Flamenguista. Carioca de Curicica, Realengo e do Rocha. Mestre em econ pela @uff_br e em admin pública pela @ColumbiaSipa. Especialista em Pol Pub do Gov Fed.
Os argumentos do tweet anterior estão em toda parte. Um deles está na imagem abaixo, apresentada em uma edição do @jornalnacional.
Faz sentido a mensagem, implícita na imagem, de que investimos mais que EUA, por exemplo, em educação? Vejamos /2
Um grande dia para o Cinema Brasileiro feito na Realidade do Trabalho árduo. Bacurau e seu orçamento de 7,5 milhões R$ também tem sido citado. A lista de filmes lembrada pela imprensa deve incluir mais títulos para definir ainda mais o que significa um orçamento de cinema feito com honestidade no Brasil, país que tem na sua Constituição o apoio à expressão artística.
Hoje tive a grande honra de receber os cumprimentos do Vice-Presidente @geraldoalckmin por ter sido agraciado com a Ordem do Rio Branco no grau de Oficial.
De quebra, ainda tive outra honra, de ver meu nome na lista de agraciados logo abaixo de gigantes como Wagner Moura e Walter Salles - ainda que, naturalmente, em um grau diferente.
@made_usp Importante considerar, ao analisar a evolução da tx de inadimplência do BC de jan/25 pra cá, q ela foi mt influenciada por mudanças em regras contábeis q entraram em vigor nesse período. Elas foram responsáveis, segundo o Banco Central, por 46% do aumento da taxa para PF em 2025.
@made_usp Com isso, a taxa de inadimplência, dada pela razão entre o saldo de operações inadimplentes e o saldo total de crédito do SFN, ficou maior do que seria na ausência dessas mudanças.
@made_usp Sobre as mudanças: até 2024, os bancos tinham que converter em prejuízo operações de crédito inadimplentes há mais de 9 meses; a partir de jan/25, essa conversão deixou de ser mandatória.
Article by President Lula published in newspapers across 27 countries of Mercosur and the European Union (Brazil 🇧🇷, Argentina 🇦🇷, Paraguay 🇵🇾, Uruguay 🇺🇾, Bolivia 🇧🇴; Austria 🇦🇹, Belgium 🇧🇪, Bulgaria 🇧🇬, Croatia 🇭🇷, Cyprus 🇨🇾, Czech Republic 🇨🇿, Estonia 🇪🇪, France 🇫🇷, Germany 🇩🇪, Greece 🇬🇷, Ireland 🇮🇪, Italy 🇮🇹, Latvia 🇱🇻, Luxembourg 🇱🇺, Malta 🇲🇹, Poland 🇵🇱, Portugal 🇵🇹, Romania 🇷🇴, Slovakia 🇸🇰, Slovenia 🇸🇮, Spain 🇪🇸, Sweden 🇸🇪) on January 16.
📰 The Mercosur–EU Agreement is multilateralism’s response to isolation
At a time when unilateralism isolates markets and protectionism inhibits global growth, two regions that share democratic values and a commitment to multilateralism choose a different path. Against the logic of trade wars, which fragment economies, impoverish nations, and increase inequality, Mercosur and the European Union will sign tomorrow one of the most comprehensive agreements of the 21st century.
After more than 25 years of negotiations and grounded in the conviction that only integration and trade openness can foster shared prosperity, the agreement creates the world’s largest free trade area. No economy exists in isolation. International trade is not a zero-sum game. All economies seek to grow, and this new partnership will create mutual opportunities for employment, income generation, sustainable development, and economic progress.
Together, the 31 countries of the Mercosur–European Union Agreement account for approximately 720 million citizens. Our combined GDP exceeds $22 trillion. The agreement will expand reciprocal access to strategic markets through clear, predictable, and balanced rules. By removing trade barriers and establishing common regulatory standards, investment, exports, and value chains will expand on both sides of the Atlantic.
A robust trade complementarity links the economies of South America and Europe. The version of the agreement approved protects the interests of vulnerable sectors, ensures environmental protection, promotes shared values such as democracy and human rights, strengthens labour rights, and preserves the role of the state as a strategic driver of economic and social development.
This agreement was made possible because Mercosur and the European Union understood they had far more to gain together than individually and chose dialogue grounded in respect and equality. The two blocs found areas of convergence even in the face of differing perspectives, demonstrating that cooperation is significantly more effective and advantageous than intimidation and conflict. We thank the countries of Mercosur and the European Union for their commitment to concluding such a significant agreement.
The signing, however, represents only a first step. Tomorrow begins a new phase of scrutiny to ensure the swift and transparent implementation of what was agreed. The agreement’s true success will be measured by how quickly its benefits reach store shelves, fields, factories, and households.
Numerous sectors on both sides will benefit, from the bioeconomy to high-technology industry, and from small and medium-sized farmers to small, medium, and large enterprises. European and South American consumers will have access to a wider range of products at lower prices, while producers will reach new markets.
Beyond its commercial and economic benefits, the agreement further brings together partners united by historical ties and a shared commitment to democracy and multilateralism. Interdependence is both a necessity and a reality. Only joint action among states and regional blocs can promote peace, prevent atrocities, and confront the most severe effects of climate change.
In a context of growing protectionism and unilateralism, the agreement demonstrates that a different model of global governance is possible – one that is more active, representative, inclusive, and just. These same principles guide our pursuit of renewed multilateral institutions, including the reform of the World Trade Organization and the United Nations Security Council.
Amid the rise of political extremism, Mercosur and the European Union demonstrate in concrete terms how multilateralism, which brought immense benefits to the world after World War II, remains relevant and indispensable.
Luiz Inácio Lula da Silva, President of the Federative Republic of Brazil
Segundo o “Relatório Mundial sobre a Desigualdade 2026”, os 10% mais ricos do Brasil detêm 70% da riqueza nacional e 59% da renda nacional.
O relatório foi laborado por pesquisadores da rede World Inequality Lab, liderada pelo economista Thomas Piketty.
https://t.co/ek28EEmoHo
A @camaradeputados acaba de aprovar, às 2:27 da madrugada, o PL 2.162/2023, que reduz a pena de condenados por tentativa de golpe.
O texto, q segue para o @SenadoFederal , reduz a pena de Bolsonaro em 6 anos e 6 meses.
https://t.co/IRpU9gL8PF
O relatório do projeto antifacção que a Câmara vota agora é um retrocesso grave. Enfraquece a PF, tira recursos de fundos essenciais da segurança e desmonta instrumentos importantes de investigação. O Brasil precisa endurecer contra o crime organizado, não aprovar um texto que enfraquece quem combate facções e milícias.
Hoje, na CPI do Crime Organizado, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, foi muito claro ao dizer que a Polícia Federal opera com R$ 1,8 bilhão para viaturas, operações, inteligência, armamento e contratos. A corporação precisa chegar a R$ 2,5 bilhões para enfrentar o crime com a força necessária. O relatório vai na direção contrária e reduz o dinheiro de quem está na linha de frente contra as facções.
Desviar recursos de fundos ligados à Segurança Pública, como propõe o relatório, significa descapitalizar PF, PRF e Polícia Penal Federal. É limitar a atuação de quem combate tráfico, milícias, lavagem de dinheiro e organizações criminosas. Segurança pública não se sustenta com cortes, muito menos dessa magnitude.
O relatório ainda enfraquece o sequestro rápido de bens das facções, que é justamente o que mais atinge o crime organizado. Não adianta prender integrantes de facção e deixar dinheiro, imóveis, carros e empresas intactos. Sem sufocar financeiramente esses grupos, o crime se reorganiza no dia seguinte. É assim no mundo inteiro.
Um relatório que propõe tirar recursos da PF e ainda tenta reduzir a eficácia do sufocamento financeiro das facções não combate o crime organizado, fortalece o crime organizado. O Brasil precisa de mais força, mais inteligência e mais rigor contra o dinheiro das facções. Esse texto vai na direção oposta.
Mesmo tratando de milícias, o texto não ajusta o artigo do Código Penal que já trata desse crime. A proposta original corrigia essa falha e endurecia a punição. O relatório, porém, mantém a pena atual. Na prática, fica mais brando com milícias do que o texto enviado pelo governo.
Quando um projeto reduz recursos da PF, cria insegurança jurídica, alivia para milícias, desmonta fundos constitucionais e dificulta o sequestro de bens do crime, o resultado é só um: quem ganha é o crime organizado. Este texto não está pronto para ser votado. Combater crime exige firmeza, não brechas.