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Mas você já pode ter lido o texto ontem sem apertar os olhos se assinou a newsletter. Se não, tá no site do @JornalOGlobo. E é o que mais gostei de escrever nesta Copa.
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IMPORTANTE: testemunhas ouvidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público revelaram que Casares retirava R$ 100 mil em espécie do São Paulo pelo menos uma vez por mês, desde janeiro de 2021.
Trechos e detalhes dos depoimentos estão nesta reportagem:
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🔴 Communiqué officiel de la RBFA en réaction au sursis accordé par la FIFA à Folarin Balogun :
« La RBFA est stupéfaite de la décision de la FIFA de déclarer le joueur américain suspendu Folarin Balogun éligible pour jouer dans le match USA–Belgique de lundi, 6 juillet à 17 h 00 (heure de Seattle).
La FIFA fonde sa décision sur l'article 27 du Code disciplinaire de la FIFA.
Cette disposition stipule que la Commission de discipline de la FIFA peut décider de suspendre l'exécution d'une sanction disciplinaire précédemment imposée.
Cependant, l'article 66.4 du même Code disciplinaire de la FIFA prévoit clairement qu'un carton rouge (expulsion) entraîne automatiquement une suspension pour le match suivant de l'équipe, comme cela a été le cas pour tous les cartons rouges précédents prononcés lors de cette Coupe du Monde FIFA.
De plus, indépendamment de ce qui précède, cette décision est en contradiction directe avec les dispositions du Règlement de la Compétition de la Coupe du Monde FIFA 2026, telles que prévues à l'article 10.5 :
« Si un joueur ou un officiel d'équipe est expulsé en raison d'un carton rouge direct ou indirect (deuxième avertissement), il sera automatiquement suspendu du match suivant de son équipe. De plus, des sanctions supplémentaires peuvent être imposées. »
Le caractère automatique d'une telle suspension a également été réaffirmé explicitement dans la Circulaire n° 16 de la Coupe du Monde FIFA 2026, qui a été distribuée à toutes les associations membres participantes le 12 mai 2026.
La même règle est répétée à chaque Réunion de coordination des matchs de la Coupe du Monde FIFA 2026 avant chaque match et est incluse dans toutes les présentations des ateliers de la Coupe du Monde FIFA 2026.
Afin de sauvegarder les droits légitimes de toutes les équipes participantes et de protéger les principes fondamentaux du fair-play dans notre sport, tant lors de cette Coupe du Monde FIFA que lors des éditions futures du tournoi, la RBFA examine toutes les options potentielles. »
(Officiel)
Por motivos óbvios, o serviço tem sido pouco divulgado, mas vale ressaltar sua existência (e espalhar!). Foi lançada há poucos dias uma plataforma que permite a autoexclusão de TODOS OS SITES DE APOSTAS nacionais e o bloqueio da publicidade direcionada por bets. Aqui: https://t.co/PojObx4KfY
Amigos, essa é minha última semana na ESPN.
Por isso, estou à procura de freelas para os próximos três meses. Caso saibam de algo, me avisem! Tenho experiência em mkt e redes sociais, assessoria de imprensa, coordenação de transmissões e produção operacional.
Obrigada 🙏
Pessoal, convido vocês para o lançamento do meu primeiro livro. Trata-se de coletânea das minhas melhores (e algumas piores) colunas num período de dez anos
O lançamento será na livraria Drummond do Conjunto Nacional, na terça-feira, 19 horas. Espero vocês lá!
Compartilhe!
Queridos,
O Almanaque da Copa é feito pelo exército de um homem só, com muito carinho, muita dedicação e também muito suor. São horas e horas de pesquisa e escrita todos os dias.
Se você vem gostando do trabalho, por favor, ajude mais gente a conhecer. Viralizar é mais difícil quando a ideia são textos longos, mas quem realmente gosta de ler sobre futebol e de boas histórias pode curtir.
A cada dia, até a véspera da Copa, serão dois guias: o Guia Histórico e o Guia de Origens. Até o momento, sete textos de cada guia (e 14 seleções de cada) já estão no ar.
Bora fortalecer? =)
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Estrela Vermelha 0×3 São Paulo, em 1969. Борба, 28/7/1969.
Já pedi para a IA traduzir. O texto fala tanto do São Paulo como a foto mostra seus jogadores. Ou seja: quase nada. Não ajudou na minha pesquisa de pênaltis, só a corrigir o público que eu tinha.
Com orçamento superior ao de longas indicados ao Oscar, produtora de “Dark Horse” operou no Brasil sem registro na Ancine, sem vistos de trabalho para estrangeiros e sem pagar parte da equipe brasileira.
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🇦🇷Sempre que um brasileiro falar da, digamos assim, psiquê argentina, o ponto de partida precisa ser assumir a incapacidade de acessá-la por inteiro. A gente não alcança a excepcionalidade existencial deles, talvez seja vice-versa, não me meto jamais a entender o peronismo, por exemplo, tem coisa que não dá pra assimilar sem ter uma vida lá dentro. Maradona, Messi, "aquele troço todo", como diria o professor Simas.
(excepcionalidade existencial, que cascata a minha)
Tem um texto do Jorge Valdano sobre o Messi, nunca mais achei, li na rede tantos anos atrás, escrito antes da Argentina começar a ganhar taças com o tampinha genial, no qual, mais ou menos com essas palavras, ele definia Messi como alguém que "atua pela seleção não para ser querido, e sim para ser perdoado de um crime que ele não sabe bem qual é". O Valdano é campeão do mundo em 86 e virou, depois da bola, um cronista especial, daqueles que você para e lê e sabe que, no mínimo, o cara passou um café antes de pensar no que vai dizer. Um Tostão deles. O Messi, naquela época que hoje parece outra vida, entrando em parafuso a cada desgosto com a camisa nacional enquanto tudo dava certo em Barcelona, era pauta irresistível. Você olhava nos olhos do Messi e ele parecia perguntar "o que mais vocês querem de mim? Que eu seja outra pessoa?".
Estive na Argentina na Copa América de 2011 para acompanhar a Seleção do Mano Menezes, jogos em Córdoba, quinze paraguaios pra cada brasileiro, 2 a 2, gol do Fred no fim, era o começo do ciclo que acabaria no 7 a 1. Assim que cheguei, a notícia era: "Murió Facundo Cabral". Era tipo um Belchior deles, foi baleado na Guatemala, uma pequena comoção. E tinha eleição em Buenos Aires também, e greve de lixeiros, cidade suja de santinhos. Digressões. Em Córdoba, o jornal sugeria, na manchete, um debate: "Messi é um apátrida?", assim, sem molho. Discutia-se o fato de ele não cantar o hino nacional na partida de estreia. Talvez fosse por aí o caminho do tal "crime" que Valdano mencionara. O crime de sair cedo do país, gostar de Barcelona, ter até algum sotaque de lá, não comprar as brigas que esperavam dele, etc, qual o quê: Raphael Prates diria que é tudo questão da bola entrar na casinha.
Foi podre atrás de podre pra ele, nem sempre por culpa dele, porque convenhamos: a Copa dele em 2014, por exemplo, foi muito boa. Deu Alemanha no detalhe do detalhe, e nunca faltou Messi na campanha. Quando vieram as derrotas para o Chile em finais consecutivas de Copa América, ele quis parar, acheu que era algo pessoal de Deus contra ele, destino, quis ficar na dele na Catalunha, mais precisamente em Castelldefels, aprazível bairro afastado onde construiu uma pequena Rosario de amigos, parças e familiares. Na Copa de 2018 já estreou perdendo pênalti para um goleiro islandês (não pode), e ali, na Rússia, com o Sampaoli naquele climinha, olha, ali era um poço fundo, um baixo-astral de deprimir até o mais eloquente "hincha". Ali ajustava-se, por gentileza doída, o discurso de perdão: "tantos gênios também ficaram sem Copa...".
Não é que não bancassem Messi. Na ambivalência do fanatismo, nunca faltou idolatria. Só era um pouco de carência reativa, um jeito torto de mostrar (ou esconder) amor, uma mistura de temperos que formam a tal psiquê que a gente não acessa. A caceta da bola tinha que entrar numa final. Sob o argumento de Jorge Valdano, Messi tinha um contraponto invencível pela frente: Diego Maradona não foi somente um campeão, genial, insolente, rebelde, que não coube em Barcelona, nunca pisou em Castelldefels, se achou em Nápoles e trouxe a Copa, e Nápoles, pro país. Maradona foi, acima de tudo, o homem perdoado por tudo. Má educação, noites em claro, profissionalismo duvidoso, violência doméstica, infidelidade, paternidade negada, dependência química, tiro em jornalista, todo tipo de excesso que você imaginar: perdoado. "Dessa vez o povo vai me odiar", e o povo o bancava ainda mais.
A bola do Messi, ufa, entrou em uma final. Uma semana antes, Messi atacou verbalmente um holandês em sotaque-quase-dialeto rosarino, e o som de sua voz em tom argentiníssimo, não catalão, caiu como uma bomba atômica de identidade no país que ainda o espera. "Qué mirá, bobo? Andá pa allá". Vaza de Miami, Messi, porra.
Em Córdoba, em 2011, tinha um moleque, porteiro do minúsculo hotel de estrada, Quebin Mujica era o nome dele, do moleque, não do hotel, não esqueci sei lá porquê, que me forneceu um pendrive 3G pra eu mandar textos pro Blog do Birner. Ele tinha o pé engessado, machucou jogando basquete. Uns amigos adolescentes colaram no hall, tomaram fernet. Ele torcia para o River Plate e para o Belgrano, clube da cidade. Dias antes, o River Plate foi rebaixado jogando justamente contra o Belgrano. Vexame, climão. Perguntei pra quem ele torceu.
"Para los dos. No trate de entenderlo". Eu, que não tento entender os argentinos, só os admiro perdidamente, aceitei.
O Anotações de hoje traz duas matérias EXCLUSIVAS: os detalhes do contrato de patrocínio da Unimed e os bastidores da reunião de ontem do Conselho Deliberativo do São Paulo.
Junto com toda a cobertura mais completa do Tricolor, custa só R$ 3.
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📰 Edição 1.654 no ar, com TUDO sobre a eliminação do São Paulo em Caxias do Sul e a demissão de Róger Machado.
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🚨 EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve mensagens, documentos e áudios que revelam como Flávio Bolsonaro negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro um pagamento milionário para financiar “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro.
O dono do Banco Master pagou pelo menos 10 milhões de dólares para a produção do longa, segundo documentos analisados pela nossa reportagem.
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📰 Edição 1.645 no ar: 21 páginas com bastidores políticos e bola rolando no São Paulo.
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Saindo hoje o 259º episódio do @podcast_fc sobre O NOME DA ROSA de Jean Jacques Annaud e eu quero ilustrar aqui a importância de fotografia e direção de arte nesse filmaço que representa bem, de forma direta, algumas ideias do seu autor, Umberto Eco. Segue aqui 🧶👇