O processo será distribuído para a Primeira Turma, composta pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia. Aí o ministro Flávio Dino vai julgar o governador Flávio Dino, junto com o ministro Cristiano Zanin, que foi advogado do governador Flávio Dino, além do escritório da “competente” advogada Viviane Barci de Moraes. Isso é a representação máxima da nossa “justiça”.
Qual soberania estamos defendendo?
A de pagar imposto de país nórdico e receber serviço de país falido?
A de ter uma das maiores taxas de homicídio do mundo?
A de perder renda para vizinhos que antes eram motivo de piada?
Ou a de continuar afundando nos rankings de educação?
Se isso é soberania, o fracasso virou patrimônio nacional.
@esquilinus@TheEconomist Tudo o que o nosso sistema não permite auditoria independente, pública e transparente gera desconfiança legítima. Quando questionar o sistema passa a ser tratado como crime, a própria reação já fala por si só.
@esquilinus@TheEconomist De forma simples, para até você conseguir compreender: quem organiza as eleições? Quem fiscaliza as eleições? Quem audita a fiscalização das eleições?
Você está comparando processos públicos com relações privadas de consumo. O problema aí é cognitivo. A Nvidia é uma empresa: se eu não confio nos chips que ela produz, simplesmente escolho outra marca. Já uma eleição nacional é monopolizada pelo Estado, não existe ‘outra opção’ para o cidadão.
@folha Do jeito que as coisas funcionam no Brasil, daqui a pouco é solta na audiência de custódia, vira celebridade nas redes sociais e aparece dando entrevista na TV. Porque, para muita gente, parece que até matar o próprio filho já não causa a indignação que deveria.
@ecblore97 Tenho 40 anos, nascido e criado em Salvador, e nunca ouvi alguém falar ‘meu rei’ no dia a dia como a Globo mostra. Parece mais uma caricatura criada para TV do que a forma como o a gente realmente fala.
@AleEmy@TheEconomist Você está realmente comparando confiar em um cirurgião, um ser humano que pode errar e é fiscalizado. Com confiar cegamente na condução de eleições inteiras? São coisas completamente diferentes.