Lula não gostou da conversa com o Trump desta vez. Visivelmente contrariado. Os tempos de ser recebido com "I love you" parecem ter acabado. Foi desmascarado. O lobby para traficantes foi por água abaixo. Agora, faz corpo mole na negociação para tentar cavar uma tarifa. Também não vai dar certo, se Deus quiser e no que depender de nós.
Eu só acho que a direita não tem o direito, neste ano, de querer enfrentar a própria direita. Se, em 2030, a direita quiser se enfrentar, aí é outro assunto. Mas, neste ano, a direita é obrigada a vencer o Lula!
E o único candidato capaz, pelo que se vê dos números, de vencer o Lula é o Flávio. Por isso, toda a direita deveria se unir em torno da campanha do Flávio. Todos os que se dizem de direita ou de centro-direita deveriam apoiar o líder das pesquisas nesse campo, que é Flávio Bolsonaro.
Se, em 2030, quiserem enfrentar Flávio Bolsonaro em uma eventual reeleição, aí é outro assunto. Mas, para que um dia se vislumbre uma disputa de direita contra direita, primeiro precisamos vencer o PT neste ano.
É a arte da guerra. Nós estamos em guerra. E, em uma guerra, é preciso utilizar a melhor estratégia. É por isso, também, que tenho defendido a candidatura de Flávio Bolsonaro. Na minha visão, ele é o único nome da direita capaz de vencer o Lula.
Na guerra vale tudo pra vencer o inimigo! Lula é o imoral que deve ser expurgado do Brasil!
Não existe nada mais importante do que derrotar o PT. Portanto, se a direita quer continuar existindo, primeiro precisamos vencer o PT neste ano.
É simples assim!
Donald Trump calou o mundo mais uma vez - e o fez completando 80 anos.
Por quase meio século, o Irã humilhou os Estados Unidos, incendiou o Oriente Médio e exportou terror. Até poucos meses atrás, dava-se como certo que ninguém impediria os aiatolás de obter armas nucleares e mísseis capazes de atingir qualquer ponto do planeta. Obama selou um acordo desastroso que apenas ajudou o Irã a ganhar tempo — e ainda financiou o programa nuclear deles com dinheiro vivo, paletes de cédulas voados para Teerã. Enquanto o regime expandia suas centrífugas e bancava o terrorismo, bastava um protesto para que ameaçasse fechar o Estreito de Ormuz e estrangular o mundo.
Trump fez de novo o que todos os "especialistas" juraram ser impossível.
Aguentou a imprensa, a pressão diplomática de imbecis como Lula e a parte da opinião pública que protestava - sem recuar um centímetro. Destruiu a capacidade militar iraniana e impôs este acordo histórico. Hoje ele autorizou a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio naval.
O mundo de amanhã é mais seguro do que o de ontem, graças ao presidente dos Estados Unidos.
Obrigado pelo presente, presidente Trump. E parabéns.
Com a extradição da Zambelli negada com direito a um esculacho da justiça italiana, Alexandre de Moraes acumula mais uma derrota internacional.
Mais uma. Na verdade, ele não ganhou uma.
Nos EUA, os pedidos de extradição de Allan dos Santos e de Ramagem foram negados. No caso do Ramagem teve constrangimento público. Alexandre também tenta me citar no processo do golpe, mas até hoje não conseguiu cooperação do DOJ.
A sua designação como violador de direitos humanos pelo Global Magnistky Act permanece e parte das suas sanções (como as de visto) permanecem - com o retorno das sanções financeiras no horizonte.
A Interpol retirou os nomes do Allan e do Eustáquio e ainda recusaram incluir outros.
Na Espanha, negaram a extradição do Eustáquio e também acusaram de politização do judiciário brasileiro.
A Argentina concedeu asilo aos presos do 8 de janeiro, também reconhecendo perseguição política.
Assim como fez a Polônia, dando asilo ao Didi Red Pill.
Enquanto isso ele ainda tem que responder um processo federal nos EUA, cuja citação ele tentou evitar sem sucesso, por ordens ilegais ao Rumble.
No final das contas, o mundo inteiro considera o Brasil um regime de exceção. Menos o Brasil. Já passou a hora de extirparmos esse câncer.
EXCELENTE NOTÍCIA!
Nunes Marques rejeita pedido contra uso de Dark Horse em ano eleitoral.
A esquerda tenta de tudo, mas quando não são os amiguinhos PARCIAIS deles, não conseguem o que querem…
Aguardem a Gleisi pedindo para Nunes Marques ser afastado do STF e do TSE.
Em julho de 2025, Míriam Leitão tentou culpar Bolsonaro pela situação fiscal do país. Mas Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, desmontou a narrativa ao vivo:
“Não adianta botar a culpa no Bolsonaro.”
Míriam ficou sem resposta. Meses depois, a matéria saiu do ar.
Resumindo a materia: Vorcaro diz em delação que foi só um patrocínio de filme e que nao tem nada de irregular. E sobre o Toffoli, o Alexandre e 2 ministros do lula, o que q tem, hein?