Leer, especialmente poesía, también escuchar música y mosaiquear, amo mosaiquear, consigo aquietar mis pensamientos que muchas veces vuelan y me inquietan.
Não consigo colocar em palavras toda emoção do dia inesquecível de ontem. Fizemos história e vivemos um dia histórico!!!! Foi lindo viver isso com vocês! Vamos Juntas 🌻
Sou formada por uma das faculdades particulares mais progressistas do país, me especializei em Economia da América Latina e estou na minha terceira especialização em Ciência Política. Foram 60 dias exaustivos: 10 quilos perdidos, ameaças, perseguições e três notificações extrajudiciais do Partido Liberal.
Graças ao meu trabalho, conheci praticamente toda a América Latina, realizando um dos meus maiores sonhos antes dos 30 anos.
Para quem não sabe, nasci em Interlagos, reduto de Ricardo Nunes e Milton Leite. Conheço os dois desde que me entendo por gente. Cresci em uma realidade em que a política sempre esteve presente. Meu pai me levava para votar quando eu ainda era criança e me deixava apertar o 13. Aquilo ficou na minha memória.
Hoje, sou bolsista e estudo na FFLCH-USP. Dependo das políticas públicas do Governo Federal para continuar construindo minha trajetória acadêmica. Por isso, quando estive diante da urna, não consegui conter as lágrimas.
Esse voto foi pelo meu avô, que saiu da miséria em Minas Gerais. Pelos meus tios e primos que foram prounistas. Pelos precatórios da minha mãe que desapareceram. Pela minha religião, pelas minhas amigas e pelos meus amigos LGBTQIAPN+. Pela minha família e por todos aqueles que, durante gerações, lutaram para que tivéssemos oportunidades que antes pareciam impossíveis. Lula mudou a minha vida. Mudou a história da minha família no interior de Minas Gerais. E esse voto carrega muito mais do que uma escolha eleitoral: carrega a minha história, a memória de quem veio antes de mim e a esperança de quem ainda está por vir.
Também carrega a memória de Carlos Marighella e a inspiração de homens que marcaram a luta latino-americana, como Emiliano Zapata, José de San Martín e Simón Bolívar.
Ainda não parei de chorar. Talvez porque eu saiba exatamente o que esse momento representa. Não é apenas sobre política. É sobre memória, pertencimento, dignidade, oportunidades e resistência.
A América Latina foi construída com sangue, luta e resistência. Nossa história não cabe nos interesses de quem sempre quis determinar o nosso destino.
A AMÉRICA LATINA NÃO É QUINTAL DE NINGUÉM.
VAMOS VIRAR!
@girasoles2515 Lo que me enoja es que Brasil tiene una Ley antidiscriminacion muy dura y sin embargo antes de ayer el candidato que nunca trabajó violó la ley haciendo referencia explícita al edadismo cuando le dijo al Presidente Vc e um Velho y ayer le dijo Nove dedos.