Esse vagabundo do Flávio teve a cara de pau de tentar empurrar pro governo o esquemão do Master, quando era ele quem mamava o Vorcaro! Queria grana e sabia que podia cobrar, porque o BC do pai dele liberou a avenida pro Master virar o que virou!
ISSO É FAKE NEWS!
Vamos aos fatos:
✔️Pix: é uma infraestrutura pública criada e operada pelo Banco Central do Brasil.
✔️Zelle: é uma rede privada administrada por bancos dos EUA.
✔️Pix: funciona 24 horas por dia para praticamente qualquer pessoa ou empresa.
✔️Zelle: é voltado principalmente para clientes de bancos participantes e tem limitações maiores para empresas.
Muitos especialistas consideram o Pix mais abrangente e inovador, porque permite pagamentos instantâneos para pessoas, empresas e órgãos públicos, além de recursos como QR Code, cobrança e integração ampla com o sistema financeiro.
O PIX É MUITO MELHOR!!!!!
E os BOLSONAROS querem ACABAR com ele para agradar os ESTADOS UNIDOS!
FIQUEM ATENTOS!
Morei quase cinco anos nos EUA.
O Zelle não tem nada a ver com o Pix.
O Pix é uma infraestrutura pública de pagamentos acessível a qualquer instituição, empresa ou indivíduo.
O Zelle é um serviço privado usado prioritariamente para pagamentos P2P. A aceitação está muito longe ser universal. A associação de moradores do condomínio onde eu morava, por exemplo, não aceitava Zelle para o pagamento da mensalidade, apenas dinheiro ou… cheque.
Uma transação no Pix é compensada em um ou dois segundos. No Zelle, dentro de “alguns minutos”, segundo a explicação dos próprios responsáveis.
Isso significa que você não consegue usar o Zelle para pagar o pipoqueiro, o motorista de táxi ou qualquer serviço que exija compensação imediata.
Não existe bandeira política pior do que sugerir ao pipoqueiro, ao motorista de táxi ou a qualquer brasileiro comum trocar o pix por um sistema de pagamentos custoso e ineficiente.
Um caloroso parabéns aos envolvidos.
E o Bananinha dizendo que os EUA têm o Zelle, que é muito semelhante ao Pix, e dá pra negociar, hein?
"Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos."
Prestar vassalagem trocando o Pix pelo Zelle? kkk
Nove dias antes do Natal de 1987, agentes federais antidrogas invadiram uma modesta propriedade de um acre em West Miami. Seu alvo era um traficante chamado Orlando Cicilia, que foi preso e acusado de vender e distribuir milhões de dólares em cocaína colombiana. A operação contra Cicilia e seus associados se tornaria uma das maiores apreensões de drogas da história da Flórida. Em retrospectiva, ela se destacou por outro fato: Cicilia era cunhado de Marco Rubio.
Algumas das experiências mais marcantes da infância do Sr. Rubio aconteceram na casa onde o Sr. Cicilia foi preso. A “lembrança mais querida da infância” do Sr. Rubio é de uma festa de véspera de Natal em que o Sr. Cicilia assou um porco em um buraco coberto com folhas de palmeira no quintal da casa, segundo as memórias do Sr. Rubio. Mais tarde, quando o Sr. Rubio quis comprar ingressos para a temporada de jogos do Miami Dolphins, ele ganhou dinheiro lavando os cachorros do cunhado e da irmã no quintal. Ele chegou a morar na casa por um breve período enquanto seus pais se mudavam para outra região do país.
O Sr. Rubio percorreu um longo caminho nas quatro décadas que se seguiram, ascendendo ao papel de algoz global dos cartéis de drogas e defensor da política "América Primeiro" como secretário de Estado do presidente Trump. Trump nomeou o Sr. Rubio para " comandar " a Venezuela após a operação militar que prendeu o ditador Nicolás Maduro e o trouxe para os Estados Unidos sob acusações de tráfico de drogas em janeiro. Ao longo dos anos, o Sr. Rubio pouco se pronunciou sobre a prisão de seu cunhado, além de mencionar o choque e a dor que isso causou à sua família.
O contraste entre a relação de infância do Sr. Rubio com um homem que mais tarde foi condenado por tráfico de drogas e seu atual papel de viajante incansável pelo mundo pode parecer uma daquelas peculiaridades biográficas aleatórias mais comuns na ficção do que na vida real. No entanto, compreender o Sr. Rubio sempre exigiu conciliar essas narrativas conflitantes. Como legislador da Flórida, ele conviveu com trabalhadores migrantes e apoiou descontos nas mensalidades escolares para filhos de imigrantes indocumentados, depois tornou-se um defensor de políticas de imigração rigorosas quando se candidatou ao Senado dos Estados Unidos, e, em seguida, transformou-se novamente em um reformador bipartidário da imigração no Congresso.
As contradições só aumentaram na recente aliança do Sr. Rubio com Donald Trump, e não apenas na questão da imigração. O Sr. Rubio passou de um defensor apaixonado da ajuda externa dos EUA a um dos desmanteladores da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Ele passou de um adversário mordaz da política externa do presidente em seu primeiro mandato a um facilitador de ataques legalmente contestados contra supostos barcos de narcotráfico e um entusiasta da abordagem hegemônica do presidente em relação ao Hemisfério Ocidental. Tendo criticado duramente o acordo de 2015 do presidente Barack Obama para aliviar as sanções contra o Irã em troca de limites ao seu programa nuclear, o Sr. Rubio agora está entre os mais veementes apoiadores de um acordo semelhante que o Sr. Trump espera que ponha fim à guerra naquele país.
As acrobacias políticas do Sr. Rubio o tornaram um aliado cada vez mais bem-sucedido do presidente e cada vez mais enigmático para aqueles que pensavam que ele seria uma força moderadora, menos "MAGA" (Make America Great Again), dentro do governo Trump 2.0. Contudo, essa capacidade de se adaptar não é um fenômeno novo; é uma característica que o define. Uma análise mais atenta do Sr. Rubio revela uma verdade constante sobre ele: Marco Rubio sempre encontrou uma maneira de se encaixar. (NYT)