"We fear the idea of personal change, because we think we need to sacrifice something (...). But human beings at our best are so creative and inventive, and we can create,develop and implement systems of change that are benefecial to all sentients beings and the environment".
É inexplicável o que aconteceu aqui em Paris, sério. Num dia como o de hoje, a apresentação da Rebeca não ser uma das melhores NÃO EXISTE. Não tem como dar só 8.233 de execução pra ela. Não tem. #ESPNemParis#Paris2024#ArtisticGymnastics
Nessa quinta, a Mynd veio a público oferecer sua posição sobre os últimos acontecimentos envolvendo o nome da empresa.
Fatima Pissarra, sua fundadora e CEO, também concedeu algumas entrevistas.
Aqui embaixo conto o que ela diz – e o que ela não diz:
Há 2023 anos ele nasceu, e desde então nós passamos a contar a passagem dos anos a partir desta data. Há o que existia antes dele. E há o que existe depois dele.
Nenhuma figura foi tão discutida desde que a espécie humana surgiu há centenas de milhares de anos no leste da África. Ninguém também foi tantas vezes retratado.
Ele é o líder incontestável – a quilômetros de distância do segundo colocado – de aparições na música, na literatura, na pintura e no cinema. Do Auto da Compadecida ao Senhor dos Anéis. Do Museu do Louvre aos varais da literatura de cordel. De Johann Sebastian Bach a Johnny Cash.
Ninguém foi tantas vezes lido, desenhado, cantado e homenageado – e nenhuma vida alcançou tanta gente: da dona de casa mais humilde de Roraima ao homem mais rico de Joanesburgo.
Sem esse sujeito, o mundo seria um lugar completamente diferente. Não haveria Capela Sistina, Notre-Dame, Catedral de São Basílio, Duomo de Milão, Cristo Redentor, Basílica de São Pedro, Sagrada Família ou Abadia de Westminster.
Este é um mundo sem "A Última Ceia", de da Vinci, o "Juízo Final", de Michelangelo, "O Chamado de São Mateus", de Caravaggio, a "Madona Sistina, de Rafael", ou "O Retorno do Filho Pródigo", de Rembrandt.
Há um vazio nas obras dos nossos maiores compositores: Vivaldi, Bach, Handel, Mozart, Beethoven, Verdi. Não há Amazing Grace, nem Noite Feliz.
De qualquer perspectiva, esse é inquestionavelmente o indivíduo mais relevante da humanidade. E seguindo todos os passos daquilo que, com qualquer outra pessoa, nós simplesmente ignoraríamos.
Você conhece a história, mas não custa relembrar.
Yeshua nasceu pobre, numa pequena aldeia no interior daquilo que hoje nós chamamos de Oriente Médio, filho de um carpinteiro. Seu nascimento é retratado como um fracasso retumbante: rejeitado por seus pares, sem nenhum glamour, sujo, num canto inóspito de uma estrebaria.
Da maior parte da sua existência, nós não temos acesso a qualquer detalhe. Do que sobrou, sabemos pouco além de que foi julgado criminoso, torturado e condenado à morte por pregar o amor e protestar contra a hipocrisia do sistema religioso de sua época.
Nas três décadas em que viveu – diferente de figuras como Ramsés II, Átila, Luís XIV ou Alexandre Magno – não conquistou territórios, não fez fortuna, nem foi coroado o líder político de qualquer governo. Pelo contrário: contrariando a lógica de como as pessoas entram para a História, viveu entregue à miséria e morreu ridicularizado.
Mesmo assim, ninguém jamais foi tão influente na maneira como nós encaramos a vida e a morte.
O livro que nos revela a sua trajetória permanece imbatível no posto de mais vendido de todos os tempos, a obra mais importante da história – mais de cem milhões de cópias dele são impressas todos os anos, em mais de dois mil idiomas.
O seu impacto é tão grande que está ligado aos nossos próprios nomes: dos incontáveis Josés às infindáveis Marias, passando por Lucas, Paulo, Ana, Mateus, Pedro, Marcos, Marta, João, Tiago, em incalculáveis traduções para quase todos os idiomas conhecidos.
O mesmo fenômeno acontece nos lugares em que vivemos. Do Espírito Santo a São Paulo. De San Francisco a Los Angeles. De Santiago a Saint-Étienne. Só na Europa, onde este homem jamais pisou, há quase 21 mil territórios que homenageiam figuras ligadas à sua história.
No Brasil, alguns de seus seguidores mais ilustres – como Paulo, João, Antônio e Francisco – dão o nome a 2.500 cidades, pouco menos da metade dos nossos municípios.
Parece altamente improvável, mas toda essa influência resiste ao tempo.
Há dois mil anos o mundo era um lugar completamente diferente – desde então, a humanidade testemunhou a ruína de crenças, impérios, línguas, culturas e sistemas econômicos.
Nada é como antes: moda, arte, ciência, filosofia. Nem nossa relação política com a religião é a mesma. Nem a Igreja Católica ou o protestantismo.
E ainda assim, a história desse sujeito permanece contada repetidas vezes todos os dias mundo afora, tomada como exemplo, celebrada das mais diferentes formas – mesmo seculares.
A essência do seu discurso – o amor, o perdão, a retidão e a compaixão – transcende ainda hoje barreiras culturais, políticas, temporais e geográficas, moldando profundamente como nós nos relacionamos com o mundo.
Seu legado é tão poderoso que impacta a Terra muito além da própria religião construída por seus seguidores.
E por isso a celebração em torno de seu nascimento é um evento tão importante, ainda hoje comemorado em todos os cantos da Terra – da Times Square ao agreste baiano, de Adis Abeba a Seul – capaz de reunir mesmo pessoas que não acreditam em seu status divino.
Já se passaram mais de dois mil anos daquela noite – e pouco importa se, no calendário, ela aconteceu exatamente nessa data: aquele menino permanece vivo, contrariando todas as probabilidades.
No mundo dos céticos ou do sobrenatural, tanto faz: Yeshua é um milagre.
Feliz Natal.
Como a morte de uma jovem, vítima de uma fake news criada por páginas de fofoca, está ligada a uma indústria multimilionária que sustenta alguns dos maiores influenciadores do país.
A thread:
Pessoal uma curiosidade que eu queria trazer aqui é que quando falam mal do seu artista favorito você tem a opção de simplesmente não ameaçar de morte a pessoa que criticou.
A antiga Oliveira de Vouves é uma árvore com aproximadamente 2.900 anos. Situada em um cemitério na ilha de Creta, na Grécia, ela viveu durante a escrita da Ilíada por Homero, a idade de ouro de Atenas, ascensão do Império Romano e o nascimento de Cristo.
Ainda produz azeitonas.
Nas últimas duas noites o bebê acordou inúmeras vezes. Hoje ele está dormindo faz horas, e estou aqui na madrugada esperando que ele acorde para trazer para o quarto. 🤡