Não existe "Estado de Direito" no Brasil, o que existe é o "Estado sem Direito", "Ausência do Império da Lei" e "Inexistência Processual".
Claro, com total sigilo e vedação de acesso aos autoritários autos.
@DavidOndrej1 Passei a madrugada testando, ZERO impressionado também. Prolixo, alucionou várias vezes na missão, depois de horas o avanço não havia chegado a 10%, ainda sim mal feito, e nem era "matemática quântitica".
@pfigueiredo08 Antes tudo ou nda. Agora, põe a cabecinha, nem dói tanto!
Já perguntaram para os perseguidos, oq eles querem?
Mais um acordo caracu q ninguém cumpre. A direita, obviamente, mais uma vez, entra com o cu.
@nikolas_dm Não ousem se render a essa prostituição. As famílias q sofrem não querem esse absurdo. Por qual motivo vcs fariam isso? Mais um acordo caracu q ninguém cumpre?
Veremos seu posicionamento de perto!
@Maubmarcon As famílias q hj sofrem não querem isso. Cmo vc é capaz de vender isso como vitória? Q loucura é esse?
Quem aceita a cabecinha, leva a mandioca toda. Covardes!
Many people keep writing to me privately that “Brazilians aren’t protesting because we’re afraid. After January 8, Moraes turned fear into a weapon. Anyone could be the next target.”
I understand that fear. It’s real. Alexandre de Moraes’s power depends on convincing millions that silence is safety.
The uncomfortable truth is that no foreign country can save a nation whose own citizens are too afraid to defend it. The United States can expose what’s happening, apply pressure, impose costs and sanctions but it cannot stand in the streets for Brazilians. Not even @realDonaldTrump can fix what Brazilians won’t fight for themselves.
Societies don’t overcome fear by waiting for someone else to rescue them. But fear loses its grip the moment people decide to come together and make it clear that they’ve had enough.
Justice Moraes, a sanctioned human rights abuser, has brought Brazil’s Supreme Court into international disrepute and shame by flouting traditional norms of judicial restraint and brazenly politicizing the judicial process. The US is gravely concerned by his latest attack on the rule of law and political stability in Brazil: the provocative and unnecessary incarceration of former President Bolsonaro, who was already under house arrest under heavy guard and extreme limitations on communication. There is nothing more dangerous to democracy than a judge who knows no limits on his power. 🇺🇸🇧🇷
No Brasil, uma tendência preocupante se consolidou: sempre que políticos se deparam com conteúdos na internet que não gostam—seja crítica, memes satíricos ou até jogos de palavras—recorrem imediatamente ao Judiciário para exigir a remoção. Essa prática de instrumentalizar os tribunais contra a liberdade de expressão vem se intensificando nos últimos meses.
Isso não é uma defesa legítima contra calúnia; trata-se de censura pura e simples. Ela atinge o cerne da liberdade de expressão, sufoca o debate aberto e corrói os próprios alicerces da democracia.
Um exemplo marcante aconteceu na semana passada, na 2ª e na 5ª Varas Cíveis de Brasília. Juízes determinaram a remoção de publicações no X que se referiam ao Partido dos Trabalhadores (PT) como “partido dos traficantes”. Os tribunais classificaram isso como “acusação criminal infundada”. O X explicou que o termo era um trocadilho crítico, uma estratégia comumente usada por ambos os lados. Nesse caso, o trocadilho viralizou depois que o presidente Lula afirmou: “Os traficantes também são vítimas dos usuários”, declaração que o próprio presidente posteriormente retratou. As decisões judiciais ignoraram completamente esse contexto essencial, tratando exagero e ironia como acusações literais.
A liberdade de expressão é essencial para a democracia, mesmo quando incomoda. O X é a única plataforma em que todas as perspectivas têm espaço justo na conversa global.
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In Brazil, a troubling trend has taken hold: whenever politicians encounter online content they dislike— whether it be criticism, satirical memes, or even clever wordplay—they immediately turn to the judiciary to demand its removal. This practice of weaponizing the courts against free expression has been escalating in recent months.
This is not legitimate self-defense against defamation; it's outright censorship. It strikes at the heart of freedom of expression, stifles open debate, and erodes the very foundation of democracy.
A stark example unfolded just last week in Brasilia’s civil courts. Judges ordered the removal of posts on X that referred to the Workers’ Party (PT) as the “drug dealers party.” The courts labeled this an “unfounded criminal accusation.” X explained that the term was a critical pun, a strategy that is commonly used by both sides. In this case, the pun went viral after President Lula stated, "Drug dealers are also victims of users," a remark that the President later retracted. The judicial decisions completely disregarded the crucial context, treating exaggeration and irony as literal accusations.
Freedom of expression is essential for democracy, even when it’s uncomfortable. X is the only platform where all perspectives are given a fair place in the global conversation.