EXCLUSIVO: o Hamas conta o seu lado da história
Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO, entrevista o doutor Musa Mohammed Abu Marzuq, vice líder do birô político do Hamas.
Esta entrevista é o principal material jornalístico resultante da reunião, realizada em Doa, no Catar, entre a direção do Partido da Causa Operária (PCO) e o Movimento de Resistência Islâmica, o Hamas.
📚🔻 Revolução Iraniana expôs ao mundo o golpe da CIA de 1953
O golpe militar que derrubou o primeiro-ministro Mohamed Mossadeq em 1953 e instalou a ditadura do Xá Mohamed Reza Pahlavi no Irã foi, durante décadas, uma operação cercada de mistério. Os governos envolvidos negavam sua participação. A documentação permanecia trancada nos arquivos das agências de inteligência. As denúncias circulavam principalmente em meios restritos, sem alcançar grande projeção pública internacional. Foi a Revolução Iraniana de 1979 que mudou essa situação, ao expor publicamente o conjunto de documentos que comprovavam a operação imperialista contra a soberania iraniana.
A Universidade Marxista realizará entre os dias 27 de junho e 5 de julho o curso A história do Irã e da República Islâmica, parte da Universidade de Férias de inverno da Aliança da Juventude Revolucionária (AJR). O golpe de 1953 e a documentação que a Revolução de 1979 trouxe à luz serão tratados em aula pelo ministrante do curso, Rui Costa Pimenta, presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO) e pré-candidato à Presidência da República.
Hoje, em grande medida graças ao que os revolucionários iranianos trouxeram a público, o golpe de 1953 é uma das operações de mudança de regime mais bem documentadas da história mundial. Os arquivos apreendidos na embaixada norte-americana em Teerã, somados às confirmações posteriores feitas pela própria CIA em 2013 e ao depoimento tardio de agentes britânicos, permitem reconstruir cada etapa da conspiração.
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Hamas Political Bureau member, Dr. Bassem Naim, echoes the sentiments earlier expressed by Hamas’ formal statement on the Iranian Memorandum of Understanding, writing that:
“Setting aside the details, the agreement between Iran and the United States marks a turning point between two phases in the international order. The agreement signifies the beginning of the decline of the greatest empire in history.
Congratulations to Iran on this historic achievement, on behalf of the region and the world. Still yet, the greatest achievement will be realized when the settlement [viz., the Zionist entity] is dismantled and Palestine is liberated.”
The Hamas movement has published its official response to the Iranian MOU, which reads as follows:
“We welcome the announcement of the agreement regarding the memorandum of understanding between the Islamic Republic of Iran and the United States of America.
We extend our sincere congratulations to the Islamic Republic of Iran, its people and its leadership, and express our appreciation for its steadfastness and its commitment to its national rights and interests in the face of pressures and challenges, which contributed to thwarting attempts to impose dictates and projects of hegemony on the region.
We hope that this agreement will constitute a step that contributes to enhancing regional stability and will have a positive impact on various issues in the region, foremost among them the immediate cessation of the ongoing Zionist aggression against our Palestinian people in the Gaza Strip, and the ending of the repeated attacks and violations against Lebanon and other fronts.
We affirm that security and stability in the region will not be achieved as long as the occupation government continues its war of extermination, starvation, and displacement against our Palestinian people, and unless the true roots of the conflict—namely, the Zionist occupation and the denial of our people’s legitimate rights—are confronted.”
As commentators debate the language of the MOU, it is important to keep in mind the close coordination retained through Qaddoumi’s office and even between Hazem Qassem and Iran, to say nothing of Khalil al-Hayya—a figure from the ranks of the Sinwar flank of the movement.
FIFA is proposing Israel and Palestine play an under-15 football match as the opening game of a youth tournament in September.
This comes as Palestinians mourn 1,007 athletes and sports officials killed since October 2023, with all five of Gaza's major football stadiums destroyed and Al-Yarmouk Stadium converted into a military detention center.
Israeli snipers deliberately targeted the legs of unarmed protesters during the Great March of Return, maiming thousands. The ICC has issued arrest warrants for Netanyahu and Gallant for war crimes. The ICJ is examining a genocide case. And FIFA wants symbolism over accountability.
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تجاوز صهیونیستها به ضاحیه باردیگر نشان داد آمریکا یا ارادهای برای اجرای تعهدات خود ندارد یا توان آن را. با چراغ سبز نشان دادن به رژیم نمیتوانید امتیاز بگیرید. بازی پلیس بد و پلیس خوب قدیمی شده است.
اگر اراده و توان اجرای تعهدات خود را ندارید، سخن گفتن از ادامه مسیر ممکن نیست.
A heartbroken elderly Albanian man says Jared Kushner has taken everything he spent a lifetime building, including his land, his home, and the future he hoped to leave behind for his children.
He says he returned home one day only to find his property sealed off behind barbed wire, with men in black uniforms standing guard and refusing to let him step inside the house he once called his own.
In a single moment, he says, the life he had worked for was gone.
“It was the end of the world. The end of the world.”
“I felt imprisoned.”
“They took my freedom.”
“They took my livelihood.”
“They took my land.”
It’s not at all surprising that “israel” chose the start of the world cup to bomb Gaza even more than before. That’s what they do; when the world’s eyes are focused on something else, they bomb Gaza ten fold.
A Embaixada da República Islâmica do Irã no Brasil recebeu a caravana esportiva de estudantes iranianos, denominada Mminab168.
Abdullah Nekounam, Embaixador da República Islâmica do Irã no Brasil, expressou seu apreço à equipe estudantil do nosso país por seus esforços, dedicação e brilhantes conquistas.
Os atletas iranianos, que se destacaram no caratê, luta livre e luta greco-romana, conquistaram 30 medalhas, incluindo 14 de ouro, 7 de prata e 9 de bronze, e lideraram o quadro de medalhas entre as equipes estudantis participantes de 51 países nessas competições.
A caravana Minab168 conquistou o primeiro lugar por equipes nessas competições e consolidou sua posição de liderança no quadro de medalhas.
O presidente boliviano Rodrigo Paz, afirmou que o estado de exceção visa proteger os cidadãos do narcoterrorismo.
Diante da campanha contra o crime organizado no Brasil, Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Internacional, no Diário Causa Operária:
“É evidente que todo movimento social, e nós estamos diante de um verdadeiramente massivo e majoritário, vai se defrontar a partir de agora com a acusação de atividade criminosa ou terrorista.
Pode esperar, que o circo está armado para esse tipo de coisa. Em todos os países há uma pressão muito grande e a esquerda capitula.
Esse negócio do crime organizado é tranquilo; a hora que você tiver um movimento grande no Brasil, vão falar que o PCC está no meio do movimento, e vai ser pretexto para uma repressão super violenta.
Seria bom a esquerda brasileira observar, porque ela deu a faca e o queijo para esses governos fazerem isso."
A luta da Palestina é contra o imperialismo
"As velhas estruturas de poder mostram sinais evidentes de esgotamento. As guerras multiplicam, desigualdade cresce, censura aumenta, os direitos democráticos são atacados em todos os cantos.
E diante disso, os povos começam a se levantar. A Palestina se tornou um símbolo mundial desse processo."
– Ahmed Shehada, presidente do Instituto Brasil-Palestina @Ibraspal
O pequeno país do Golfo, que, ao longo da última década, vem buscando ampliar seu controle regional, emerge na guerra contra o Irã como um dos principais aliados dos EUA; mas a que custo?
Leia esta edição do Dossiê!
Da limpeza étnica de 1948 ao genocídio de 2026: “Israel” usa a “Indústria do Holocausto” para blindar seus crimes e criminalizar a solidariedade à Palestina.
Leia esta edição do Dossiê!
Por sua importância histórica e sua influência decisiva na luta de classes atual no Oriente Próximo, a Revolução Iraniana de 1979 segue sendo alvo de uma campanha permanente de calúnias. Para o imperialismo, é insuportável que um povo submetido à dominação estrangeira tenha derrubado uma ditadura apoiada pelos Estados Unidos e reorganizado o país sobre bases independentes. É por isso que o Irã e seus dirigentes continuam sendo atacados pela imprensa burguesa.
Um dos temas centrais será a trajetória do revolucionário Imam Khomeini. A morte do líder da revolução fez 35 anos em 3 de junho de 2024, mas sua presença continua decisiva na luta dos povos oprimidos contra o imperialismo. A campanha contra ele não é uma tentativa de desarmar politicamente todos os setores que veem no Irã um ponto de resistência à dominação norte-americana.
O sucessor de Khomeini, o mártir Saied Ali Khamenei, chamou atenção para esse problema. Segundo ele, falsificar a imagem de Khomeini não consiste apenas em atacá-lo abertamente, mas em separar sua figura de seus princípios. Nas palavras de Khamenei, “as personalidades também podem ser distorcidas”. Isso ocorre, explicou, “quando os principais pilares da personalidade desse grande ser humano permanecem desconhecidos, são mal interpretados ou são interpretados de forma distorcida e superficial”.
Khomeini dirigiu uma revolução que destruiu um dos regimes mais importantes do imperialismo no Oriente Próximo. O Xá era uma peça-chave da política norte-americana na região. A revolução de 1979 liquidou esse regime e retirou o Irã da órbita direta dos EUA.
Por isso, Khamenei advertiu que “se a personalidade do Imam (que descanse em paz) for distorcida, mal apresentada, apresentada de forma errada, todos esses grandes perigos recairão sobre o povo do Irã”. Ao transformar Khomeini em caricatura, o imperialismo procura enfraquecer a revolução que ele dirigiu.
Isso e muito mais você aprende com a Universidade Marxista, no curso "História do Irã e da República Islâmica".
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Não perca!