@_Caraaleatorio2@rottiv19@RuivaMaisa_ A stricto sensu, a medicina e a psicologia não definem pedofilia como natural e sim como um transtorno de desenvolvimento sexual. Uma patologia ou disfunção. Canibalismo é uma relação ecológica natural. Homossexualidade é natural sob a ótica biológica, genética e evolutiva.
@truepaulmilan@drblacktrunk@jessicatuga Etnia tem a ver com o idioma, religião, história, tradição, cultura e também o local de nascimento. Não apenas herança genética. Como Gisele Bündchen nasceu no Brasil, ela é etnicamente brasileira de matriz Teuto-Brasileira, por ter crescido em local com cultura alemã.
@RenatoSalesCam1@nacaomarvell Na própria autópsia dele consta que ele foi vítima de homicídio e Conrad Murray, médico que aplicou as doses letais de propofol, foi condenado por homicídio também.
@Kierschman@akarijkz@WanderleyMajes1 De fato foi uma ideia baseada no que ocorreu em TLOU, talvez com a necessidade de subverter a espectativa do público. Sempre achei a motivação da Abby ridícula, não simpatizo nem um pouco com a causa dela, mas simpatizei com ela pelo fator Gameplay, ela é muito foda nesse quesito
@GlichKermit@WanderleyMajes1 Esse jogo tem esse problema de ludonarrativa mesmo. Faz tempo que joguei, mas acho que a Ellie não soube que o Joel matou o pai da Abby, pelo menos eu não me lembro disso ser dito pra ela diretamente.
@Kierschman@akarijkz@WanderleyMajes1 Nós nos importavamos com a Sarah, mesmo jogando pouquíssimo com ela. Ela era só uma criança. Nós sentimos o que o Joel sentiu ao perder ela de forma tão violente e injusta. No caso da Abby, ninguém se importava com o pai dela, que inclusive queria matar a Ellie. É diferente.
@Kierschman@akarijkz@WanderleyMajes1 Nós acompanhamos a Abby e o Joel é um vilão no ponto de vista dela. Abby não é tratada como heróina, inclusive a Mel diz ao Owen que a Abby é uma maluca psicótica que torturou desnecessariamente o Joel.
Todos tem seus lados bons e ruins e The Last of Us é sobre isso.
@vancethex@lixolixolixoli4@Midvsmi O politicamente correto é construído aos poucos pela própria sociedade através de movimentos sociais, empresas, redes sociais, justiça e lei. A não ser que você acredite que há uma grande conspiração por trás das decisões criativas das desenvolvedoras e publicadoras.
@vancethex@lixolixolixoli4@Midvsmi A ideia por trás de fazer um novo jogo da franquia era vir com algo inédito pra franquia, e com isso gameplay, narrativa e direção mudaram drasticamente. Aos olhos da crítica e do público, foram mudanças boas e positivas pra franquia, com poucas ressalvas.
@vancethex@lixolixolixoli4@Midvsmi Eu não disse que o jogo continua sangrento "como antes" ou "o mesmo nível", eu disse que continua sangrento.
A morte do Heimdall é um exemplo, ou as lutas de Kratos vs Baldur no God of War 2018.
@vancethex@lixolixolixoli4@Midvsmi Se agradou o público geral então o jogo foi bem sucedido no que ele se propunhava a fazer, o que jornalista disse ou não não importa. Mas, supondo que 99% dos jornalistas gamers são de esquerda, qual seria o problema? Se 99% fosse de direita estaria tudo bem pra você?
@vancethex@lixolixolixoli4@Midvsmi Não só agradou os jornalistas progressistas hipotéticos, como também agradou o público num geral, tanto que os jogos venderam muito bem. Se todos os estúdios fizessem jogos como GoW 2018 e TLOUS2, a indústria dos games estaria num excelente caminho.
@vancethex@lixolixolixoli4@Midvsmi Joguei os da era Grega (com excessão do Ascension) e digo que o jogo continua sangrento. Mudança de temática não é algo ruim: enquanto a grega focava em vingança, traição e manipulação a nórdica foca em paternidade, no amadurecimento, no luto e na quebra de ciclos destrutivos.