Estes caras dão uma preguiça. Assim como esse hipocrita do Hang, que cresceu buscando financiamentos subsidiados pelo Estado brasileiro, as empresas de Elon Musk, principalmente SpaceX, Tesla e SolarCity, já receberam pelo menos US$ 38 bilhões em dinheiro público ao longo de cerca de 20 anos, somando contratos governamentais, subsídios, créditos fiscais e financiamentos.
Papai Estado só é bom quando dá dinheiro para eles. Bolsa família é coisa de preguiçoso…
Não são nem 17h e Nikolas Ferreira, pago com o dinheiro do povo, já está num vôo com influencers como o “Luva de Pedreiro” pra ir ver a copa nos EUA.
Enquanto isso, 15 milhões de brasileiros que vivem a escala 6x1 ainda vão trabalhar amanhã ou no domingo pra sustentar o sistema que sustenta Nikolas.
@LucianoHangBr Hang compra dos chineses, imita a estátua dos americanos, pediu regulação europeia na taxa das “brusinhas” e revende para brasileiros com lucros astronômicos, eventualmente sonegando impostos.
Um hipócrita Made in Santa Catarina
Desde que o Intercept revelou as negociações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, aliados do bolsonarismo passaram a afirmar que não existiam provas das transações financeiras. Documentos obtidos por nossa equipe desmentem essa versão e ajudam a reconstruir o caminho percorrido pelo dinheiro.
Segue o fio para mais detalhes 🧶👇
Chegou a hora da gente ser Porta-Voz do Lula! 🌟❤️
Participe do evento de lançamento da plataforma de mobilização da maior liderança política da História do nosso país.
🗓️ HOJE! 9 de junho de 2026
⏰ 18h30
📍Auditório do Complexo Brasil 21 - Q.6 Asa Sul Brasília DF
Eu já sou porta-voz do @LulaOficial! E você? Vem com a gente!
É hora de ocupar as redes e dar visibilidade a um governo que muito fez, faz e tem muito a fazer pelo Brasil que sonhamos.
Em Brasil defesa da nossa gente, da democracia e de todas as formas de vida e de viver!
Seja você também a voz do futuro e da verdade.
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🚨URGENTE: Essa é a pesquisa da Atlas que o Flávio Rachadinha correu para censurar e derrubar da internet após vazarem áudio dele com Vorcaro.
FLÁVIO BOLSONARO DITADOR
PESQUISA ATLAS CENSURADA
A pedido do Flávio Bolsonaro o Ministro Nunes Marques, nomeado pelo Bolsonaro, suspendeu essa pesquisa porque mostra o Lula disparado na frente. Vamos fazer chegar ao máximo de pessoas.
🚨 ATENÇÃO! Essa é a pesquisa da AtlasIntel que TARIFLÁVIO quer impedir a divulgação.
Vamos manter baixo para não magoar o Bolsonarinho. Não COMPARTILHEM, tá? 😉
A CNH do Brasil agora é lei.
Sancionei a medida que já estava em vigor desde dezembro de 2025 e que está transformando a vida de milhões de brasileiros e brasileiras.
Com a CNH do Brasil, tirar a carteira de motorista ficou mais fácil, menos burocrático e mais barato. O resultado já aparece: batemos recorde de novos condutores habilitados no país.
Seja para trabalhar, conquistar mais autonomia ou passear com a família, cada vez mais brasileiros estão realizando o sonho da habilitação.
Mais oportunidades, mais inclusão e mais mobilidade para o povo brasileiro.
🎥 @ricardostuckert
PENSATA:
A bandeira americana na casa de Eduardo
Li que Eduardo Bolsonaro mantém uma bandeira americana hasteada na frente de casa, de forma permanente.
Morando neste país há quase dez anos, deixa eu dividir o que isso tem de exótico aos olhos de um cidadão americano naturalizado, como eu.
Em tempos de Trump, a bandeira americana virou um símbolo parecido com a camisa amarela da seleção, sequestrada pelo bolsonarismo. Hastear a bandeira na frente de casa, de forma permanente, deixou de ser patriotismo neutro e passou a sinalizar pertencimento a uma tribo política, a da direita trumpista. Democratas e independentes, hoje, raramente o fazem. E é aí que o gesto de Eduardo se torna estranho, porque ele não é nem cidadão dessa tribo nem deste país. É um estrangeiro, recém-despojado de mandato, filho de um ex-presidente condenado a 27 anos e preso por tentativa de golpe de Estado, fincando a bandeira de uma nação que não é a sua, sozinha, sem a do Brasil ao lado.
E é por isso que o significado merece análise, sob alguns aspectos. O primeiro é o da substituição. Hastear só a bandeira americana, sem a brasileira, não comunica dupla pertença, quando se é estrangeiro, sem a cidadania americana. Comunica troca. Não é “sou brasileiro que ama os Estados Unidos”, é “estou atuando sob outra bandeira. Apaguei a brasileira”.
O segundo é a contradição que ele expõe. O bolsonarismo se construiu como movimento ultranacionalista, dono do verde-amarelo, do “Brasil acima de tudo”, da camisa da seleção. Ver seu quadro mais internacional fincar uma bandeira estrangeira no próprio quintal revela que aquele patriotismo sempre foi instrumental.
O terceiro é o instrumental, e é o mais concreto. Toda a atuação de Eduardo nos EUA é trabalhar pela punição do próprio país.  A bandeira na fachada é a tradução doméstica desse projeto. É a versão visual, de uma escolha de lado.
Há ainda um quarto aspecto, talvez o mais revelador, porque é psicológico. Eduardo talvez não queira apenas se aliar aos EUA. Talvez queira ser americano. Há no gesto uma admiração que beira a submissão, a de quem enxerga no outro país uma grandeza que falta ao seu, e que por isso prefere a bandeira alheia à própria. É a velha mentalidade colonizada, a do brasileiro que se sente engrandecido ao se espelhar no que considera superior e diminuído pela própria origem. Fincar a bandeira americana, sozinha, no caso dele, não é só apoiar Trump. É dizer, em silêncio, que os EUA valem mais, e que pertencer a ele seria uma promoção. Poucos gestos dizem tanto sobre como alguém se vê, e sobre o desprezo que nutre pelo lugar de onde veio.
Aqui entra o que vejo da minha janela, e que talvez seja o melhor termômetro. Moro num condomínio de cem casas de moradores predominantemente americanos. Imagino que todos, mesmo os nascidos fora, como eu, sejam cidadãos. Uma única casa mantém a bandeira hasteada o tempo todo, a da ex-vice-prefeita da cidade, que acaba de deixar o cargo. Trumpista, perdeu para um Democrata. No resto do ano, a bandeira só aparece pequena, no gramado de cada casa, no Dia da Independência, quando um casal de corretores passa, finca a bandeirinha e ela fica ali dois ou três dias antes de sumir. Eu as guardo por respeito ao país. É esse o comportamento dos americanos ao meu redor: contenção, e quase sempre sazonal. Hastear de forma permanente é a exceção, e exige um motivo, em geral um cargo ou uma biografia ligada ao serviço público do país, especialmente militares.
Por isso o gesto de Eduardo não passa por assimilação. Onde o americano comum guarda a bandeira na garagem onze meses, o brasileiro que foge da Justiça a mantém erguida, como quem precisa provar de que lado está, e talvez convencer a si mesmo de que já pertence ao país que admira.
Ok. Seria inofensivo e até bonitinho, porém exótico para os americanos, não fosse Eduardo quem é e seu irmão não fosse candidato a presidente do país, que ele despreza e ajuda a prejudicar.