وزير الخارجية السعودي للاسرائيليين:
تقطعون عن اهل غزة المساعدات وتقصفونهم وتقولون أنهم يرغبون بالخروج الطوعي،
لا يوجد شيء اسمه خروج طوعي لسكان غزة، كل صور خروج أهل غزة من القطاع هو تهجير بالإكراه، التهجير مفروض رفضا قاطعا
🏴☠️🇮🇱🇵🇸 🏴☠️🇮🇱🇵🇸 Colonos judeus israelenses atacaram a cidade palestina de Beit Imrin, ao noroeste de Nablus, incendiando casas e espalhando terror entre os moradores.
Na região sul de Nablus, veículos palestinos também foram apedrejados por colonos. Paralelamente, forças israelenses confiscaram novas terras palestinas em Beit para ampliar assentamentos na Cisjordânia ocupada.
Os ataques e a expansão colonial seguem se intensificando em diferentes áreas da Cisjordânia.
A melhor parte desses achados é que eles desmontam uma mentira sem precisar de discurso.
Durante décadas tentaram vender a ideia de que “Palestina” era só um nome inventado depois, uma causa fabricada, uma peça de propaganda. Mas aí você encontra esse nome em mapa antigo, documento, moeda, selo, placa, registro oficial e até no chão.
Os arquivos costumam ser cruéis com quem vive de mentiras.
O Brasil tem problemas de sobra: infraestrutura precária, violência, corrupção, pobreza, desigualdade... Mas sempre há um gênio no Congresso, neste caso o deputado Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, disposto a atacar a verdadeira ameaça nacional: um conceito religioso que ele claramente não entende.
A Shariah não é um código secreto pronto para substituir a Constituição nem um plano maligno para tomar Brasília. Trata-se de um conjunto de princípios éticos, morais e religiosos que orientam a vida dos muçulmanos. Aliás, a própria Constituição brasileira já impede que qualquer religião imponha suas leis ao Estado. Em outras palavras, o projeto de lei tenta proibir algo que já é impossível de acontecer. É como apresentar uma lei contra a invasão do Brasil por dragões.
A ironia fica ainda melhor quando lembramos que foi justamente Dom Pedro II, antepassado do autor da proposta, quem estreitou relações com o mundo islâmico e abriu caminho para a imigração síria e libanesa que tanto contribuiu para o país. Enquanto isso, os países árabes seguem sendo parceiros comerciais fundamentais do Brasil e compradores importantes de nossas exportações. Mas aparentemente é mais fácil importar teorias conspiratórias da extrema-direita estrangeira do que abrir um livro de história.
Neste vídeo, vamos analisar as falas do pastor Israel Junior em participação no Fé Podcast. Segundo ele, para explicar a Bíblia, precisa de contexto, história, época, intenção do texto e cuidado na leitura.
Para falar do Islã, aí vale propagar informação falsa, ignorar toda produção teológica islâmica que rechaça o extremismo e a violência e concluir que quase 2 bilhões de pessoas seguem uma religião “satânica”, usando seu preconceito para incentivar hostilidades contra os muçulmanos.
Em seu discurso demagógico, o pastor afirma que o cristianismo é tolerante, mas ao longo da fala ele revela sua verdadeira face e afirma que o islã deveria ser "apagado do mundo".
🔴 Hindistan’da milyoner ilaç tüccarı Devraj Malik’in oğlu Ayuş Malik’in İslam’ı seçmesi ülkede büyük tartışma yarattı.
Kendi hür iradesiyle Müslüman olduğunu ve "Muhammed Ali" ismini aldığını belirten genç adam, babasının "zorla din değiştirme" suçlamasıyla karşı karşıya kaldı.
Baba Devraj Malik, oğlunun evlendiği eşi ve kayınpederi tarafından İslam’a geçmeye zorlandığını iddia ederek şikayette bulundu.
Babanın şikayeti üzerine Muhammed Ali'nin eşi ve kayınpederi tutuklandı.
Muhammed Ali, "Elhamdulillah Müslümanım ve kendi hür irademle dinimi seçtim" diyerek ailesinin serbest bırakılmasını istedi.
Hindistan'daki tartışmalı "din değiştirme karşıtı yasalar", bu tür vakalarda Müslümanlığı seçen gençleri ve ailelerini ciddi bir yargı baskısı altına alıyor.
🇮🇱🔥🇵🇸 Na noite passada, a última aldeia totalmente cristã da Palestina, Taybeh, que tem sido habitada há mais de 5.000 anos, foi incendiada pelos colonos judeus sionistas, que atearam fogo aos campos e lançaram coquetéis molotov contra as casas.
Enquanto tentam fazer passar o sionismo como amigo dos cristãos, a realidade é que são supremacistas e racistas, que odeiam todos os que não sejam eles e incendeiam suas casas todos os dias na Cisjordânia.
📚🇵🇸 QUER COMPREENDER A PALESTINA?
Em “Palestina: do mito da terra prometida à terra da resistência”, você desvenda as origens históricas do conflito, a ocupação da Palestina e a resistência de seu povo, desafiando mitos e através uma análise crítica e fundamentada.
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O adufe, do árabe ''ad-duff'' foi um dos muitos legados musicais com origem no Oriente, alguns acreditam que da distante Pérsia, que os muçulmanos levaram para a Península Ibérica e que pelo intermédio português acabou chegando ao Brasil.
“A influência árabe na cultura brasileira começa antes mesmo da descoberta do país, a partir da ocupação pelos mouros da Península Ibérica, no século 8, que deixa marcas importantes, por exemplo, na língua, literatura e na arquitetura portuguesas. O que poucos sabem, porém, é que a presença árabe é sentida até em uma criação genuinamente nacional, associada ao Brasil por qualquer habitante do planeta: o samba.
Isso mesmo, o samba, em suas origens, nas batucadas nos morros do centro do Rio de Janeiro, nos primeiros anos do século 20, contou, entre os vários instrumentos de percussão de origem africana, com um, em especial, de origem árabe: o adufe. Semelhante ao pandeiro, só que em formato hexagonal e sem platinelas, o adufe teria ajudado o samba a chegar à batida rítmica que hoje o caracteriza.
Ou, pelo menos, contribuído para a marcação "diferente" do samba produzido em algumas escolas mais tradicionais, como é o caso da Portela. Quem afirma é João Baptista de Medeiros Vargens, professor de árabe do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor, ao lado de Carlos Monte, do livro "A Velha Guarda da Portela" (Manati, 2001).
Segundo Vargens, o adufe, embora nunca lembrado pelo nome correto, aparece nos relatos de alguns veteranos sambistas da Portela, e no do cantor e compositor Paulinho da Viola, que conviveu com muitos deles. "Paulinho, no livro, lembra as batucadas na antiga sede da Portela, a Portelinha. Lembra dos cavaquinhos, das palmas e de uns pandeiros quadrados, que seriam responsáveis por esse toque da Velha Guarda, pelo desenho melódico dos velhos bambas da escola", revela o professor.
Vargens conta que essa marcação rítmica desenvolvida com a participação do adufe ajudava a dar uma marca especial à bateria da Portela, reconhecida imediatamente pelo público quando a escola começava a entrar na avenida, "pelo menos até meados dos anos 1970".
'Islamismo e Negritude'
Não há estudos sobre a presença de descendentes árabes nos morros cariocas, até porque ainda são poucas as iniciativas de registro da história dessa população e do próprio samba, aliás. Mas uma outra pista sobre a convergência dos dois mundos - cultura árabe e negros sambistas - é dada também pelo professor Vargens.
Atento às manifestações da cultura árabe no Brasil, ele observa que letras do compositor Aniceto (de Meneses e Silva Júnior), morto em 1993, um dos fundadores da escola de samba Império Serrano e também compositor da Portela, se referem aos "mussurumins", termo que é uma corruptela de muçulmanos.
Segundo Vargens, que é autor, junto com Nei Lopes, do livro "Islamismo e Negritude - da África ao Brasil, da Idade Média aos nossos dias" (UFRJ,1982), o primeiro contato dos brasileiros com a cultura islâmica foi por intermédio de escravos africanos muçulmanos e não de imigrantes árabes - que por aqui começaram a chegar nas últimas décadas do século 19.
Estes, aliás, oriundos principalmente da Síria e do Líbano, tinham principalmente formação cristã. O Islamismo, escreve Vargens, teve papel muito importante na "aglutinação e resistência" dos negros feitos escravos no Brasil. "Esse Islamismo, que já na África, como vimos, não era exatamente o mesmo da Arábia, no Brasil sofreu, é claro, ainda outras influências, recebendo os nomes de 'religião dos alufás', e culto 'mussurumin', 'muçulmi' ou 'malê' - nomes estes pelos quais eram genericamente conhecidos os negros islamizados. E foi esse Islamismo que criou a mítica do negro altivo, insolente, insubmisso e revoltoso (...)", diz trecho do livro.
Os negros adeptos do Islamismo, apurou o professor em seus estudos, começaram a chegar ao país a partir do século 18 e foram deslocados principalmente para o Nordeste, em especial a Bahia (onde mais para frente, em 1835, seriam responsáveis pelo episódio conhecido como Levante dos Malês). Eram negros cultos, alfabetizados (liam o alcorão em árabe) e viviam agrupados na capital, Salvador, e no Recôncavo. Uma parte deles, muito provavelmente após a perseguição policial desencadeada pela revolta, migrou para o Rio de Janeiro. Quanto a sua ligação com o samba e com a cultura dos morros cariocas, há apenas indícios e "muito para ser estudado", diz Vargens.”
-Instrumento árabe ajudou a criar a batida rítmica do samba” ,03/12/2003, Paula Quental, Repórter da ANBA.
O árabe é o idioma falado como primeira língua por 422 milhões de pessoas, e por ser o idioma do Alcorão Sagrado, é a língua litúrgica de 1,5 bilhão de muçulmanos ao redor do mundo. Quinto mais falado na terra, o árabe tem cerca de 12 milhões de palavras e 13 dialetos com um alfabeto de 28 letras. Também é chamado de ‘’língua do dod’’, pois é a única que possuí esta letra e fonema, o ‘’ ض".
Para se ter uma ideia da riqueza da língua árabe e do quão é intrincada, com apenas duas letras se pode formar uma frase inteira apenas mudando seus sinais diacríticos. Por exemplo, esta é letra "م" (mim) equivalente ao nosso ‘’m’’, e esta é a letra "ن" (nun), equivalente ao nosso ‘’n’’. Quando juntas, elas formam a palavra “من” (man), e se apenas estas duas letras forem repetidas com sinais diferentes, você consegue criar toda uma frase:
مَنْ مَنَّ مِنْ مَنٍّ مُنَّ مِنَ المَنَّانِ
‘’man manna min mannin munna mina l-Mannān’’
‘’Quem dá dos dons será recompensado pelo Que Sempre dá (ou seja, Deus).’’
Devido a participação cultural árabe na construção de Portugal na Idade Média por via dos mouros, cerca de 1.000 palavras da língua portuguesa, incluindo algumas que usamos no dia-a-dia, tem sua origem no idioma árabe. Geralmente as começadas com prefixo ‘’al’’, como algodão, alface, álgebra, alfandega, e alecrim, e outras como azeitona, azeite, café, açúcar, xarope, fulano, treco, e berinjela. Até “xaveco” também vem do árabe.
O detalhe curioso é que esse al fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”. Na língua de origem, o al acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere – não é possível inserir entre ele e o substantivo qualquer outro vocábulo, como fazemos em nosso idioma: o teu livro, o único livro etc. Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Foi assim que ar-ruzz virou “arroz” e az-zayt, “azeite”.
Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”.
De acordo com o filólogo, crítico literário, tradutor, diplomata, enciclopedista e ministro da cultura do Brasil no governo Itamar Franco árabe brasileiro Antônio Houaiss, autor no famoso ‘’Dicionário Houaiss’’ da língua portuguesa:
‘’ “Porque, quando fazemos a análise do vocabulário do português como língua natural, vale dizer, quando fazemos a análise da emergência daquele sistema românico que se foi, aos poucos, transformando numa das línguas românicas, temos que, como termos básicos, o acervo primitivo do português não vai além de três mil a três mil e duzentas palavras. E por que não vai? Por tratar-se, efetivamente, de uma língua natural. Em que sentido era língua natural? No sentido de que era uma língua com que não se pretendia fazer as elaborações de cultura que somente a instituição da escrita iria permitir.
Quando fazemos a documentação verbal do português, a partir, possivelmente, do século X, temos de dizer o seguinte: o árabe era a língua de cultura, porque, para colocar-se numa posição de universalidade, recorria ao próprio árabe, enquanto o português, ou o que viria a ser o português, quando quisesse recorrer à universalidade do saber, tinha de subir ao latim, quer dizer, o futuro português tinha de ser bilíngüe, o que já seria, para ele, um esforço de dualidade, em uma coletividade cujo saber seria de 1% de letrados. Então, 1% subia ao latim. Mas o árabe, que tinha uma coletividade maior de letrados, recorria à própria língua, à língua viva que tinha forma escrita e tradicional; então, a potência dos árabes vis-à-vis do futuro português, era, incomparavelmente maior, o que explica, de fato, por exemplo, depoimentos que existem do passado de que os cristãos, do prisma lingüístico, ou de aculturação, escreviam em árabe, liam em Árabe e se compraziam na única língua que eles criam capaz de transmitir saber e conhecimento. A língua portuguesa não o era, e o latim já era desprezado para esse fim, tamanho o esplendor e prestígio da cultura árabe, em face do medievalismo ocidental peninsular. Na verdade, é Idade Média para o ocidental, mas, para o árabe, é o período de esplendor. Essa diferença explica, então, este fenômeno muito singular: num total de três mil a três mil e duzentas palavras do português primitivo, há, no mínimo, oitocentas palavras de origem árabe. Numa estatística verbal, contemporânea de então, é impressionante o acervo de palavras árabes que existiam vivas no português. Representam algo em torno de 25% do vocabulário da língua portuguesa primitiva. E essa estatística toma em conta, também, os vocábulos então recém-derivados.
Naturalmente, na medida em que a língua portuguesa começa a ser língua de cultura, chega ao Renascimento com um aumento espantoso de palavras de origem latina, de origem grega, vindas com o acervo erudito, enquanto o árabe, expulso, prevalecia só em sua qualidade de língua natural, cujos elementos passavam para a expressão literária porque eram as palavras com que, naturalmente, se designava a realidade a que eles ficaram ligados. É bem possível, contudo, compreender a importância da cultura árabe, nesse contato, por esse imenso mar de palavras que ficou dentro do acervo inicial do português.
Essas palavras, quando examinadas, trazem revelações notáveis, como, por exemplo, a de que se tratava de cultura superior. Pelos termos relacionados com vários campos do saber, sentimos que era não só a língua de ponta, era não só a língua inovadora, mas era, também, a língua de administração, a língua eventualmente do júbilo, eventualmente do luxo, do esplendor. Isso tudo, quando se faz o cotejo entre os termos primitivos portugueses e os termos árabes.``(Antônio Houaiss, “As Projeções da Língua Árabe na Língua Portuguesa”)
Me: "Trump wouldn't have allowed little Patrick Bet-David into this country..no Iranians were allowed in this year..How do you feel about that?"
@patrickbetdavid: "You are so funny..I would have found a way to get in."
Me: "You would have come in illegally?"
I did @PBDsPodcast:
Curioso como a indignação seletiva funciona: nos Estados Unidos, país que se apresenta como farol cristão do Ocidente, mais de 314 mil menores foram legalmente casados entre 2000 e 2021, segundo a organização Unchained At Last. E até recentemente, o casamento infantil era permitido em todos os 50 estados americanos; em muitos lugares, ainda sobrevive por brechas legais, consentimento dos pais ou autorização judicial. Mas ninguém pega esses números e sai gritando que “o cristianismo é pedofilia”. A complexidade só aparece quando o acusado não é muçulmano.
No Brasil, país majoritariamente cristão, o Censo de 2022 apontou mais de 34 mil crianças e adolescentes de 10 a 14 anos vivendo em união conjugal, sendo 77% meninas, segundo o UNFPA. Isso sem falar nas uniões informais, normalizadas por famílias, comunidades e ambientes sociais que muitas vezes se dizem defensores da moral. Mas alguém pergunta a religião dessas famílias antes de transformar o cristianismo inteiro em caso de polícia? Claro que não.
As pessoas que se dizem preocupadas com as crianças, o “preocupadas com o Islã por causa das crianças”, preferem pegar uma mazela que ocorre em todos os lugares do mundo para tipificar toda uma comunidade, quando não usam a mesma regra para a sua própria.
Sou uma VTuber japonesa estudando português!!
Também ensino japonês dentro do que eu consigo entender!!
Se ficou curiosa sobre mim, ficarei muito feliz se você se inscrever no canal e vier participar das minhas lives☺
よろしくお願いします!!
🇲🇦💥🇪🇭 Humilhados, agredidos, reprimidos e perseguidos, assim vivem os saarauis em sua própria terra. O racismo mais feroz às mãos de colonos criminosos marroquinos.
Um racismo que, curiosamente, parece não importar muito a esse progressista antirracista que saca as garras por seu Marrocos à mínima.
O Irã acabou de demonstrar muita força.
Depois de o Irã encerrar negociações e de ameaçar atacar Israel em função do descumprimento do cessar-fogo no Líbano e em Gaza, Donald Trump veio a público para dizer que decidiu frear os ataques israelenses.
É impossível interpretar de outra forma: o Irã mostrou para os Estados Unidos que é ele quem dá as cartas, e que não haverá acordo enquanto Washington não demonstrar que é capaz de controlar Tel Aviv.
Porém, há um problema: Israel não costuma obedecer os Estados Unidos de fato. Às vezes há jogo de cena, como pode estar acontecendo agora, mas na prática os israelenses costumam fazer o que querem.
De qualquer modo, trata-se de um dia revelador para quem acompanha esse conflito. O Irã saiu muito maior dessa situação.