En 2006, su historia mundialista apenas comenzaba. En 2026, su historia mundialista terminará. Y sin importar lo que pase en su ÚLTIMO BAILE, siempre nos sentiremos afortunados por haber presenciado toda la carrera del máximo goleador de todos los tiempos. ¿Sería hermoso ver a Cristiano Ronaldo ganando un Mundial? Sí, sin duda. Pero, incluso si no lograra levantar la Copa más importante del planeta, nada cambiaría. Su grandeza está fuera de cualquier discusión y su legado es imborrable.
Después de todo lo que ha logrado durante sus más de 20 años en la cima, lo único que deseamos es que CR7 disfrute de la fiesta mundialista tanto como él nos ha hecho disfrutar con su fútbol. Quien no quiere, respeta, admira y reconoce a Don Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, no entiende nada de la pelotita.
ERES Y SIEMPRE SERÁS ETERNO, ÍDOLO.
A utilidade de João Pinto ali junto dos jogadores da Seleção só tem comparação com a de Simão Sabrosa perto da equipa do Benfica. Santa Casa do futebol.
Estavam aqui a dizer que é uma pena que Rúben Neves não tenha lugar no meio-campo da Seleção. Tem e terá sempre porque serão sete jogos – esperemos. Mas no 11 titular Rúben Neves tem mais do que lugar: é que neste momento é simplesmente o 'central' em melhor forma. Para jogar de início e para nos poupar os corações, que não são de ferro.
☢️ Reflexão da Cooperativa: se és menino, tens de sentir culpa
O Expresso decidiu valorizar "os que vão ser adultos amanhã". Muito bonito. Para assinalar o dia mundial da criança, resolveu ouvir crianças. Até aqui, tudo bem. O problema começa quando percebemos a distribuição dos papéis nesta peça de teatro "pedagógico".
➡️➡️ Para falar de política, futuro, cidadania, ambição, participação cívica e horizontes democráticos, temos meninas. Quase adultas, 17 anos, elevadas ao patamar nobre da consciência pública no podcast "A Lei da Paridade". Meninas, falem do país, do futuro, do vosso lugar no mundo. Sentem-se à mesa dos adultos, mas sem perderem o brilho juvenil que tanto compõe a fotografia. A mulher em construção, já tratada como promessa de estadista. A menina que pensa. A menina que participa. A menina que ascende.
➡️➡️ Depois há o outro altar, meninos ONLY!
Para falar de sexo, porn, consentimento e redes sociais, chamam-se meninos. Mais novos. 13 e 15 anos. Ainda com idade de terem mochilinha às costas, borbulhas na cara e um mundo inteiro a devorar-lhes a cabeça antes de saberem sequer pôr alguma ordem nos seus próprios pensamentos. Mas ali estão eles, muito úteis, muito pedagógicos, muito convenientemente masculinos, a servir de material humano para uma conversa que, à superfície, parece um alerta importante sobre a sexualidade nos dias de hoje.
E é importante, claro que é. A pornografia é tema. As redes sociais transformaram a intimidade num corredor do super. O consentimento deve ser ensinado, explicado, mastigado, repetido. Nada disto é irrelevante. Ninguém com dois neurónios e meio acha que os miúdos devem ser abandonados aos desígnios do Tiktok, ao Pornhub e ao grupo do WhatsApp em roda livre.
⚠️Porque, quando se escolhe pôr meninos tão novos a falar destes temas, há ali qualquer coisa que vai para lá da educação sexual. Há ali uma encenação moderna da culpa masculina antes sequer da maturidade masculina existir. Não é ainda o homem, mas já pode ser usado como rascunho do macho que é culpado. Não tem idade para votar, para conduzir, para beber uma jola mas já serve para simbolizar o "problema". O menino como suspeito em formação. O masculino em estado larvar, chamado ao confessionário progressista para explicar o mundo que ainda mal começou a perceber.
É fascinante. Às meninas dá-se a política, o futuro, a cidadania, a elevação. Aos meninos dá-se a pornografia, o consentimento e a penitência. Elas são a promessa. Eles são o dossiê de risco para o futuro. Elas pensam o país. Eles assumem o perigo de terem nascido com pila. Elas sobem à tribuna. Eles descem ao divã para serem "castrados".
➡️➡️ É o instinto cultural dos que tomaram as rédeas da doutrina. Para elevar, escolhe-se o feminino. Para problematizar, escolhe-se o masculino. Para inspirar, meninas. Para expiar, meninos. A nova pedagogia tem esta delicadeza de faca de manteiga, parece inofensiva, mas espalha sempre do mesmo lado.
Há, claro, quem diga que os rapazes também devem falar destas coisas. Devem. Como as raparigas também. Como todos. O ponto não é esse. O ponto é a coreografia. A distribuição simbólica. A escolha editorial que quando quer mostrar juventude luminosa, feminina-se o futuro; quando se quer discutir a sombra, masculiniza-se a culpa. O ritual de purificação do homem antes do homem.
Enquanto isso, no outro podcast, as meninas não carregam culpa nenhuma. São chamadas a pensar, a participar, a ocupar espaço. Também aqui há mensagem, claro. Só que é uma mensagem de ascensão. A mulher jovem como voz política, como sujeito nobre, como futuro moralmente higienizado. Nada contra. O problema é o contraste. A fotografia completa. De um lado, a menina cidadã. Do outro, o menino problema.
No fim do dia, o jornal valorizou os adultos de amanhã. A criança que precisava de menos palco e mais proteção, ficou outra vez ali no meio, usada como espelho das neuroses adultas.🥸
Para vossa eventual reflexão.
o dono da cooperativa
Assisti a Rafa, a série da Netflix sobre Rafael Nadal, esperando encontrar a fórmula tradicional dos documentários esportivos: imagens épicas, trilha emocionante e uma sucessão de elogios à genialidade de um atleta extraordinário. E isso até existe na série. Afinal, fala de um homem que conquistou 22 títulos de Grand Slam e transformou Roland Garros em seu quintal particular. Mas logo ficou claro que a proposta era outra.
Rafa não é uma história sobre vitórias. É sobre o preço das vitórias.
Ao acompanhar os últimos anos da carreira de Nadal, a série desloca o foco dos troféus para o desgaste físico e emocional provocado por décadas de busca pela excelência. Exames médicos, sessões de fisioterapia, dores crônicas e dúvidas sobre continuar ou parar ocupam mais espaço do que os momentos de glória.
E aí a série deixa de ser sobre tênis.
Todos admiramos o sucesso, mas raramente refletimos sobre seu custo.
A certa altura, Nadal é menos um campeão e mais um homem tentando negociar diariamente com o próprio corpo. A série mostra como uma condição rara no pé, diagnosticada ainda no início da carreira, desencadeou adaptações que permitiram que ele continuasse competindo, mas que também cobraram um preço crescente ao longo dos anos.
O contraste entre o jovem Nadal, explosivo e aparentemente indestrutível, e o veterano cauteloso, limitado pela dor, é o aspecto mais impactante da narrativa, porque torna sua trajetória mais humana.
Foi impossível assistir sem pensar em quantas pessoas vivem algo parecido fora das quadras. Empresários que sacrificam a saúde para construir empresas. Profissionais que chegam ao topo e descobrem que deixaram relacionamentos pelo caminho. Pessoas que dedicam décadas a um objetivo e, quando finalmente o alcançam, já não sabem quem são sem ele.
Rafa não oferece respostas definitivas. Talvez por isso funcione tão bem. Mais do que um documentário sobre um dos maiores tenistas da história, é uma reflexão sobre excelência, propósito e envelhecimento. Você termina os quatro episódios impressionado pelos títulos, mas muito mais impressionado pelo homem que precisou carregá-los.
EN FINALE DU TOURNOI DE ROLAND GARROS POUR SA 1ERE PARTICIPATION :
Issue des qualifications, 114eme mondiale, la jeune polonaise de 24 ans, Maja Chwalińska (sur la photo aux côtés de sa compatriote et amie Iga Świątek) entre dans l’histoire du tennis. Elle devient, en effet, la seule « joueuse venant des qualifications » de l’ère Open à atteindre la finale du tableau féminin du tournoi de Roland Garros. Un exploit juste exceptionnel.
Et pourtant, en 2021, Maja avait choisi de faire une pause dans le tennis, après avoir lutté avec sa santé mentale. À ce moment-là, elle ne savait même pas si elle reprendrait un jour une raquette. Elle était loin des projecteurs, loin des grands courts, loin de tout.
Et puis, pas à pas, elle est revenue.
Sans bruit. Avec courage.
Aujourd’hui, Maja est en finale de Roland-Garros pour sa 1ere participation à ce tournoi prestigieux. Incroyable et merveilleux.
La preuve qu’un chemin peut reprendre. Qu’une carrière peut renaître.
Qu’un être humain peut disparaître un temps… puis revenir plus grand encore.
Surréaliste. Magnifique. Inspirant ❤️🇵🇱
O 24Horas continua a crescer e maio foi o nosso melhor mês de sempre! 🚀
Ultrapassámos os 132 milhões de visualizações dos nossos conteúdos, um marco que reflete a confiança e o apoio de quem nos acompanha diariamente.
Também a nossa comunidade não para de aumentar: desde janeiro, o número de seguidores quase triplicou. Hoje, já são 363.113 aqueles que não dispensam as nossas publicações.
Obrigado por estar desse lado!
Portantos, deixa cá ver se tou a ver bem a coisa, agora que a seleção francesa acaba de perder em casa com a Costa do Marfim e La Roja de empatar no Riazor com o poderoso Iraque. Se no sábado não ganharmos ao Chile, instala-se no país a depressão e Martínez é uma besta, é isso não é?
O presidente dos EUA compara o comprimento de uma piscina comprida (que já estava construída, apenas a mandou pintar) com a altura de arranha-céus para dizer que ele é o maior e toda a gente acha normal (a começar pela equipa que fez o quadro).
Sei que ninguém iria sentir a minha falta, mas se este magnata ignorante conseguisse ser presidente, suspenderia o meu madridismo até o madridismo se ver livre dele. Seria breve. Hala Madrid!🩶
Devido à nova política de limitação de tuites nas contas não pagas, e porque não me apetece dar dinheiro a um gajo que financia a extrema-direita, as habituais primeiras páginas e capas de revistas agora estão aqui
https://t.co/eoPdWY5WTy
En el barco de Florentino Pérez están Toni Kroos, Luka Modric, Karim Benzema, Pepe, Marcelo, Carlo Ancelotti, Lucas Vázquez, Luka Doncic, Felipe Reyes, Rudy Fernández, Pablo Laso, Ronaldo Nazário, Roberto Carlos, Solari y muchas más leyendas.
En el barco de Enrique Riquelme están Iker Casillas, Mónica Marchante, Fernando Hierro, RAC1 Juanma Castaño, Manolo Lama, Javier Tebas y otros periodistas y periódicos antimadridistas.
El REAL MADRID no puede caer en manos del enemigo.
🇵🇹 The night Pepe bid farewell to Portugal after losing on penalties. Fast forward exactly 10 months later, Portugal won another trophy with him only there to present it.
He could’ve had 3 international trophies like Cristiano Ronaldo 🥹🥹
Os grandes clubes portugueses estão perto do topo da Europa em termos de investimento no mercado, mas junto à base no que pagam em salários. É o modelo de negócio que está assim montado. Fiz as contas todas neste texto:
👉 https://t.co/e4xqoOYvTP