Aprendi que a dor pode nos fortalecer e o que não nos mata nos ensina a viver. Quando vem a tempestade eu apenas espero, pois já sei que uma hora ela passa. Já vi o fim do mundo várias vezes. Sobrevivi.
Eu não me preocupo mais com bobagens. Deixei para lá os problemas miúdos; sequer os vejo mais como problemas. Não passam de pedrinhas no caminho. Coisinha pouca é bobagem. Não me importo se falam de mim. E nem se não falam. Maldições não me atingem, cara feia é só cara feia.
Não quero mais cavar espaço, a cova ficou funda e meu espaço é onde caibo. Tenho preguiça de provar coisas. Já comprovei demais. Já tenho provas demais.
Hoje é 2a feira e começa a semana d trabalho. Muita gente sai se arrastando, pois queria mais lazer. Gostar mais de lazer do que das obrigações me parece algo razoável. Praia e cerveja são mais aprazíveis que reuniões intermináveis. Mas a vida capitalista nos pede o labor, não é?
Tente fazer com que isso seja bom. Há os que têm trabalhos massacrantes e humilhantes. Isso é uma ruim, óbvio. Mas também há os que precisam deixar de frescura mesmo.
Trabalhar não deve ser a coisa mais importante da sua vida. Mas se você não nasceu herdeiro, não ganhou na loteria ou não tem quem banque suas despesas, o trabalho é uma necessidade.
Para saber se você SE SENTE um bom exemplo, eis um exercício: você gostaria que seu filho/filha estivesse ao lado de alguém igual ao que ele vê em casa?
Pai e mãe são faróis. Ilumine o caminho!
Filhos se criam para o mundo, mas, antes de caminharem sozinhos, precisam ser conduzidos, amparados. Como as canaletas do boliche ou as rodinhas da bicicleta. O exemplo é fundamental, pois eles se espelham primeiramente nos responsáveis por eles.
Quando você aprende a se alegrar com pequenas coisas, percebe que a satisfação não está necessariamente nas coisas, mas na capacidade de ter elasticidade na alegria. Mas há aqui o risco de se contentar com pouco e se acomodar. O que é pouco? O que é muito? Depende.
fui ao Teatro do Parque. cultura não é barato. estacionar na rua não é barato e nem seguro. paguei R$10 ao flanelinha, mas ele disse que custava R$30 pela vaga, na via pública. resultado na foto. recife não é uma cidade segura, não convida a sair de casa.
Às vezes me questiono se alguns jornalistas não estiveram em cursos como Arrogância 1, 2 e 3; Estrelismo Avançado; Redação jornalística sem apuração; Técnicas de Imortalidade; Onipotência, Onipresença e Onisciência.