O Botafogo recebeu e analisou diversos nomes que estão livres ou foram oferecidos nesta reta final da janela.
Carlos Júnior, Zaha e Mahrez estão entre os jogadores avaliados pelo clube, além de outras opções que chegaram à mesa da diretoria. No entanto, neste momento, a TENDÊNCIA é que o Botafogo NÃO avance por esses nomes.
A situação para a ponta esquerda também preocupa. Internamente, o clube está pessimista em conseguir fechar uma negociação para a posição até o encerramento da janela.
Medina pode ganhar chances jogando na meia esquerda, função que exercia no Estudiantes, mas no Botafogo ainda não jogou.
Situação de momento é essa. A ver se teremos mudanças.
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#medeiros
@CanalDoManel_@canaldomedeiros@Botafogo
Façam estes vídeos chegarem ao Franclim e ao time. Quem sabe eles aprendem algo.
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@90sfootball You gotta be kidding!! Neymar!?!?!? This piece if garbage doesn't even clean Garrincha's cleats!!! And Roberto Carlos instead of Nilton Santos!?!? Gimme a break!!!
🚨 Mais uma bizarrice da extrema direita!
Agora querem liberar o porte de armas dentro de voos comerciais.
A proposta do deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) é um retrato perfeito dessa fixação quase doentia que eles têm por armas.
E fica a pergunta que não quer calar: por que tanto desejo de andar armado o tempo todo?
É medo do povo que dizem representar?
É paranoia coletiva?
Ou será que é apenas um desejo fálico, uma necessidade de carregar no coldre aquilo que não conseguem sustentar na vida real?
Enquanto milhões de brasileiros pedem mais escolas, hospitais, transporte digno e segurança de verdade, essa turma gasta energia em projetos que colocam vidas em risco e só alimentam a indústria armamentista.
Não é sobre liberdade, é sobre fetiche de poder.
Afinal, quem precisa de arma até dentro de um avião? Só quem confunde virilidade com calibre.
A teia do poder é discreta, mas eficiente.
Enquanto a população é distraída por discursos sobre “meritocracia”, “família tradicional” e “combate à corrupção”, os bastidores do poder seguem operando com laços bem apertados.
Eduardo Paes, prefeito do Rio, é irmão de Guilherme Paes, sócio e executivo do BTG Pactual, um dos bancos mais influentes do país.
O mesmo BTG que, segundo reportagens, abriu as portas para Matheus Ferreira de Freitas, filho do governador Tarcísio de Freitas, logo após o pai assumir o governo de São Paulo.
As coincidências falam alto. Mais alto que qualquer discurso de “república técnica” ou “governo liberal”.
Matheus não passou por concurso. Não foi selecionado por edital público.
Mas conquistou uma vaga num dos bancos mais poderosos do Brasil.
E ninguém estranha?
O problema não é o filho do governador estagiar.
O problema é o silêncio, a opacidade e o tráfico sutil de privilégios, enquanto vendem ao povo a ideia de que só “vagabundo de esquerda” vive de Estado.
Quem aponta esse tipo de relação é acusado de ideológico.
Mas o verdadeiro projeto ideológico é esse: manter os de sempre no centro, nos cargos, nos bastidores e, claro, nos lucros.
É a velha política travestida de modernidade.
É o patrimonialismo 5G.
E a conta? Continua vindo no CPF de quem vive do salário e da esperança.
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#PrivilegiadosNuncaLargamOMoedor