🍿ATENCÃO | O influenciador de direita Felipe Sestaro afirmou que pretende revelar informações sobre os bastidores do bolsonarismo e prometeu usar seu podcast para “implodir” a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro
Hoje nos despedimos de Hikaru Kurosaki, o eterno Jaspion. Ator, dublê e ícone do tokusatsu, gênero japonês marcado por heróis, monstros, robôs e efeitos especiais, ele ajudou a popularizar esse universo no Brasil e marcou a infância de gerações. Seu legado seguirá vivo na memória dos fãs. Fará muita falta. Descanse em paz.
@Chief117Br Tá, então temos que importar um fracasso como vereador e colocá-lo como senador quando o berrante toca? Temos que apoiar os candidatos daqui e que trabalham.
@DoutorgoriBr Pois é, só que a Atlas é a que mais acerta no mundo. Mas você quer um aprovado pelo próprio Eduardo? Taí na imagem. Para de recalque que é feio, pois até o Jair foi negligenciado pelos institutos patrocinados pelo centrão.
Em nenhum momento Flávio repreendeu publicamente seus porta-vozes pelas ofensas dirigidas à mãe de sua irmã. Essa encenação é cortina de fumaça para enganar trouxa. Flávio representa o pior da política: corrupção e degradação moral. Se for eleito, arrastará a direita para a lama.
Quem prega que Flávio é a alternativa ao PT é tolo ou desonesto. Qualquer um sabe que ele é o mais fraco no 2º turno. A verdade é simples: você prefere entregar o país ao PT do que abandonar a idolatria por um político corrupto.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.