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#SUS#VivaoSUS#saude
@cabano1871@DyegoNacymento Sem dúvidas.
Só apontei para essa questão pq não devem caber post que mirem na fake news…aí estamos no mesmo nível da extrema direita
Temos uma seleção com jogares fracos mentalmente e que estão mais interessados na sua própria marca e com patrocinadores do que vestir a camisa e jogar. Maior exemplo é Neymar postar Bet após convocação.
É preciso mudar a mentalidade para ganhar.
@FormigaIsabelle Mas existe da QDenga, fora que os fatos ocorridos fazem parte do protocolo de segurança mesmo que não esteja comprovada a relação causal
Quando dizem que "cannabis medicinal não é (necessariamente) pseudociência", estão certos.
Existem 3 condições médicas com evidência minimamente convincente, favorável a cannabis medicinal:
1. Síndrome de Dravet
2. Síndrome de Lennox-Gestaut
3. Complexo da esclerose tuberosa
É por existir evidência científica favorável que as diretrizes do NICE (NG144) recomendam prescrição de cannabidiol para estas condições.
Especificamente:
É recomendado em casos de epilepsia grave, resistente aos tratamentos convencionais, como uma terapia adjuvante em situações específicas.
Por exemplo, em casos de convulsões causadas por esclerose tuberosa (acima de 2 anos de idade), se (e somente se):
1) as convulsões não são controladas de forma satisfatória por 2 ou mais medicamentos anticonvulsivantes (usados sozinhos ou em combinação), ou se esses medicamentos não são tolerados;
2) a frequência de convulsões deve ser avaliada a cada 6 meses, e o cannabidiol deve ser cessado se a frequência não reduziu por pelo menos 30% comparado aos últimos 6 meses antes de iniciar o tratamento - ou seja, é necessário fazer um monitoramento adequado e bem registrado por pelo menos 6 meses antes de pensar em prescrever o medicamento.
No geral, as recomendações são:
- condicionais/situacionais;
- nunca como monoterapia; e
- sempre devem ser reavaliadas depois de 6 meses pra decidir se o medicamento deve ser continuado ou não. É importante notar que essas recomendações são especificamente em relação ao produto Epidyolex, que é o único produto de cannabis medicinal aprovado para síndrome de Dravet e de Lennox-Gestaut (no Reino Unido)
Ou seja, a evidência foi considerada razoável para recomendar nestas condições específicas apenas com este produto, e não pode ser extrapolada para outros produtos baseados em cannabis medicinal, mesmo que contenham CBD em quantidades similares. Isso pq não há como garantir que os efeitos serão idênticos sem evidências clínicas diretas. Além disso, eles deixam claro que as evidências são incertas, a despeito de atualmente existir recomendação favorável. Isso significa que futuros estudos podem mudar nossas conclusões; não temos tanta confiança sobre a real eficácia do tratamento (e, consequentemente, sua relação de risco-benefício).
Em relação a custo-efetividade, eu não encontrei nenhum estudo que pudesse ser razoavelmente aplicável ao Brasil.
Mas pelo tamanho do efeito que os estudos sugerem, e pelo preço que estes produtos são comercializados, não me parece realista pra maioria das pessoas, quanto menos ao SUS. Tem muito medicamento mais eficaz e mais barato que ainda não foi incorporado pela CONITEC.
Na prática, o fato de serem caros acaba fazendo com que muitas pessoas optem por versões "mais baratas" de produtos a base de cannabis, que são vendidos livremente hoje em dia. Versões estas que não foram testadas em ensaios clínicos, não são produzidas / armazenadas / transportadas com nível de controle farmacêutico, e podem não ser eficazes ou seguras.
Quando dizem que "cannabis medicinal não é (necessariamente) pseudociência", estão certos.
Esse é um campo legítimo de estudo, que tem potencial para produzir intervenções eficazes (como foi o caso com Epidyolex para síndromes epilépticas).
Mas é um campo repleto de pseudociência também. Repleto de torcedores que mais atrapalham do que ajudam quem pesquisa com seriedade na área.
@augustodeAB Uma dúvida real de alguém leigo. Não existe dolo dos “profissionais”? Se eles sabiam do que era necessário para segurança da cliente e não colocaram (obviamente que por desatenção), o dolo não é considerado?
@talkingtuca@afreitasthaina Amadorismo total, mas estão lidando com algo perigoso. O mínimo é se certificar de que está tudo certo…uma responsabilidade que eles não estavam à altura.
@rayleighjeans@afreitasthaina Pois é, isso é meio básico né. Mas, eu consigo imaginar que ela confio muito no trabalho dos caras e acabou indo. Isso acaba mostrando o tamanho da responsabilidade desses “profissionais” e que não estavam à altura.
@douglasdenovo@afreitasthaina Eu concordo. Mas eu tenho medo de altura, então se eu fosse topar fazer qlqer coisa do tipo, eu checaria e rechecaria q está tudo certo
- A vacina do Butantã não foi aprovada de forma prematura pela ANVISA
- NENHUMA vacina é liberada apenas depois que todos os seus efeitos adversos são conhecidos
- Estudos de fase III nunca detectaram e nunca vão detectar efeitos adversos ultra-raros
- O momento de identificar efeitos adversos raros (ou populações mais suscetíveis) é DEPOIS que a vacina é liberada, não antes. Sempre foi assim e vai continuar sendo.
Não deixe que médicos oportunistas te convençam do contrário.
No meio de uma consulta tranquila, a familiar saca o celular, tira uma foto da paciente e depois vira para tirar foto de mim. Digo que não autorizei e ela me responde que é pq a filha pede para registrar tudo em foto.
Não sejam esses pacientes e familiares…
“ain vamos pagar a maior IVA do mundo, pipipi popopo”
Sim, vamos pagar a maior alíquota mundo, mas aqui vai o pulo do gato: NÓS JÁ PAGÁVAMOS.
A reforma tributária original era EXCELENTE, e o IVA seria infinitamente menor, mas sabe quem mudou isso?
CONGRESSO e SENADO, pra atender o lobby de empresários, deram excessões pra esses setores e enfiaram pro resto da população pagar a conta.