E, caso você queira entender melhor o que aconteceu com as linhas 11, 12 e 13, recomendo assistir ao vídeo do Nicolas Sarubbi (o “Menino do Metrô”), que explica o contexto de forma detalhada.
Só para deixar claro: o intuito do vídeo não é atacar artistas específicos, mas levantar um debate sobre a ausência de grandes nomes do rap e do funk de São Paulo no enfrentamento à extrema direita no estado.
Como pode um rapper de outro estado precisar denunciar problemas que afetam diretamente São Paulo? O rap e o funk nasceram nas periferias como instrumentos de denúncia, resistência e conscientização. Essa essência não pode se perder.
Só para deixar claro: o intuito do vídeo não é atacar artistas específicos, mas levantar um debate sobre a ausência de grandes nomes do rap e do funk de São Paulo no enfrentamento à extrema direita no estado.