A resposta do Irã a Israel deixou mais clara a hierarquização da vida promovida pela mídia corporativa.
Mortos em Israel têm rosto, nome, história, família, trabalho e sensibilizam repórteres e apresentadores.
São gente - a comoção indica.
Mortos no Irã viram fotos formais, exóticas, sem histórico, laços afetivos, associados a perigo para inspirar medo e repulsa.
São monstros - a narrativa sugere.
Mortos em Gaza são anônimos, números, sem foto, história, situação social, família e não geram lágrimas na voz fria do off.
São inumanos - a frieza aponta.
A mídia faz a retórica do genocídio.
@historia_pensar@CNNBrasil Bolsonaro inelegível (e provavelmente preso) e Lula com 81 anos em 2026, sendo que existe dúvidas se ele vai concorrer até lá. Para mim, esse cenário é o mais provável, não?
@DataFutebol O tanto que a média de público do campeonato brasileiro vai cair com o acesso dessas equipes, é merecido e tudo, mas que vai prejudicar o próprio produto, vai