@ronaldocaiado Quem diria q vc ia se meter em pornografia tb, hein? Afinal, não tinha nenhum assessor para apagar os rastros do seu passado sombrio? 🤔🤪😉😎
Flávio Bolsonaro apresenta argumentos políticos e técnicos para defender o Brasil em negociação com governo americano
Participação em audiência do USTR tem fala contra sobretaxas e a favor do PIX
Em um apelo contundente às autoridades norte-americanas, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, defendeu o cancelamento das sobretaxas aos produtos brasileiros, nesta terça-feira (7), durante exposição oral em audiência no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), em Washington.
Ao abrir seu discurso, Flávio solicitou que os membros da Comissão “não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do PIX e cancelem esta medida para que possamos negociar.” O senador lembrou já ter feito o mesmo apelo ao presidente Donald Trump, ao vice-presidente James David Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, no mês de maio. Fez questão de ser enfático sobre os graves equívocos da sanção, que punem severamente o Brasil e a população brasileira, mas também são muito prejudiciais aos Estados Unidos.
O senador alertou aos membros da Comissão que os dados de 2025 mostraram que as tarifas não produziram os resultados pretendidos pelos Estados Unidos. “Em vez disso, elas foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro. Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro — exceto justamente as autoridades responsáveis por essas decisões”, ressaltou.
Flávio Bolsonaro fez ponderações importantes, uma vez que em apenas noventa dias, o cenário político do país poderá ser completamente diferente. “Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, disse Flávio, em um apelo aos membros da Comissão.
Em outro trecho de seu discurso, o senador fez uma contundente defesa do PIX. “O PIX não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal. Esse avanço também beneficiou diretamente empresas americanas, já que o volume de transações processadas por cartões de pagamento emitidos por bandeiras dos Estados Unidos continuou crescendo paralelamente à ampla adoção do PIX, uma vez que essas empresas prestam serviços que se complementam, e não competem com o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos”, explicou Flávio.
Ao abordar o tema dos retrocessos no combate à corrupção no Brasil, um dos motivadores da medida, Flávio disse que esse é um dos maiores flagelos enfrentados pelo povo brasileiro. “Sobre isso, não há divergência. Mas a corrupção tem responsáveis identificáveis. A corrupção tornou-se uma característica marcante da esquerda política brasileira. O povo brasileiro não deve ser punido por isso”, destacou.
Parte da cultura pop tupiniquim, a doença petista -o psicolulismo- já virou lenda urbana e é definida pelo povaréu muitas vezes como burrice, estupidez, masoquismo, ignorância, cegueira e outros adjetivos.
Mas acontece que a medicina tem uma explicação científica para esse comportamento da zumbilândia, como explica no viídeo -com clareza cegante- a doutora Carla Ribeiro De Queiroz Iizuka, que é Neuropsicóloga da USP.
Há muito, Pirandello também tratou do assunto, de outra forma:
'Assim é se lhe parece.'
Vamos detonar o sistema!
Nossa pré-candidatura a deputada federal por São Paulo não pertence aos poderosos de Brasília. Ela pertence a quem trabalha, empreende, paga impostos e está indignado por sustentar um Estado cada vez maior, que cria dependentes; um Judiciário que ultrapassa seus limites e gera insegurança jurídica e impunidade; e uma criminalidade que faz milhões de brasileiros viverem com medo, enquanto os bandidos seguem impunes.
Basta disso tudo. Entre no link da minha vaquinha:
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🚨 With Zohran Mamdani seizing control as Mayor of NYC, we're committed to tracking every part of his and the radical socialist agenda all across the nation
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Plano Brasil sem Medo de @FlavioBolsonaro choca a esquerda e recebe apoio em massa do povo
O plano de segurança pública “Brasil sem Medo”, lançado pelo senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro, escancarou o abismo entre quem defende o cidadão e quem protege o criminoso. Com 12 medidas de tolerância zero, o pacote provocou reações imediatas e barulhentas.
A esquerda e os defensores de direitos dos detentos receberam a proposta com total desespero e forte resistência. Petistas atacaram duramente as medidas mais severas, como a redução da maioridade penal, o fim definitivo das saídas temporárias e a castração química para estupradores.
Por outro lado, o plano foi amplamente aprovado e aplaudido de pé por quem não aguenta mais a impunidade. O cidadão de bem e os movimentos de segurança pública receberam o pacote como a única resposta firme capaz de asfixiar o crime de verdade no Brasil.
Via @silvionavarro na @auriverdebrasil
Prezada PF e Ministro André Mendonça.
Sei que o caso Master dá muita audiência.
Mas temos milhões de velhinhos roubados esperando justiça no caso INSS.
Podemos agilizar essa investigação também??
Regras para esse ano !
✅Não saltar sem corda
✅ Não adotar adulto
✅ Não nadar em Recife-PE
✅ Não tomar vacina da dengue
✅ Não fazer trilha com desconhecidos
✅ Não mergulhar em caverna
✅ Não voar de balão
✅ Não fazer trilha em vulcão
✅ Não voar de asa-delta
✅ Não descer montanha de bike
✅ Não comer bolo de pote de estranho
✅ Não andar de submarino
✅ Não namorar on-line o Brad Pitt
✅ Não votar no PT!
QUAEST: AGENIAL PESQUISA QUE UM BANCO COMPROU
Entre os dias 5 e 8 de junho, entrevistadores bateram em 2.004 portas de 120 municípios brasileiros. Fizeram 106 perguntas dentro de cada casa. Sobre voto, sobre o governo, sobre imposto de renda, sobre o Banco Master, sobre Trump, sobre facções, sobre Pix, sobre bets.
Quem pagou a conta foi um banco. R$ 433.255,92, nota fiscal número 353, contratante Banco Genial. Dá R$ 216 por porta batida. No dia 10, o país recebeu a manchete: Lula 39, Flávio 29. Ponto final, eleição encerrada, podem ir para casa. Eu não fui para casa. Fui ler o registro no TSE, a pesquisa BR-07661/2026, assinada pela estatística Margarida Maria de Mendonça, CONRE 6731.
Fui ler o questionário inteiro, as 106 perguntas, uma por uma. Cruzei a amostra com o TSE e com a PNAD, refiz a margem de erro com o desenho amostral real, reponderei a renda, montei o balanço de transferência do segundo turno.
E descobri duas coisas.
Primeira: a Quaest fez o melhor trabalho de campo do ciclo, e vou dizer isso com todas as letras.
Segunda: as perguntas mais explosivas do questionário, se Bolsonaro deveria trocar Flávio e o que acontece se Trump o apoiar, foram feitas, registradas, pagas. E nunca publicadas.
Alguém sabe essas respostas. Você não.
Siga o fio!