Professor, Freireano, Lulista, esquerdista, progressista, Marxista, Leninista, Gramsciniano, Guevarista, Castrista e contra os fascistas!!! Não passarão!!!!
Reuni hoje ministros e ministras para fazer um balanço dos avanços do nosso governo e dos três anos de reconstrução do Brasil.
Seguimos unidos pelo mesmo propósito: cuidar do povo brasileiro, fortalecer nossa soberania e construir um país cada vez mais respeitado, desenvolvido e aberto ao diálogo com todos os países do mundo.
📸 @ricardostuckert
📝 Nota do Governo do Brasil
O Governo brasileiro manifesta indignação com a conclusão preliminar anunciada ontem (1/6) pelo USTR relativa à investigação da Seção 301 contra alegadas práticas comerciais desleais do Brasil.
Essa investigação teve início em 15 de julho de 2025 por provocação da família Bolsonaro e está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. Essas investidas têm contado com o auxílio de falsos patriotas que usam cargos e funções públicas para conspirar contra os interesses nacionais.
É lastimável que todo o trabalho de diálogo e articulação que o Governo brasileiro tem feito, inclusive com envolvimento pessoal dos Presidentes Lula e Trump, seja sabotado por interesses meramente eleitorais e familiares.
Não havia e não há justificativa para essas medidas unilaterais contra o nosso país ou contra patrimônios brasileiros como o PIX, mencionado explicitamente nas recomendações preliminares. Segundo estatísticas do “Bureau of Economic Analysis”, os EUA acumularam US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos (2011-2025). Só no ano passado, o superávit comercial de bens dos EUA com o Brasil totalizou US$ 14,46 bilhões. Considerando bens e serviços a cifra sobe a US$ 40,52 bilhões.
Em 2025, 76% das importações originárias dos Estados Unidos entraram no Brasil sem pagar imposto de importação. Oito dos dez principais produtos importados dos Estados Unidos pelo Brasil tiveram tarifa efetiva zero, incluindo petróleo e derivados, aeronaves, gás natural e carvão. A alíquota média efetivamente cobrada dos produtos norte-americanos no Brasil foi de apenas 3,1%.
O principal efeito das tarifas unilaterais, politicamente motivadas, aplicadas ao nosso país tem sido impor danos à economia nacional e à geração de emprego e renda, além de diminuir o papel dos EUA como nosso parceiro comercial. No primeiro trimestre de 2026, a participação dos EUA nas exportações brasileiras atingiu o menor valor da série histórica ao somar 9,4%.
Conforme acordado pelos Presidentes Lula e Trump por ocasião da reunião em Washington no dia 7 de maio, estão em curso negociações tarifárias entre os dois países em busca de soluções que resultem no encerramento da investigação da Seção 301, previsto para 15 de julho, sem imposição de medidas contra o Brasil. O Governo brasileiro também dará continuidade ao diálogo com o setor privado com esse objetivo.
O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional.
O Governo reafirma a expectativa de que as recomendações não se convertam em tarifas efetivas, mas reitera que adotará toda e qualquer medida capaz de reduzir os danos que venham a ser causados à economia, aos empregos e à renda dos brasileiros.
É preciso estar atento aos traidores da pátria e trabalhar em defesa da nossa soberania e dos interesses do povo brasileiro.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Currículo do Maurício Marcon (PL-RS):
- Foi cassado por fraude na cota de gênero
- Ficou 5h na neve pra ver o Trump (e não viu)
- Gravou essa bobeira aí embaixo mostrando seu visto pros EUA
- Atrapalhou a votação do fim da escala 6x1
Tá bom pra ser demitido em outubro, hein?
Se eu for eleito governador, no primeiro dia estarei no Congresso Nacional apoiando uma PEC que faça da cooperação a regra na segurança pública, em que a troca de informações seja a norma e não a exceção. Se a Polícia Federal colaborar com o Ministério Público Federal e Estadual e com a Polícia Civil dos estados, resolveremos o problema. Não acontece num passe de mágica, mas temos mecanismos para combater o crime, asfixiando-o financeiramente. #HaddadNaTMC
Os obstáculos que temos pela frente são enormes. Cada vez que damos um passo pra melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. Mas todo dia eu renovo minha fé em Deus e no povo brasileiro. Na força de quem levanta cedo, enfrenta dificuldades, cultiva esperança e nunca desiste dos seus sonhos.
Você que tem carteira assinada, que é MEI, que trabalha por aplicativo, que faz bico, que vende pela internet. Você que cuida, que ensina, que pega ônibus cheio, que planta, colhe, cozinha e constrói. Tenha uma certeza: o Governo do Brasil está do seu lado.
🎥 @ricardostuckert
A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores. Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1 no Brasil.
É importante que as pessoas se lembrem sempre de que não adianta a gente brigar pra eleger um presidente progressista se elegermos junto 400 conservadores no Congresso.
Entregamos, neste ano, o maior orçamento da educação da história do Brasil. Em 3 anos e 4 meses de governo, já fizemos muito pela educação:
1️⃣ Lançamos o Pé-de-Meia, que reduziu a evasão escolar em 43%.
2️⃣ Lançamos o MEC Livros. Já são 25 mil livros gratuitos para toda a população.
3️⃣ Avançamos e batemos a meta de alfabetização. 66% das crianças alfabetizadas na idade adequada em 2025. Aumento expressivo em relação a 2021, quando o percentual era de 36%.
4️⃣ Aumentamos o investimento no ensino técnico e superior federal. Novos Institutos Federais e campus de Universidades Federais construídos. Na semana passada, entregamos a sede definitiva do IFSP de Presidente Prudente.
5️⃣ Aumentamos o repasse para a merenda escolar, que passou 6 anos sem reajuste. Aumento chega a 55%. Mais do que o dobro da inflação acumulada em nosso mandato.
6️⃣ Aumentamos o número e o valor das bolsas de estudo e pesquisa, que passaram 10 anos sem reajuste. Só na Capes, em 2025 foram repassados R$ 3,3 bilhões para concessão de bolsas, recursos de custeio e de capital. Crescimento de 62% em relação a 2022, quando o montante foi de R$ 2 bilhões.
7️⃣ Aumentamos o número de matrículas de Escola em Tempo Integral. De 15,1% das matrículas em 2021, para 25,8%, em 2025, cumprindo a meta do Plano Nacional de Educação. Adesão de 91% dos municípios brasileiros. Investimento de aproximadamente R$ 7,2 bilhões para criar mais de 1,8 milhão de matrículas.
8️⃣ Criamos a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), que apoia cursinhos populares de todo o Brasil. Em 2026, serão R$ 290 milhões para auxiliar as atividades de mais de 1.200 iniciativas.
7️⃣ Fortalecemos o Enem, o Prouni, o Sisu e o Fies. Em 2025, o Enem alcançou 4,8 milhões de inscritos, cerca de 1,3 milhão a mais do que em 2022. O Sisu teve recorde de 136 instituições participantes, com 271 mil estudantes aprovados. O Prouni ofereceu 594,5 mil bolsas na primeira edição de 2026, a maior marca da história. O Fies foi ampliado e agora oferece bolsas de até 100% para alunos que integram o CadÚnico.
8️⃣ Nova Lei de Cotas, instituída em 2023. Desde a mudança, 2,2 milhões de estudantes ingressaram no ensino superior por conta da nova lei. E o programa de assistência estudantil também virou lei.
9️⃣ Mais escolas conectadas. A Estratégia Nacional Escolas Conectadas aumentou de 42%, em 2022, para 71,7%, em 2026, o número de escolas com conectividade adequada para fins pedagógicos. 24 milhões de estudantes beneficiados. Investimento de R$ 8,8 bilhões.
🔟 Programa Mais Professores para o Brasil, que fortalece e valoriza a profissão. Até 2026, o programa já recebeu R$ 1,68 bilhão para realizar uma série de ações voltadas à valorização dos professores: Pé-de-Meia Licenciatura, Prova Nacional Docente, Bolsa Mais Professores, Carteira Nacional Docente do Brasil, Reconhecimento Mais Professores.
E vamos fazer muito mais. Educação não é gasto. É investimento.
A Receita Federal realizou, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, a maior operação da história de sua Corregedoria. A ação apura um esquema de corrupção na aduana do Porto do Rio de Janeiro.
Já estamos no segundo quarto do Século XXI, mas os editoriais deste domingo parecem ter sido escritos no Século XIX. O @JornalOGlobo chega ao cúmulo de dizer que a jornada de trabalho no Brasil deveria aumentar, e não ser reduzida de 44 para 40 horas semanais, com o fim da escala 6x1, que o jornal considera um horror. E o @Estadao repudia toda e qualquer participação do estado no desenvolvimento do país, passando a borracha na história para defender a selvageria mercadista. Daqui a pouco vão defender a volta do trabalho escravo e a abolição estado nacional. Estes editorialistas são capazes de escrever tudo, mas não conseguem ler a realidade de um país que precisa e quer seguir adiante, sob a liderança do presidente @LulaOficial.
A carga tributária brasileira gira em torno de 32% do PIB desde o início dos anos 2000 e, hoje, segue perto da média histórica. O problema central do Brasil não é uma carga fora da curva : é a profunda desigualdade de quem paga a conta.
Ter um emprego não pode ser sinônimo de renunciar à vida familiar e ao lazer.
Queremos pôr fim à chamada jornada de trabalho 6 x 1, para permitir que todo trabalhador e toda trabalhadora tenha dois dias de descanso semanal.
Defender a família é assegurar que todo cidadão possa passar tempo de qualidade com seus entes queridos.