Compartilhamos um trabalho do projeto de pesquisa e extensão da @UFSC denominado Ebó Epistêmico https://t.co/2GDlfYXGit
Uma das autoras, @grazielast, é do LABHDUFBA e utilizou alguns memes e reflexões de nossas pesquisas.
Confiram!
https://t.co/17hTj2ecIB
O relatório é o quarto documento publicado pelo Observatório. No site do Aláfia Lab, você pode conferir o novo relatório e os trabalhos já publicados.
🔗https://t.co/CiqWsOuA7V
"Racismo pra quê: as estratégias dos discursos racistas nas redes" é o tema do novo relatório do Observatório de Racismo nas Redes: https://t.co/CiqWsOuA7V
O Observatório tem acompanhado, ao longo dos dois últimos anos, as facetas do racismo direcionado a 26 personalidades negras em seus perfis de mídias sociais. Uma amostra que retrata parte de um problema mais amplo, que atinge grande parte da nossa sociedade.
📰.@ninocasan, diretora do Aláfia Lab, e Giancarlo Summa publicaram um artigo na @folha sobre o impacto da decisão da @Meta, empresa detentora do Facebook e Instagram, de encerrar o acesso gratuito à ferramenta CrowdTangle.
💻 A ferramenta é utilizada por pesquisadores e jornalistas para monitorar os fluxos de conteúdo nas redes sociais. Essa medida ocorre às vésperas das eleições municipais no Brasil, em um contexto de polarização política entre grupos democráticos e bolsonaristas autoritários.
Em 2022, identificamos episódios que davam origem às ofensas, como declarações de jogadores e dirigentes espanhóis, casos de ataques presenciais em alguns jogos e provocações racistas de torcidas adversárias.
Vocês podem ler a respeito do racismo contra Vini Jr e outras personalidades brasileiras em dois relatórios publicados pelo Observatório: https://t.co/dh5BvFLltN e https://t.co/q10xAVd8ej .
Somente de outubro de 2023 até fevereiro de 2024, por exemplo, o jogador publicou 36 posts no Instagram e em apenas três não foram encontradas ofensas racistas. Hoje é possível ver essas ofensas até em publis e publicações sobre a seleção brasileira.
O Observatório do Racismo nas Redes vem acompanhando os casos de racismo contra Vini Jr há cerca de dois anos. O diagnóstico não é nada bom: os ataques se tornaram sistemáticos e diversificados.
Acabamos de publicar a pesquisa “Desigualdades informativas: entendendo os caminhos informativos dos brasileiros na internet”, do @alafialab. Segue aqui pra ver os principais achados:
Pra começar, 94% das pessoas declararam usar redes sociais para se informar.
Em diversas redes sociais, homens consomem mais conteúdos informativos dos canais da Jovem Pan do que as mulheres. Essa é uma das conclusões trazidas pelo relatório lançado hoje pelo @AlafiaLab. Leia na nossa matéria!
https://t.co/wy80JJW1NL
📊 Hoje lançamos um novo relatório intitulado "Desigualdades informativas: entendendo os caminhos informativos dos brasileiros na internet." Neste estudo, investigamos como os brasileiros consomem informações online com base em gênero, renda, idade e raça.
🌐 31,2% das pessoas negras usam o Instagram como fonte prioritária de informações. A lógica contrária pode ser observada no caso Twitter/X, ao qual as pessoas brancas recorrem mais como fonte de informação (9,9% x 5,4%).