🇧🇷 Carlo Ancelotti tornou a Seleção Brasileira uma equipe que consegue pressionar bem.
Rayan saltou no defensor, tirou a opção de passe dele e gerou o erro.
Vini Jr com toda sua frieza habitual marcou mais um gol na Copa do Mundo!
A vitória contra o Haiti mostrou a real identidade do Brasil de Carlo Ancelotti: um time feito para roubar e acelerar até o gol.
Não espere algo diferente. Vai ser assim até o fim. É como melhor aproveitamos nossos talentos.
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Com a bola, deve ser isso aqui:
- Douglas Santos dá amplitude e libera o Vini
- Raphinha mais aberto pela direita
- Matheus Cunha vindo buscar mais a bola com Paquetá e Bruno Guimarães
Reflexão sobre a Copa do Mundo FIFA 2026.
A primeira rodada revelou até o presente momento uma grande tendência tática e estrutural na forma como as equipes querem atacar e distribuir os espaços.
Hoje, no futebol em geral, todas equipes querem, por via de regra, ocupar os quadrados interiores e as amplitudes, e prioritariamente construir com 3 jogadores na primeira linha de saída.
Na Copa, temos visto que esta afirmativa é verdadeira. Alemanha, Estados Unidos, México, Brasil, Uruguai, Turquia, Suécia, Japão, Suíça, Coreia do Sul e República Tcheca são algumas das várias seleções que, partindo com linha de 4 ou com três zagueiros de fato, seguem esta ideia.
A Copa é uma consequência das últimas temporadas europeias em relação as tendências táticas.
Equipes como Aston Villa, Chelsea (Maresca), Manchester City, Villarreal, Athletic Bilbao, Arsenal, Marseille (De Zerbi), Bayern, Barcelona, PSG e outras das principais equipes dos últimos anos trabalhavam entre as estruturas em 4+2 e 3+2, seja construindo a 3 com um dos laterais, seja construindo a 3 com um volante lateralizado ou baixo entre os centrais. Tudo está correlacionado.
Os jogos têm mostrado que as equipes buscam alguns padrões parecidos entre si:
- Saída a 3 jogadores na primeira linha de construção que pode ser feita com um lateral baixo ou com um volante lateralizado ou pelo centro;
- Tiro de Meta em 4+2 com a linha de quatro sustentada e dois volantes, por vezes em um 4-2-2-2 ou em uma estrutura 4-2-4 (que pode ser linear ou com dois falsos 9);
- Intenção de ocupar os dois quadrados interiores (espaço entre extremo, volante, lateral e zagueiro, que nos acostumamos a chamar de entrelinhas) e as duas amplitudes.
No entanto, também há uma tendência muito clara: elementos anti-posicionais acrescentados ao Jogo de Posição. Estados Unidos, Alemanha e México apresentaram um funcionamento coletivo parecido, e todas com uma mesma particularidade: a intenção de criar um lado forte ao redor da bola e que funciona a partir das interações, não necessariamente a partir da rigidez dos espaços.
Neste sentido, para exemplificar melhor, estas seleções curiosamente têm seu lado forte na esquerda. O jogador que começa no quadrado pela direita abandona esta zona e se junta ao setor onde há mais companheiros, para deste modo isolar o extremo oposto com possibilidade de receber em 1vs1. E imagino que isso seja cada vez mais visto nos próximos anos.
O jogador do norte da África tem uma essência pouco congruente com o restante dos jogadores africanos. Devido a aceleração do processo migratório e por conseguinte da miscigenação no transcorrer das últimas décadas, somada a proximidade geográfica com a Europa, os jogadores nascidos no Magreb (principalmente Argélia, Tunísia e Marrocos) possuem um caráter técnico que os diferencia nitidamente.
O jogador marroquino é, hoje, tudo aquilo que nós brasileiros já fomos um dia. Rebeldia, agressividade, improvisação, criatividade e uma leveza para desfrutar jogando que a pressão de 24 anos sem conquistar uma Copa do Mundo impedem de ser vista. Com toda certeza, nossos jogadores são primordialmente superiores aos de Marrocos em status e posição de relevância, mas os talentos vistos ontem em uma partida histórica de confirmação de um país que tem a melhor geração de sua história, são tudo aquilo que, essencialmente, deixamos de ser. Em outras palavras, Vinicius Jr., Raphinha, Igor Thiago e Paquetá podem ter melhores resultados na carreira que os atacantes marroquinos, mas a alegria com que jogaram nomes como Azzedine Ounahi, Bilal El Khannouss, Brahim Diaz, Ismael Saibari, Noussair Mazraoui e Ayyoub Bouaddi, foi justamente o sentimento que perdemos com o passar do tempo.
O sentimento de sermos diferentes dos demais, de que a nossa rebeldia e liberdade para expressar nossa arte enquanto brasileiros eram o que nos tornava melhores do que os europeus e demais adversários. Os marroquinos são os “brasileiros da África”, mas o velho Brasil, não o atual cuja tentativa de ser aquilo que não somos nos transformou em mais do mesmo em um futebol globalizado onde, por via de regra, todos querem jogar da mesma forma.
3-0 ao primeiro tempo e poderia facilmente ter terminado com cinco gols dos Estados Unidos. Maior domínio e imposição da Copa do Mundo 2026 até aqui. Maurício Pochettino.
E achavam que ele não existia…
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Amanhã tem início a Copa do Mundo e muitos acompanharão os jogos. O futebol nos lembra de algo que não devemos esquecer: a vida não é uma competição para brilhar sozinho, mas um caminho que aprendemos a percorrer juntos. Quem não sabe passar a bola, mesmo que tenha talento, ainda não entendeu o jogo. E quem não sabe viver com os outros e pelos outros, ainda não entendeu a vida. #ViagemApostólica
Não vivo por engajamento, não peço likes, RT ou seguidores, não faço o que faço por brincadeira - muito menos pra ficar famoso. Quem acompanha o trabalho há mais tempo sabe disso.
Tenho compromisso com o diploma e muito respeito pela profissão que aprendi a amar. Jornalismo é coisa séria.
As dificuldades de apurar são enormes - cada vez maiores em um clube fechado como o Galo.
Quando publicamos alguma coisa nesse sentido, temos confiança no que falamos. Não inventamos a informação que noticiamos ontem - muito menos fizemos isso a troco de engajamento, porque esse NUNCA será o nosso perfil.
Fred está no direito dele em se posicionar. Seguimos tranquilos quanto ao que publicamos, até mesmo pela cautela adotada na notícia.
Parabéns a Força Atleticana Revolucionária por mover forças contra uma homenagem a uma pessoa que nunca fez absolutamente nada para Belo Horizonte e muito menos por Minas Gerais.
VÍDEO NOVO NO AR.
Produzimos um raio-X bem completo sobre o Léo Duarte. Quem é, como joga, o que dizem os números e como ele é avaliado por quem conhece bem o zagueiro.
Participações especiais de @wvborges e @ArthurCostaBH.
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O Galo comunica que acertou todas as bases negociais para a contratação do zagueiro Léo Duarte, de 29 anos, cujo vínculo com o İstanbul Başakşehir se encerrou em 31/05/26.
A assinatura definitiva do contrato de trabalho, que terá a duração de 3 anos e meio, e o anúncio oficial, estão condicionados à realização e aprovação dos exames médicos, agendados para meados de junho.