🚨 URGENTE: Alcolumbre impõe 2 condições para pautar o fim da escala 6x1 antes das eleições!
1- Que não sirva para o setor de serviços (70% da economia).
2- Incorporar o pagamento por hora trabalhada e fim do descanso remunerado.
É o MAIOR inimigo do povo neste momento!
A informação foi revelada pela Folha de SP.
🚨 INIMIGOS DO POVO
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, está dizendo que só votará a PEC pelo FIM da escala 6x1 se ela for alterada pra que os trabalhadores sejam pagos apenas as horas trabalhadas.
O plano deles segue o mesmo: criar a escala 7x0.
30/06 tomaremos as ruas.
E se a bandeira do seu país virasse o símbolo de um movimento extremista cujo motor é o ódio ao diferente? Isso jamais aconteceria no Brasil, claro, mas está acontecendo na Inglaterra.
A bandeira inglesa está em disputa. Além de representar o país, ela foi escolhida como símbolo por um grupo político conhecido pelo seu chauvinismo e xenofobia, culpando os imigrantes pelos males ingleses.
De 2025 pra cá, acumulam-se casos em que a bandeira é usada de forma agressiva, pendurada na frente de mesquitas e pichada em restaurantes asiáticos. É um movimento coordenado, originado na internet.
A questão é que, durante eventos como a Copa do Mundo, é normal que a bandeira de um país esteja em toda parte. É uma maneira de declarar seu apoio à seleção.
Daí vem a perversidade do movimento. Como dizer que isso é feito pra intimidar imigrantes, se estamos só torcendo?
O técnico da Inglaterra é um alemão, Thomas Tuchel, e ele foi alertado pela federação inglesa a ficar fora de qualquer debate que possa remeter à política. Durante a pandemia, a direita inglesa criticava a seleção por se ajoelhar em gesto antirracista antes dos jogos, e a federação tem más memórias do técnico da época, Gareth Southgate, que defendia o ato, considerado divisivo.
Ao vermos imagens da Copa do Mundo de 1966, é possível notar que a bandeira mais utilizada não era a Cruz de São Jorge, que representa só a Inglaterra, mas sim a Union Jack, que representa todo o Reino Unido.
Há décadas, a Cruz de São Jorge foi adotada como símbolo nacionalista pela extrema-direita de lá, em parte por sua ligação com as Cruzadas, ressignificadas como um movimento de “frear o Islã”. Justamente o que eles pensam estar fazendo agora.
No futebol, essa bandeira voltou a ganhar força na Euro de 1996, sediada pela Inglaterra. Na ocasião, a Escócia caiu no mesmo grupo dos ingleses e a Union Jack representava ambos, diferente da Cruz de São Jorge. Agora, mesmo já associada à seleção, voltou a ser usada por nacionalistas antimigração.
O irônico é que o mártir cristão Jorge da Capadócia, que viria a se tornar São Jorge, é um herói nacional na Palestina, de onde vinha sua mãe, além de ter sido ele próprio um imigrante: saiu da Grécia para o Oriente Médio, onde foi morto no século IV pelos romanos por defender sua fé.
Duas horas após o fim da partida contra a Nova Zelândia, na noite de segunda-feira em Los Angeles, a delegação do Irã já estava no avião para voltar a Tijuana, no México, onde está sua base.
O pedido para ficar um dia em Los Angeles para recuperação e descanso foi negado, causando mais um desconforto nos iranianos.
Não é incomum que as delegações voltem para sua base logo após a partida, mas algumas decidem ficar na cidade do jogo para só viajar no dia seguinte. A recusa ao pedido iraniano foi mais lenha na fogueira de um descontentamento que só cresce.
O Irã não tem um tratamento igualitário em relação aos demais países da Copa, mostra isso abertamente e a FIFA, satisfeita com a presença da seleção, não faz nada sobre o assunto.
Foram meses de discussão sobre a participação ou não do Irã na Copa após ataques conjuntos de EUA e Israel ao país asiático iniciarem uma guerra. Gianni Infantino praticamente implorou para que os iranianos fossem jogar, evitando uma vergonha histórica para a FIFA. Donald Trump chegou a dizer que "não poderia garantir a segurança da seleção", mas voltou atrás.
A recusa de hospedar a seleção iraniana, obrigando bate-volta para o México após todas as partidas, a revogação de ingressos para torcedores e a demora da emissão de visto para jogadores (com alguns membros da delegação não recebendo os seus) feriram a isonomia da disputa, de acordo com vários membros da equipe do Irã.
Mehdi Taremi, principal astro da seleção, disse que "a situação é um desastre". Já Amir Ghalenoei, treinador da seleção, reclamou que avisaram a delegação que "deveria ir embora imediatamente". Completou: "nós somos o time mais oprimido da Copa do Mundo. O presidente da federação não pode estar aqui, a imprensa não pode estar aqui, muito da nossa comissão não pode estar aqui".
Taremi e outros jogadores cobraram da FIFA por condições mais igualitárias de competição. A entidade, porém, nada fez. Uma fonte do governo dos EUA disse ao The Athletic que teria sido a própria FIFA quem solicitou a volta imediata da delegação do Irã.
Com a competição em andamento, parece improvável que algo mude. O Irã precisará vencer mais que seus adversários na Copa do Mundo de 2026.
Ta passando desapercebido pela imprensa esportiva brasileira um escândalo no nosso futebol americano.
Cinco jogadores da seleção masculina foram afastados depois que a noiva de um deles, também jogadora de seleção, descobriu que eles tinham um grupo de WhatsApp onde faziam comentários misóginos e discutiam ate como dopar praticantes da modalidade.
Um dos alvos deles eram a presidente e a vice da confederação, únicas mulheres do país nesses cargos.
Só o @Metropoles ta acompanhando o escândalo (até onde vi)
https://t.co/JsloQNa6Uz
🇦🇷Messi e o amor depois do amor
Uma boa medida para entender a boa onda com a qual a Argentina chegou nesta Copa do Mundo está na visita de La Mona Jiménez, um cantor cordobês muito popular e peculiar. Você pode procurar no Google pra ver o tipaço que é La Mona. No Brasil, disse um amigo que viveu na Argentina, é possível compará-lo ao Bel Marques, do Chiclete com Banana, aquele da bandana, algo assim. Pois La Mona, cujas canções costumam ser replicadas nas arquibancadas, visitou os jogadores da seleção, fez um pequeno e carismático show para eles, rendeu imagens curiosas, fez todo mundo sorrir, porque Copa do Mundo não precisa ser sisuda. Talvez a Copa do Mundo de xadrez, sim, mas a de futebol, com toda certeza, não. Tem que sorrir na Copa.
Rosario é uma cidade fascinante. Lá estive duas vezes, e um pedaço de mim permaneceu. Uns meses atrás Fito Paez, filho daquela terra, baluarte da música popular nacional, fez um show na maior praça da cidade, que recebeu cerca de 300 mil pessoas. Foi um marco. Fito não tocava em sua cidade, daquele jeito, disponível e de graça, há muito tempo, e as pessoas da cidade se acostumaram a não ocupar as praças, porque Rosario anda machucada, de joelhos, com aqueles problemas típicos de nosso continente, derivados da falta de dinheiro e de uma precária malha política, jurídica, enfim: Lionel Messi, tal como Fito Paez, é cidadão rosarino. Torcedor do Newells, morador de La Bajada, na zona sul, mais especificamente na Rua Israel, e não vou te deixar na roubada: a zona sul de Rosario é mais operária, os bacanas ficam mais lá na norte. Por que Messi nunca voltou para onde ama e é amado?
Messi preferiu Miami para seus prováveis últimos momentos como atleta profissional. Nunca pareceu realmente perto de uma transferência para o futebol rosarino. Quando, certa vez, em 2023, os boatos ganharam uma silhueta de possibilidade, um mercadinho da cidade, de propriedade da família da esposa de Messi, amanheceu cravejado de balas de revólver. Junto dos projéteis, um cartaz irônico dando boas-vindas e alertando: o prefeito daqui não vai te ajudar. Talvez recado mais enfático não houvesse. O crime organizado já pedia respeito e pedágio. Se Messi quisesse viver de novo em sua cidade natal, não teria os dias idílicos, cheirosos e dançantes, com Fito Paez na vitrola, como poderia sonhar nas noites mais frias do inverno espanhol ou francês. É preciso compreender que Messi tenha preferido o uniforme-pijama cor de rosa do Inter Miami e dedicasse seu tempo a se preparar para a Copa do Mundo enquanto faz o mínimo, ganhando o máximo, por aquele distinto clube.
Mas as pessoas, e as cidades onde elas vivem, têm brio. Rosario tem brio, e lembrou disso enquanto voltavam, as pessoas, andando pelas ruas da cidade após cantarem, às lágrimas, "El amor después del amor", uma das mais belas da discografia de Fito, que, diga-se, mora em Buenos Aires, não na sua cidade-mãe. Dias antes da Copa começar, Carlos "Indio" Solari, outro músico absolutamente popular na Argentina, um senhor capaz de despertar paixões desgovernadas entre os roqueiros do país, veio a óbito aos 77 anos, sugerindo ao seu público um ensaio mundialista de encontro nas ruas, o que aconteceu com fervor. Uma despedida à altura, ele teve. Indio Solari, Fito Paez e La Mona Jimenez, representantes de estilos - de música e de vida - diferentes de um mesmo país, são o brio daquele lugar, ou ao menos os intérpretes desse brio, dessa coisa de ser uma coisa que não se explica. Messi, autor de quatro gols contra a Argélia na noite de Kansas City, um deles anulado por tecnicidades necessárias ao futebol, já não é mais o intérprete de nada. Ele é o objeto.
Messi se emocionou ao marcar o primeiro dos gols. Na entrevista, disse que andou passando coisas difíceis no campo pessoal. Ele e o técnico dele estão meio chorões. Sinal de que sabem o que está acontecendo. Está acontecendo que Messi já não faz um gol a mais sem que se pense que tem um jogo a menos. A consciência é dolorosa.
Quando a segunda onda da pandemia chegou, resolvi mudar de lugar. Iria morar em Rosario, estava decidido. Aprender de vez o idioma, gostar, mas também me decepcionar, com a cidade que tanto idealizo, escrever um livro sobre a infância do Messi, sei lá, só queria sair um pouco. Mas o Brasil, cujo Ministro da Saúde era um militar, queria dar cloroquina para as pessoas, e a Argentina, compreensivelmente, não queria receber brasileiros naquele período. Fui então morar em Maceió, acertada e intempestivamente. Lá, sozinho, aplaudi, triste, o desabafo de Messi, enfim campeão pela seleção, no Maracanã, abrindo o destino para tudo que veio depois, tão maior que uma Copa América com estádio vazio. Voltei a aplaudir a tela na noite de Argentina 3x0 Argélia. Não sem alguma melancolia, pois, como sugere a letra de Fito Paez, a dor também tem o seu perfume. Messi conseguiu que sua história na seleção argentina fosse contada, como se inteira fosse, depois de parecer, após tantas frustrações, sumariamente encerrada.
Messi e a seleção argentina são o amor depois do amor.
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Este texto é parte do processo de construção do livro Todo futebol que houver nessa vida, em pré-venda durante a Copa no site da Editora Mórula. Te convido.
O Japonês Kubo é o primeiro jogador com nome de uma forma geométrica a disputar 3 mundiais.
Superou Redondo e Cuadrado, ambos apenas com duas participações.
Davi Alcolumbre, o presidente do Senado que se recusa a votar o fim da escala 6x1, anunciou que os senadores trabalharão remotamente essa semana.
Um deles, o Romário, está na Copa do Mundo fazendo bico de comentarista.
Para o povo, a escala 6x1.
Para os políticos, a escala 0x7, o avião com influencers, o camarote da Copa do Mundo e as “festinhas” no exterior em dia de semana.
Amir Ghalenoei, técnico da Seleção do Irã, após o empate contra a Nova Zelândia: ''Somos a seleção mais oprimida da história da Copa'.
"Nem nós sabemos [porque vamos ter que sair] e é realmente engraçado. O planejamento da nossa equipe é feito em um lugar, mas a decisão final é tomada em outro. Deveríamos ter vindo para Los Angeles duas noites antes do jogo, mas não permitiram. Nosso plano era ficar aqui esta noite, descansar e voltar amanhã à tarde, mas mesmo assim não permitiram, e eu não sei por quê.
É por isso que digo que a seleção iraniana é talvez a mais oprimida da história da Copa do Mundo. O presidente da federação não está aqui, o gerente da equipe não está aqui, o gerente interno da equipe não está aqui, o departamento de mídia não está aqui. Parte das responsabilidades pré-jogo que deveriam ser da diretoria ficaram a cargo da comissão técnica, enquanto o foco da comissão técnica deveria ser em questões técnicas. É por isso que digo que somos a seleção mais oprimida da história da Copa do Mundo."
Via: @UOLEsporte
📷Getty Images
Um cara chamado Josimar fez um gol em 1986 e, quarenta anos depois, é o nome de uma revista NORUEGUESA e de um goleiro CABO-VERDIANO.
A Copa do Mundo é maravilhosa.
A Fifa permitiu que a Copa do Mundo virasse um jogo de quatro períodos, como funciona na NBA e na NFL.
É evidente que isso modifica o desenrolar dos jogos. O intervalo da TV, quer dizer, a parada da hidratação, tirou o Brasil de uma enrascada contra o Marrocos, por exemplo.
É uma nova forma de se jogar futebol... Todos precisam se adaptar.
Luciano Huck apresenta Virginia: "A esta altura, todo mundo já ouviu falar da Virginia, né? Quase 57 milhões de seguidores numa única rede social. Tudo que ela faz, tudo que ela deixa de fazer, vira assunto." A @revistapiaui mostra um lado menos conhecido https://t.co/WFP2bwsEGv
🚨 DEBOCHARAM: Nikolas Ferreira ACABA de postar essa foto ao lado de Romário após ambos serem criticados
Sabe o que os dois têm em comum além de serem do PL? Os dois votaram CONTRA o fim da escala 6x1 mas estão desde desde sexta-feira curtindo a Copa dos Estados Unidos, enquanto o trabalhador brasileiro continua se matando de trabalhar 6 dias pra descansar só hoje.
Acorda povo do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Enquanto vocês suam a camisa numa escala que mal dá tempo pra família, esses caras estão curtindo com o seu dinheiro e DANDO RISADA.
o nome do supervisor do var que fez esse símbolo supremacista é shaun evans e ele é australiano. a fifa deveria tomar uma medida urgente. isso é inaceitável.