Eu também estou no que deixei de viver. Minhas desistências falam de mim tanto quanto o que levei adiante. Sigo misteriosamente atado aos nãos que disse, às renúncias que fiz, aos amores que não vivi. Porque a vida é assim. Até o que escolhemos não viver segue vivo dentro de nós.
“Morre uma mulher. No caso de Marielle, morre um pouco cada uma de nós. Fica viva sua luta por Justiça e igualdade. E o nosso compromisso de continuar com ela. Assim, ela continua conosco. Para sempre Marielle!”
Ministra Cármem Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal.