@gugachacra Eu defendia a não convocação do Neymar até minha posição ser contestada exatamente com essa constatação, no meio do futebol Neymar é muito querido e nunca teve problema de vestiário. Mesmo contundido mas se entrar em campo e conseguir distribuir jogo já valeu a convocação
@paulonbjr Foi impedimento. Precisa dois defensores atrás do atacante ou da linha da bola, só tem um. O outro por cm está a frente . Só tem um jogador defensor dando condição de jogo e portanto impedimento está certo
Francamente, estava cético com o acordo de paz com o Irã. Enquanto Netanyahu estiver no poder, é impossível. Sem ele talvez Israel aceite algo. E enquanto Trump ou o establishment democrata ocuparem a presidência americana, Washington jamais vai contrariar Israel.
Imagina quando o André Rizek, marido da Andrea Sadi, e os bolsonaristas da Globo que estão criticando o Lula pela piada com o Neymar descobrirem que o termo “home office” já tinha sido usado pela própria emissora, com Mariana Gross e Alex Escobar, no principal telejornal do Rio.
Jaques Wagner não deveria continuar como líder do PT no Senado. Já teve sua reputação manchada na condução de Jorge Messias ao STF e agora está na lista do caso Master.
▶️Mônica Bergamo: Lula já ensaiou resposta sobre Wagner e vai invocar autonomia da PF
Para a colunista, a operação reequilibra o cenário eleitoral: antes só Flávio Bolsonaro aparecia no escândalo Master, agora o PT também tem um nome pesado na mira. Lula teria se preparado para o momento com a frase "quem deve tem que se explicar", mesma estratégia usada quando o próprio filho foi envolvido em polêmicas.
@raimundono83699@RogerioAni85995 O Irã conseguiu destravar seus ativos sancionados e o regime persa continua de pé. A destruição da estrutura física será reconstruída pelos aliados do golfo. Causou bastante estrago nas bases americanas e em Israel. Isso não é torcida, são fatos que consolidam vitória do Irã.
@_robsonsilva@cronicaalvinegr Mas pera lá, não era obrigação ganhar do Marrocos?! Aceitar que o Marrocos é uma seleção pra empatar ou ganhar do Brasil é o fim do mundo. Aí vem uma turma que fica falando de ranking da FIFA e bla bla bla…inacreditável.
@RogerioAni85995 Não é tão humilhante para os EUA mas é vitória clara do Irã. Se assinado, esse acordo ficará mascarado pelo evento da copa do mundo de futebol amortecendo os impactos negativos para os republicanos.
Com a aproximação do evento que qualquer apaixonado por futebol espera por quatro anos, é até normal que passemos a tratar a Copa do Mundo com exaltação quase incondicional, eufórica.
Mas não dá para ser assim diante dos absurdos aos quais estão sendo submetidos, nos Estados Unidos, dirigentes, comissões técnicas e jogadores de algumas seleções.
Recusas de vistos, interrogatórios infinitos e a estapafúrdia ideia de obrigar um time a deixar o país após cada jogo precisam ser tratados como um pacote, como uma das maiores vergonhas da história das Copas.
É curioso ver, por parte de quem defende esses atos, a acusação de que as críticas a eles têm motivações políticas. É justamente o contrário: quem defende que o Irã possa se concentrar, treinar e jogar como qualquer seleção não o faz em defesa do condenável regime iraniano, mas zelando pela isonomia esportiva e para que a Copa seja o que deveria ser, uma celebração da humanidade, seus povos e culturas.
São os vetos e limitações impostos por Donald Trump e seus asseclas que têm apenas motivações políticas. Ou alguém tem dúvida sobre o que o atacante do Iraque e o goleiro do Irã foram fazer nos EUA durante a Copa?
Tudo poderia ser menos vergonhoso não fosse a patética e já caricata subserviência do presidente da FIFA a Donald Trump. Infantino não agiria da mesma forma, acatando de orelhas baixas, arbitrariedades similares de Brasil ou Argentina. Por aqui, é certo, o ambicioso dirigente brigaria para que as óbvias premissas esportivas fossem cumpridas. Por lá, ele tem medo.
Especificamente sobre o Irã: se não contar com as mesmas condições dos rivais para disputar o torneio, o abandono de última hora seria uma forma contundente de protestar, gerando um prejuízo enorme. A impossibilidade de substituição, numa Copa em que terceiros colocados se classificam em oito de doze grupos (!), geraria um caos tão irreparável quanto merecido pela FIFA.
As consequências provavelmente viriam, é verdade. Mas seriam, mais uma vez, um vexame para Gianni Infantino, cujos esforços para estragar a competição mais sensacional do planeta por motivações políticas e financeiras não são poucos. E não são de hoje.