Ontem o @MuseudaAmazonia começou o trabalho de resgate de urnas no Sítio Arqueológico Nova Cidade, em Manaus. É lindo ver as urnas emergindo e as comunidades indígenas do entorno colaborando com o trabalho dos arqueólogos. É a história sendo resgatada pelos seus protagonistas.
Mas o mais importante foi o engajamento das comunidades, que ofereceram soluções e apoio ao resgate arqueológico, e foram pacientes com o demorado sistema de justiça.
As melhores soluções vêm do chão de fábrica, não de gabinetes lustrosos.
Com o auxílio do @MuseudaAmazonia, vamos conseguir promover o resgate de prováveis urnas funerarias com mais de 1000 anos no Sítio Arqueológico Nova Cidade, em Manaus/AM. Trabalho conjunto com as comunidades mais @dpeam@dpuoficial@IphanGovBr https://t.co/EzlhPAtRqm
Grileiros agridem e roubam extrativistas em Belém.
Níveis de violência na Amazônia aumentando. Sem apoio do Estado, opção de grileiros, garimpeiros e afins é subir ainda mais o tom.
https://t.co/bFxFNEIYGv
📢 As inscrições para o seminário “Responsabilização judicial por #desmatamento na #Amazônia” já estão abertas em https://t.co/xKEjaoL9yc! Segue o fio para conferir a programação:
Mudanças climáticas, justiça e racismo ambiental, adaptação, tudo na prática. Parabéns, @lirtez
Favor, centro-sulistas, reconheçam o norte. O Brasil só existe no mundo por causa dele.
https://t.co/PZRXHptgRI
Na polêmica sobre constituir o Direito do Clima ramo autônomo, eu tô no time do bom e velho Direito Ambiental (ou Direito Ecológico, na excelente terminologia do Fensterseifer).
O lance é que não haviam entendido, até então, como o meio ambiente (e logo o clima) estava em tudo.+
E claro que há inúmeros debates aí sobre limites planetários, justiça ambiental, racismo ambiental, greenwashing etc. Os mesmos debates em direito ambiental, com sua transversalidade, e em direito climático. O clima exacerba as características do Dto Ambiental, mas não as altera.
Hj eu e a maravilhosa Eliane Moreira publicamos no @JotaInfo um texto falando sobre como determinadas políticas públicas, práticas de mercado e linhas judiciárias ligadas ao CAR premiam grileiros. https://t.co/x0hE6wYnyx
Desmatamento e ordenação fundiária andam juntos na Amazônia. Desde sempre. O CAR, como instrumento de controle ambiental, não pode servir pra consolidar grilagem.
E principalmente:
- Quem invade área pública não tem posse e a essa ocupação não podem ser atribuídos efeitos jurídicos pelo Poder Judiciário, em especial para se admitir inscrição no CAR, pois isso tb premia o grileiro. +