@dotadaoggg@zfabrogmailcom Todo mundo tem erro,agora é diferente eu limpar o rabo no meio da rua no lugar de limpar dentro do banheiro, ninguém é obrigado a ver essa cena,concorda?
Esse é o raciocínio aqui,tem que desenhar?
Deixa eu contar uma história pra vocês.
Essa é a Sther Barroso. 22 anos, do Rio de Janeiro.
Ela foi num baile na favela, ver um artista que ela adorava.
Aí o “coitadinho” do traficante, esse mesmo que alguns insistem em vender como vítima da sociedade, olhou pra ela.
Ele quis.
Ela disse não.
Ele era chefe de facção.
E por causa desse NÃO, Sther foi espancada, torturada e assassinada.
Seu corpo desfigurado, ainda com sinal de vida,foi largado na porta da mãe.
E foi a mãe dela que abriu a porta.
Tentaram levar pro hospital. Era tarde. A Sther não resistiu à violência do crime organizado.
E ela é só mais uma menina.
Criminosos narcoterroristas, misóginos, violentos, autoritários, homofóbicos do Hamas…ops.
Do Comando Vermelho.
Essa é a realidade do Rio.
Não é sociologia de podcast.
Não é tese universitária de “experts da paz”.
Não é powerpoint sobre “drogas sem violência”.
É o terror armado com fuzil.
É crime organizado que dita território, soberania…vida e morte.
E ainda tem gente dizendo que isso se resolve sem um tiro.
@julioshady Na verdade, isso faz parte do regimento interno da polícia ,a primícia de proteger e servir tem como contra ponto o sacrifício que pode sim ocorrer,por isso existe o juramento no ato da formatura,tanto para o policial quanto para o médico,a diferença é que o policial cumpre .