arremata dizendo que nem a morte é séria mais em Asa Branca
Beato Salu volta para sua casa no rio depois de período em coma e insulta Dona Pombinha chamando-a de Jezebel e filha de Potifar e logo em seguida expulsa a beata a pancadas desferidas com os pedaços dos ex-votos guardados ali