Este pequeño está solito y asustado en las inmediaciones del Supermercado Líder en Melipilla. Si lo reconoces o deseas darle un hogar temporal o definitivo, comunícate al +56998054244. Favor RT!
#Melipilla
Mal debut iniciar vocerías falseando la realidad. El Gobierno de Boric rechazó cada uno de los beneficios solicitados por los depredadores sexuales y fue la Corte Suprema quien obligó a concederlos. El Gobierno de Kast decretó las rebajas de pena sin "decir ni pío". La defensa del vocero Arenas es pueril y mentirosa.
Es un error haber firmado los decretos rebajando condenas de condenados por abuso sexual y violación a menores. El gobierno propone resolver esto con una nueva ley, pero esa ley también podrá ser impugnada en cuanto a su retroactividad. La pelea hay que darla en los tribunales.👇🏽
Chile sería más estimulante, un país más llevadero, si su élite no fuese tan increíblemente vacua ni su prensa tan empobrecida y obsecuente. No hay por dónde. No hay modernidad, no hay temas, ni proyectos colectivos, ni visiones de futuro. Con suerte nos salvan nuestros artistas.
Una democracia donde un solo individuo puede gastar más de 400 millones de dólares para beneficiar al partido político que le facilita ganar todo ese dinero es cualquier cosa menos una democracia. Adam Smith y hasta un teórico del conservadurismo como Burke estarían alarmados si vivieran hoy
El patrón es claro. Se rebajan penas a violadores de niñ@s y a violadores de derechos humanos, sin esperar fallo de los tribunales.
¿Esta era la mano dura contra los delincuentes?
Hermanitas en adopción responsable y conjunta. Son inseparables, no podrían vivir la una sin la otra. Las llevan a domicilio dentro de Santiago y alrededores. Favor RT!
#Santiago
Martín, es maravilloso, dulce, cariñoso, muy joven y pequeño, 6 kilos, está castrado. Tenencia indoor, si vivirá en departamento debe tener mallas de seguridad.
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Escribir +5959417690
El 28 octubre vamos a santiago y podemos trasladar.
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#adoptarsalvavidas
O Chile está oferecendo à América Latina, em tempo real, uma aula sobre o que acontece quando a promessa de cortar tudo deixa o palanque e vira orçamento. José Antonio Kast tomou posse em março com um discurso simples: enxugar o Estado, reduzir o déficit e deixar que o mercado, aliviado, voltasse a investir e contratar. Sete meses depois, o país tem desemprego de 9,6%, o maior em mais de cinco anos, e um governo com mais de 60% de desaprovação.
O retrato econômico montado pela BBC Mundo é duro. O Produto Interno Bruto caiu 0,5% no primeiro trimestre e 0,2% no segundo, na comparação com o ano anterior, a pior contração desde a pandemia. O investimento produtivo, público e privado, ficou parado no segundo trimestre, a demanda interna praticamente não cresceu e o Fundo Monetário Internacional rebaixou a projeção de 2026 para 0,6%, o que deixa o Chile com a pior perspectiva da região depois da Bolívia.
O episódio que melhor resume a lógica do governo ficou conhecido como "bencinazo". Quando a guerra contra o Irã disparou o preço do petróleo, a maioria dos países buscou formas de amortecer o impacto, e Santiago decidiu deixar o mercado agir sozinho porque compensar a alta custaria caro demais ao ajuste fiscal. Num país que importa quase todo o petróleo que consome, a gasolina ficou cerca de 30% mais cara e o diesel subiu mais de 40%, o aumento passou para o frete e para os alimentos, a inflação chegou a 4,1% em julho e as vendas dos supermercados caíram 1,2% em agosto.
A motosserra seguiu adiante com corte de 3% no orçamento de todos os ministérios, redução e fechamento de programas sociais classificados como ineficientes e queda do investimento público. O detalhe revelador está no outro lado da balança: em outubro, o presidente sancionou uma reforma que reduz gradualmente o imposto das empresas de 27% para 23% e garante aos grandes investidores regras tributárias congeladas por longo prazo. O sacrifício foi distribuído de baixo para cima, e o alívio, de cima para baixo.
É justo registrar que a economia chilena também sofreu choques que não dependem do governo, como a queda de 17,4% da mineração em agosto por problemas operacionais e clima adverso. Mesmo assim, a política fiscal está freando o crescimento, porque menos gasto público significa menos demanda numa economia que já desacelerava. E o próprio governo parece ter percebido: anunciou um plano de US$ 1,3 bilhão em obras e subsídios para criar 100 mil vagas até 2027, medida que não constava do receituário de março e que reconhece, na prática, o papel do Estado quando o mercado para de contratar.
Para o Brasil, que vai às urnas no domingo, a comparação é inevitável. Aqui o desemprego ficou em 5,3% no trimestre encerrado em agosto, o menor para o período desde 2012, com recorde de 103,5 milhões de pessoas ocupadas, segundo o IBGE. O vizinho mostra com números o custo de trocar política econômica por slogan, e quem paga esse custo primeiro é sempre o trabalhador que perde o emprego e a família que vê o preço do combustível chegar à mesa.
Neo, de 5 meses, en adopción responsable. Es muy tierno, amoroso, juguetón y sociable con otros animalitos y personas. Si deseas darle un hogar para siempre, comunícate al +56978774327. Favor RT!
#Talcahuano
Oso, de un año aproximado, en adopción responsable. Lleva meses abandonado en el Parque Bicentenario y merece encontrar una familia que lo ame. Se encuentra castrado. Es muy dócil, cariñoso y amistoso. Si deseas darle esa familia, comunícate al +56953680386. Favor RT!
#Santiago
Dijeron que la izquierda quería imponer una dictadura… y la impusieron ellos.
Dijeron que la izquierda quería matar gente… y la mataron ellos.
Dijeron que la izquierda quería robarte la platita de tu pensión… y la robaron ellos