Na padaria:
— Rapaz, quanto tempo! Como vai?
— Vou bem, graças a Deus. E você?
— Na luta! Tem visto fulano?
— Vejo de vez em quando. Encontro com ele na rua. Está bem doente, coitado.
— Doente? O que ele tem?
— Bolsonarismo.
— Vixe Maria! Mas ainda tem tratamento ou já está em estágio terminal?
— Terminal. Já chegou à fase de beber detergente, defender político como se fosse parente e enxergar comunismo até no molho do macarrão.
— Misericórdia! E a família, como está lidando com isso?
— Tem mais dois contaminados. A situação é delicada. Vivem entre uma crise e outra. As alucinações são diárias: urna fraudada, conspiração internacional, comunista debaixo da cama…
— E os médicos, o que dizem?
— Recomendaram leitura, informação e contato diário com a realidade.
— E funcionou?
— Recusaram o tratamento. Disseram que era coisa da ciência e da imprensa.
— Que tristeza! E a família ainda tem esperança?
— Continua orando. Porque, nessa altura, ciência, lógica e bom senso já desistiram do caso.
— Coitados… Meus sentimentos à família. Espero que a Educação consiga um tratamento mais eficaz. Vamos torcendo!
Não sei se vai dar tempo até outubro, mas o esquema de corrupção no estado do Rio, vai chegar em Flávio Bolsonaro, que é o grande chefão do PL no estado. Se não vencer as eleições , vai em cana
Sim, Flávio Bolsonaro foi aos EUA confirmar o q ele já havia dito na carta:
"Suspendam as tarifas, mas só por enquanto senão eu perco as eleições"
Um traidor da pior espécie 🧐
A gente precisa ficar muito alerta com esse movimento que começa a surgir de empatia por Michelle Bolsonaro e Damares Alves.
Isso é perigoso porque o bolsonarismo tenta construir uma nova liderança feminina para disputar o voto das mulheres, especialmente agora que Michelle passa a ocupar um papel cada vez mais central nesse campo. Não é só uma briga familiar. É disputa política. É tentativa de dividir votos deles, mas também de arrancar votos de mulheres que historicamente votam mais no campo progressista.
A armadilha é fazer mulheres acreditarem que Michelle Bolsonaro merece empatia, confiança ou solidariedade política. Mas essas pessoas nunca foram solidárias a nós. Nunca estiveram do nosso lado. Nunca defenderam nossos direitos quando o que estava em jogo era a vida real das mulheres.
— Bolsonaro homenageou Carlos Alberto Brilhante Ustra, torturador reconhecido pela Justiça, chamando-o de “o pavor de Dilma Rousseff” durante a votação do impeachment.
— Eduardo Bolsonaro debochou da tortura sofrida por Miriam Leitão, que foi presa, torturada e colocada nua em uma sala com uma cobra quando estava grávida durante a ditadura.
— Bolsonaro foi condenado por danos morais depois de dizer que Maria do Rosário “não merecia” ser estuprada.
— Bolsonaro atacou a jornalista Patrícia Campos Mello com insinuação sexual e também foi condenado por isso.
— Bolsonaro chamou o nascimento da própria filha mulher de “fraquejada”.
— Bolsonaro já disse que licença-maternidade pesa para o patrão e insinuou que mulheres poderiam ganhar menos por engravidar.
— Bolsonaro associou mulheres brasileiras ao turismo sexual, dizendo que quem quisesse vir ao Brasil fazer sexo com mulher ficaria “à vontade”.
— Bolsonaro comparou o Brasil a “uma virgem” desejada por “tarados de fora”.
— Bolsonaro disse que “pintou um clima” ao falar de meninas venezuelanas de 14 e 15 anos.
— Bolsonaro associou essas meninas à prostituição.
— Bolsonaro vetou a distribuição gratuita de absorventes para meninas, estudantes e mulheres em situação de vulnerabilidade.
— O governo Bolsonaro cortou recursos de políticas de combate à violência contra a mulher.
— O governo Bolsonaro reduziu investimentos em creches, uma política essencial para mães trabalhadoras.
— No governo Bolsonaro, casas chefiadas por mulheres foram profundamente atingidas pela fome.
— Bolsonaro tentou empurrar o ensino domiciliar, jogando ainda mais trabalho de cuidado nas costas das mães.
— Damares Alves foi apontada em reportagens por atuar para tentar impedir o aborto legal de uma criança de 10 anos, vítima de estupro.
— O campo bolsonarista também avançou com projetos para dificultar o aborto legal, seguro e acolhido, inclusive para crianças e adolescentes vítimas de estupro.
— A Câmara aprovou projeto para sustar diretrizes do Conanda sobre atendimento a crianças e adolescentes vítimas de estupro.
— A Câmara também aprovou urgência para o PL 1904/2024, que equipara aborto após 22 semanas a homicídio, inclusive atingindo meninas e mulheres vítimas de estupro.
— Michelle Bolsonaro não representa uma saída para as mulheres. Representa a reorganização de um projeto conservador, religioso e autoritário que quer controlar nossos corpos, nossos direitos e nossas escolhas.
— Michelle defende uma política de submissão, de tutela religiosa e de ataque aos direitos reprodutivos. Isso não é defesa das mulheres. É teocracia com rosto feminino.
— Damares não é proteção. É a política que expôs, pressionou e tentou interferir no direito de uma criança violentada.
— Flávio Bolsonaro não é moderação. É continuidade do mesmo projeto que sempre atacou mulheres, jornalistas, meninas, mães, trabalhadoras e vítimas de violência.
Por isso, não dá para cair nessa armadilha.
Nem Flávio Bolsonaro.
Nem Michelle Bolsonaro.
Nem Damares Alves.
Essas pessoas nunca foram solidárias a nós. Não é agora que vamos tratar como razoável quem sempre esteve contra os nossos direitos.
Mais um episódio vergonhoso da diplomacia clandestina de Flávio Bolsonaro: o senador foi ao Congresso dos EUA pedir para adiarem as tarifas e o ataque ao PIX para depois das eleições. Não foi defender o Brasil, foi defender seus interesses eleitorais. É a versão TARIFLAVIO à prestação!
Na audiência sobre as tarifas, os Estados Unidos ainda tiveram a coragem de perguntar como eles poderiam se beneficiar do Pix aqui no Brasil.
É isso mesmo.
Uma nação estrangeira querendo saber como pode lucrar em cima de um meio de pagamento brasileiro, criado para facilitar a vida do povo brasileiro, gratuito para as pessoas físicas e essencial para pequenos negócios, trabalhadores, comerciantes e milhões de famílias.
O Pix não nasceu para enriquecer empresa americana.
O Pix não existe para agradar Trump.
O Pix não tem que servir aos interesses dos Estados Unidos.
A gente está vendo o mundo invertido: quando o Brasil cria uma solução pública, eficiente, popular e soberana, eles chamam de ameaça. Quando o povo brasileiro deixa de pagar taxa abusiva para intermediário financeiro, eles chamam de problema comercial.
Problema para quem?
Para o povo brasileiro, o Pix é solução.
Para eles, é problema porque não conseguem arrancar dinheiro de tudo.
O Brasil é um país independente. O Pix é uma tecnologia brasileira. E soberania não se negocia com governo estrangeiro, muito menos com Trump e seus aliados, que tratam o Brasil como quintal.
A gente não tinha nem que se justificar. O nome disso é soberania nacional. E soberania nacional se defende.
Quando um homem diz que mulher vota mal, ele não está falando apenas de voto. Está falando de manutenção de poder, e do medo de perdê-lo. Sem meio termo.
Em 1988, eu estava na Constituinte, mulher negra, empregada doméstica e cria de favela, lutando para que o direito das mulheres fosse lei e não favor. Não recuaremos!
“MINHA VOZ USO PRA DIZER O QUE SE CALA, O MEU PAÍS É MEU LUGAR DE FALA” ✊🏾🇧🇷
ELES ODEIAM MULHERES!
Tem que desenhar? Então vamos desenhar:
Veja, está aqui por que o bolsonarismo tem dificuldade de conseguir voto das mulheres:
— Porque Bolsonaro foi condenado por danos morais depois de dizer que Maria do Rosário “não merecia” ser estuprada.
— Porque já disse que licença-maternidade pesa para o patrão e insinuou que mulher poderia ganhar menos por engravidar.
— Porque chamou o nascimento da própria filha mulher de “fraquejada”.
— Porque, no Dia Internacional da Mulher, disse que um governo com 20 homens e só 2 mulheres no ministério estava “equilibrado”.
— Porque atacou Preta Gil com uma fala racista, machista e homofóbica, dizendo que seus filhos foram “bem educados” e não corriam esse “risco”.
— Porque há registro de agressão física contra uma mulher em seu histórico político.
— Porque atacou a jornalista Patrícia Campos Mello com insinuação sexual e foi condenado por danos morais.
— Porque incentivou a imagem do Brasil como destino de turismo sexual, dizendo que quem quisesse vir fazer sexo com mulher brasileira ficaria “à vontade”.
— Porque comparou o Brasil a “uma virgem” desejada por “tarados de fora”.
— Porque falou que “pintou um clima” ao se referir a meninas venezuelanas de 14 e 15 anos.
— Porque associou essas meninas à prostituição.
— Porque vetou a distribuição gratuita de absorventes para meninas, estudantes, mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.
— Porque cortou verba de políticas de combate à violência contra a mulher.
— Porque reduziu dinheiro para creches, uma política essencial para mães trabalhadoras.
— Porque, no governo dele, casas chefiadas por mulheres foram as mais atingidas pela fome.
— Porque tentou empurrar ensino domiciliar, jogando ainda mais trabalho de cuidado nas costas das mães.
— Porque o bolsonarismo trata mulher como enfeite na campanha, mas como alvo quando governa, quando fala e quando vota.
Não é mistério eleitoral.
Não é ruído de comunicação.
Não é falta de marketing.
É histórico.
É memória.
É consequência.
Quando tentam diminuir o voto de uma mulher, não estão apenas questionando a nossa capacidade.
Estão tentando enfraquecer a nossa liberdade.
O voto feminino não foi favor. Foi conquista. Foi luta. Foi história.
Pesquise. Questione. Compare. Escute. Decida.
O nosso voto pertence à nossa consciência.
E mulher livre não volta para a caixa.