@NewsLiberdade Pq não resolver isso fora das redes sociais? O povo de bem quer solução, tirar a esquerda do poder e não mais problemas pra resolver. Como a gente vai se livrar do desgoverno assim?
Ele estava apenas em pé, com a mão no bolso, simples, mas que me despertou um sentimento impossível de explicar, ele marcou não apenas pela política, pelo trabalho ou pelo jeito, marcou pelo que despertou.
Nada apaga o que ele construiu, não foi apenas material, foi no coração, meu e de milhões, pela primeira vez.
Podem tentar diminuir, reescrever, atacar, enganar, injustiçar e prender, mas nada e ninguém apagarão sua história, seu legado e suas sementes.
E talvez seja justamente isso que incomoda tanta gente, perceber que ele deixou muito mais do que discursos, Jair Bolsonaro nos deixou um sentimento.
Quando o povo se levanta, nenhuma muralha injusta permanece de pé.
Houve um momento na história em que o povo estava encurralado: à frente, o impossível; atrás, a opressão.
Diante disso, Deus deu a Moisés uma ordem clara, não para recuar, nem apenas para clamar, mas para mandar o povo seguir em frente, marchar, mesmo sem ainda enxergar o caminho.
A história nunca é escrita no conforto. Ela nasce na coragem, na fé e na decisão de avançar.
Um dia, nossos filhos e netos vão olhar para imagens como essa e entender: houve um povo que não se ajoelhou, não se calou e escolheu caminhar.
A história está sendo escrita.
O Bolsonarismo não quer um CEO. Isso é positivismo estúpido típico de milico. País não é empresa e presidente não é gestor de planilha. CEO pensa em eficiência, custo e lucro; presidente tem que lidar com valores, soberania, identidade nacional e com um povo real, diverso e cheio de conflitos legítimos. Essa ideia de “governo técnico, não ideológico” serviu para tirar decisões da mão da população e entregá-las a burocratas, especialistas e elites que se dizem neutras, mas impõem sua própria visão de mundo. Foi assim que, em nome da eficiência e do livre mercado, destruíram indústrias nacionais, enfraqueceram o Estado-nação e concentraram poder em organismos e reguladores não eleitos. A pandemia escancarou isso: um bando de gestores decidindo como as pessoas podiam viver, trabalhar e circular, sem debate político real. O bolsonarismo nasce da antítese disso, como reação a essa lógica — não contra ordem ou competência, mas contra a ideia de que o povo deve ser permanentemente tutelado por uma elite tecnocrática que trata a nação como se fosse uma empresa mal administrada.
Flávio, existe uma coisa que nenhum estrategista político pode ensinar. Nenhum marqueteiro pode fabricar. Nenhum curso de liderança pode transmitir. É aquilo que o povo reconhece de longe, sem precisar de legenda. É aquilo que seu pai carregava no olhar, no gesto, no jeito de estar no mundo. A simplicidade que é grandeza. A irreverência que é coragem. A humildade que é força. A autenticidade que ninguém compra e ninguém finge.
Seu pai nunca precisou de palco. Bastava uma esquina. Uma padaria. Uma barraca de cachorro-quente. Uma prainha qualquer de final de tarde. Ele não precisava parecer povo. Ele era povo. E esse é o maior legado que você herda. Não é só o nome. É o jeito. A verdade. A ausência absoluta de máscara. Jair Bolsonaro tomava café com quem aparecesse, conversava com quem lhe estendesse a mão, parava para ouvir o desconhecido porque nunca viu o povo como massa, mas como pessoas. Como iguais.
E talvez seja essa a maior lição que você precisa carregar para 2026. Nunca se esqueça da imagem mais poderosa do seu pai. Não a do presidente. Não a das motos. Não a dos discursos. Mas aquela cena simples, quase banal, que nenhum livro de história vai escrever, mas que o Brasil nunca esquece. Jair Bolsonaro, presidente da República, sentado num banquinho de rua, comendo um cachorro-quente com a mão, conversando com o vendedor como quem conversa com um velho amigo. Ali estava toda a explicação do fenômeno Bolsonaro. Ali estava a alma de 2018. Ali estava o Brasil que acordou para si mesmo.
As pessoas reconhecem verdade.
As pessoas reconhecem quem não se afasta delas.
As pessoas reconhecem quem não se esconde atrás de gabinete.
Seu pai tinha orgulho de ser como era. Não pediu licença para elite. Não pediu validação para colunista. Não pediu aplauso para analista político. Ele seguia o próprio instinto. Falava o que precisava ser dito. Encarava o que precisava ser enfrentado. E amava seu povo com uma intensidade que incomodava quem sempre tratou o brasileiro como gado eleitoral. Jair Bolsonaro é lembrado com carinho porque nunca teve vergonha do próprio povo. E nunca deixou o povo ser tratado como súdito.
Flávio, (@FlavioBolsonaro ) o Brasil é um país carente de líderes que sejam humanos antes de serem políticos. O Brasil quer alguém que olhe para ele como seu pai olhava. Com afeto, com coragem e com aquela dignidade silenciosa de quem sabe que o poder não vale nada se afastar você das pessoas que o colocaram lá. Não deixe o sistema te transformar em algo diferente disso. Não permita que te convençam a ser polido demais, controlado demais, calculado demais. O Brasil não se apaixona por políticos perfeitos. O Brasil se entrega a homens verdadeiros.
Carregue o orgulho de ser filho de Jair Bolsonaro não como peso, mas como chama.
Honre não só o nome, mas o espírito.
Fale com o povo como ele falava.
Esteja com o povo como ele estava.
Lembre das ruas, das praças, das pessoas simples que sorriam ao vê-lo, não por idolatria, mas por reconhecimento. É esse reconhecimento que você deve buscar. Não o das manchetes, mas o da alma brasileira.
A eleição de 2026 vai exigir mais do que estratégia. Vai exigir memória.
Memória do que seu pai representou.
Memória do que ele despertou.
Memória do que ele sofreu.
Memória do que ele deixou.
Flávio, seu pai nunca foi grande porque ocupou a Presidência.
Ele ocupou a Presidência porque já era grande.
E agora cabe a você mostrar que essa grandeza continua viva.
Que a simplicidade não morreu.
Que a coragem não recuou.
Que o Brasil ainda pode confiar em um Bolsonaro.
LIBERTEM BOLSONARO
ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA
FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026
Eu vou tentar explicar o que provavelmente aconteceu:
Bolsonaro foi jogado numa cela por um crime que nao cometeu e permanecerá lá ate acabar as eleições do ano que vem. É o que as matérias de jornais dizem de forma bem tranquila.
A justica quer impedir que JB tenha qualquer influência nas eleições. Que nao eleja seus candidatos.
E a naturalidade em que as pessoas aceitaram isso foi assustadora.
Tarcisio é o candidato natural, o mais provável e esperado pelo mercado e o nome que o centro irá apoiar.
Bolsonaro passou a ser chantageado: se vc nao anunciar o Tarcisio, esquece a anistia, para vc e para todos os outros... ah quanto tempo ouvimos Hugo Motta dizer que "na volta a gente compra"?
O centro "cagou" no tabuleiro por questões políticas e eleitorais.
JB cansou disso e mandou um: Ah é?
Entao o candidato é o Flávio.
Vao votar a anistia agora?
De chantageado, passou a chantageador.
Se nao votarem a anistia, Flávio se manterá na disputa e dividirá votos na direita, o que provavelmente facilitará as coisas para lula, que poderá vir para outro mandato, para o terror do mercado que sabe que será terrível.
Mas o centro irá lidar com um governo aliado do STF e todas as investigações que a corte tem avançado em cima de partidos de centro, como em destaque, o uniao Brasil.
Hoje Flávio ja avisou que esta aberto a negociações e que essa abertura começa com a anistia.
Acharam que JB tava esta morto e impossibilitado de qualquer coisa.
Nao estava.
Os votos bolsonaristas nao serão entregues de graça... O preço cobrado é a liberdade de quem sequer deveria estar preso.
Desde idosos e mães de familia do dia 8, passando por policiais honrados, generais heróis nacionais ate o próprio presidente Bolsonaro.
Bolsonaro foi de refém a negociador, quem achou ruim, ou nao entendeu, ou acha justo inocentes na cadeia em nome de uma politica partidária e um sistema de justiça que atua politicamente.
Vamos ver o que acontecerá a partir de agora, sem os votos bolsonaristas, ninguem leva essa eleição.
E eles sabem disso.
Espero que o Flávio nao desista.
👍🏻
O povo está desesperado nas redes sociais com POSSÍVEL acordo entre EUA e Brasil, falando que “ai meu Deus, vão revogar a Lei Magnitsky”, que “Trump vai recuar ”, que “acabou tudo”.
Mas vamos falar a verdade que ninguém tem coragem de ouvir:
E O POVO BRASILEIRO FEZ O QUÊ?
Absolutamente NADA.
Quando Bolsonaro foi preso, gritaram por meses:
“Se prender o Bolsonaro, o Brasil PARA!”.
Prenderam.
E o Brasil parou? Não.
Continuou tudo igual, o povo olhando, choramingando, reclamando na internet e… NADA.
Agora estão apavorados com um possível acordo entre países, como se fosse obrigação do Trump, dos EUA, da OTAN, da OEA, da galáxia inteira resolver o problema que o próprio povo brasileiro não tem coragem de encarar.
O brasileiro é mestre em três coisas:
1. ser omisso,
2. ser covarde,
3. esperar que os outros façam por ele aquilo que ele mesmo não levanta UM dedo pra fazer.
Trump pelo menos deu o pontapé inicial. Fez mais barulho por Bolsonaro que metade das instituições brasileiras.
Se vai recuar, avançar ou fazer acordo? Vamos aguardar.
Agora… reclamar DELE?
Reclama é do povo brasileiro, que se esconde atrás de celular, que aceita tudo calado, que não reage, que não protesta, que não se move, que só faz tempestade no X.
O Brasil está assim não por causa de lei americana, nem por acordo diplomático.
O Brasil está assim por causa de um povo que não se posiciona, não enfrenta e vive esperando um salvador externo.
Depois querem reclamar de quê?
Primeiro passo é simples:
assumir a própria covardia e tomar vergonha na cara.
Pronto falei!!!
Quando se aceita que é legítimo flexibilizar direitos por uma “boa causa”, o que se está admitindo não é uma mera circunstância, mas um princípio. Um desses que nenhuma democracia liberal deveria aceitar.
https://t.co/c0n9sRfVSl