Esse é o lance mais constrangedor da Copa do Mundo.
O árbitro percebe o vozinha distraído e dá uma ordem a Messi, do tipo "bate, vai".
O Messi estranha, pois não ouve nenhum apito, e o árbitro confirma: "vai, pode bater".
Aí se sai o gol ainda teríamos que ler de um bando de jornalista paspalho coisas do tipo "ELE É A HISTÓRIAAAA 🤯🤯" "QUE PRIVILÉGIO VER LIONEL MESSI"
Quanta sujeira.
O mundo todo assistiu a atual campeã tentando tirar vantagem de uma seleção estreante, com ajuda da arbitragem.
Uma mancha irreparável na história da Argentina, uma vergonha, repudiante.
Cabo Verde não só fez história, como tbm expôs MUNDIALMENTE a fraude que é essa Argentina e toda essa narrativa barata que estavam tentando criar com esse time mediano que depende do Messi
é só plantar árvores. literalmente só plantar árvores. mas, pelo visto, os líderes mundiais estão esperando o planeta virar um micro-ondas com a gente dentro pra resolver fazer alguma coisa
Guess what? Optical Microlenses are critical for AI data centers.
That means we can add physical media to the list of things the AI industry has killed alongside affordable hardware.
É impressionante como parte do noticiário escolhe as palavras para esconder o que realmente aconteceu.
Ontem, a aula de Fernando Haddad na Unicamp não teve uma simples “confusão entre manifestantes”. Um grupo organizado ligado ao MBL entrou em uma atividade acadêmica para interromper, provocar, gritar acusações e impedir que Haddad continuasse falando.
Isso tem nome: ataque político e tentativa de silenciamento.
Haddad não estava agredindo ninguém. Estava dando uma aula sobre os desafios econômicos e sociais do Brasil. Não era uma briga, um confronto marcado ou um encontro casual entre dois grupos. A ação começou quando integrantes do MBL decidiram invadir o espaço do debate para produzir tumulto, filmar a reação e depois se apresentar como vítimas.
Esse é o método do MBL: provocar, constranger, invadir espaços e transformar agressividade em conteúdo para as redes. Fazem isso em universidades, eventos políticos, manifestações, atividades culturais e até contra pessoas em situação de vulnerabilidade. Depois, parte da imprensa chama tudo de “confusão”, como se todos tivessem a mesma responsabilidade.
Não tinham.
Quando um grupo se organiza para perseguir uma liderança em diferentes eventos, interromper sua fala e intimidar quem está presente, não estamos diante de um debate democrático. Estamos diante de uma estratégia autoritária para impedir o outro de falar.
E é preciso reconhecer a serenidade de Haddad. Mesmo atacado e provocado, ele não perdeu o tom, não abandonou a aula e não entregou ao MBL o espetáculo que eles foram buscar.
A democracia não exige tolerância com quem transforma provocação, intimidação e tumulto em método político. Nomear corretamente o que aconteceu também é uma forma de impedir que esse tipo de violência seja normalizado.
na minha vez um barraco de 20m2 custa 1 milhão
a mídia física não existe
tudo é assinatura e eu não sou dono de nada
o streaming cobra pra não mostrar anúncio
o app de delivery tem tigrinho