A nossa grande mídia é bastante criativa quando o assunto é esconder com adjetivos como “exótico”, “heterodoxo”, etc, a realidade dos fatos: o adjetivo correto é “ditadura”!
EDITORIAL | O Supremo deve respostas ao País – “O caso foi parar na Corte sem que haja investigados com foro por prerrogativa de função, o que desafia a Constituição”. Leia o texto completo em https://t.co/iFJnzGhrlT (via @opiniao_estadao)
O que o ministro Alexandre Padilha faz nesse post não é “defesa da ciência” é ameaça política - e explícita - contra médicos que pensam diferente da narrativa oficial.
Ele transforma divergência científica em crime de opinião, carimba todo mundo de “negacionista” e ainda comemora matéria de jornal que expõe pessoas com nome e sobrenome, sem direito de defesa, como se manchete fosse sentença - aliás nesse regime é mesmo.
“Acionaremos todas as medidas cabíveis pra impedir que essas pessoas continuem…” – um ministro de Estado não pode falar assim de profissionais regularmente inscritos em conselhos, com décadas de prática clínica, apenas porque discordam da estratégia oficial. Quem fiscaliza médico é CRM, CFM, pares científicos, não um gabinete político armado com AGU, PNDD e hashtags.
Padilha ainda mistura tudo: COP30, clima, vacina, AGU, “plataforma do respeito”, afinal esse é o verdadeiro objetivo da COP 30 - perseguir o dissenso. Usa a agenda climática como escudo moral para justificar perseguição a quem questiona qualquer ponto do dogma vacinal. Ciência não é fé de Estado. Ciência admite hipótese, erro, revisão, crítica. Quando o regime decide que uma versão é “a Verdade” e o resto será calado com processos, isso tem outro nome: ditadura.
E é profundamente antiético que o mesmo governo que está investindo bilhões em plataformas de RNAm se coloque como juiz supremo de quem pode ou não discutir riscos, limites e efeitos adversos. Há conflitos de interesse óbvios. Quanto mais o Estado se torna produtor e promotor dessas tecnologias, mais deveria garantir debate aberto - não menos.
Se algum médico comete fraude, promete cura milagrosa ou vende tratamento sem evidência, existe código de ética, existe Justiça, existe órgão regulador. O que Padilha quer, porém, é punição exemplar para intimidar o resto, sob o rótulo genérico de “negacionismo”. O resultado é catastrófico para a verdadeira ciência e para nós pacientes: aumentará o medo de notificar eventos adversos, publicar dados inconvenientes, falar a verdade.
Ministro que precisa de mordaça, ameaça e AGU para “defender a ciência” não está defendendo a saúde do povo brasileiro; está defendendo o poder - e silenciando justamente quem deveria ter liberdade máxima para questionar: os médicos, cientistas e pesquisadores, que veem pacientes reais e não apenas narrativas oficiais de um regime que insiste em transformar o seu povo em ratos de laboratório.
Excelente artigo, com várias nua cês a serem exploradas. Começo analisando as críticas que ele diz que recebeu por falar de “alguém de direita”. Algumas semanas atrás o @nikolas_dm falou da desumanização. É sobre isso. Quer dizer que ela não tem direito por ser de direita?
URGENTE!!!
Com a demissão da Daniela Lima da Globonews, o ministro Alexandre de Moraes dá 24 horas para que a emissora nomeie um novo representante legal do STF no canal.
Consta que o ministro Gilmar Mendes está indignado: "Foi horrível, fiquei sabendo pela imprensa".
Da série desconstruindo a história: “em 1987 o Brasil vivia uma ditadura militar”…
Meldels, onde o jornalismo da Globolixo vai parar…
#GloboLixo#fakenews
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Com o título da Supercopa do Brasil, Bruno Henrique e Arrascaeta se isolam como os jogadores com mais títulos na história do Flamengo. A dupla soma 14 conquistas e ficam à frente de Zico, Junior e Gabigol.
Por @__perdigao
📸 Gilvan de Souza | Flamengo