Your phone is eavesdropping on what's happening in your bedroom.
Eric Prince said that people talk about needing a new mattress at night, and the next day they wake up to mattress advertisements. His team observed that iPhone and Android devices regularly sent large data packets around 3 a.m.
The "Big Shock" Theory
Os Imperadores incas também estão presentes na nobreza europeia: Máxima Zorreguieta, rainha consorte dos Países Baixos, é descendente de Huayna Cápac por vias paterna. Sua linhagem remonta à nobreza do Império Inca por meio dos casamentos entre europeus e príncipes indígenas.
PCO é alvo do Mossad
Há a suspeita de que a operação deflagrada pela Polícia Federal contra o PCO tenha sido mandada pelo Mossad. O melhor meio de se defender disso não é o jurídico, já que vivemos numa ditadura do Judiciário, onde uma pessoa pode ser presa sem provas de um crime; mas sim a denúncia da tentativa de cercear os direitos democráticos da população, particularmente a liberdade de expressão, e a sua ligação com o sionismo.
É imprescindível, inevitável e URGENTE que o Brasil construa armas nucleares para sua defesa. Há um presidente irresponsável nos Estados Unidos pronto a predar as riquezas brasileiras e minha geração não pode cometer a irresponsabilidade de legar aos mais jovens um País desprotegido.
President of Russia🇷🇺 Vladimir Putin:
‘The use of the dollar as the world currency brings the United States a lot of money it didn’t actually earn.
Experts estimate the US has earned $10 TRILLION from the US dollar being used as the world’s currency. That means it consumes more than it produces.
The dollar allows the United States to continue exploiting other economies for their benefit.’
The new President of Colombia, Abelardo de la Espriella, visited areas affected by the earthquake in the Chocó department, one of the poorest regions of the country.
He was wearing a soccer uniform and was handing out balls with the logo of his party.
"That little [Israeli] flag the Protestants carry around everywhere is going to drag them straight to hell"
Catholic sermon in Guatemala sparks controversy
Alex Krainer (@NakedHedgie) details how a disintegrating Britain still projects global power through the petrodollar. Iran’s control of the Strait of Hormuz now threatens to choke that funding artery by refusing dollar-denominated oil. Behind the system stands an elaborate, illegal network of money-laundering banks, NGOs and the British Council that channels funds outside any legitimate control. A growing convergence of nations is determined to end it.
“How do they get to project power? How do they get to be constantly involved in every theater in this world as a failing state? The answer is the petrodollar system.
What we see happening today is extremely relevant because Iran has decided to wield its most powerful weapon: control of the Strait of Hormuz, through which an estimated 20–22% of global crude oil supply was moving every day. The Iranians are now in the position to say: we will let the oil flow, but it cannot be denominated in US dollars. They have already signaled this intent. They contacted representatives of the European Union and offered to trade oil for euros. Europe is not a friend of Iran, but the offer strikes at the root of the petrodollar. It chokes the petrodollar.
With the choking of the petrodollar, it severely cramps the ability of this imperial juggernaut to fund itself and its operations. They spend a great deal of money on paramilitary forces, jihadis, al-Nusra, al-Qaeda, HTS and so forth. All of that costs a lot of money and is funded by somebody—it does not simply drop out of the skies. Their handlers are almost invariably British intelligence and diplomatic assets. I suspect that a large part of the funding for the operations that are still shaping the global order flows through the petrodollar system. For some of them we know this for a fact.
They are extremely good at concealing their game. You’re not going to see a transfer of a large amount of money from the British Foreign Office or British Treasury to HTS or to al-Qaeda. That doesn’t really happen. What they do have is an extremely elaborate network of money-laundering banks, non-governmental organizations, diplomatic missions like the British Council, charitable organizations and so forth, which channel money to those ends. Suddenly these burgeoning amounts of dollars became available in the world completely outside the control of the Federal Reserve System and the United States Treasury. It is completely illegal. It should be completely unconstitutional under the American legal system. Nevertheless, it is allowed to exist because it is so massive that they can buy politicians, judges, spies and intelligence assets. They basically have this dominant illegal mafia-style system running the world.
The Iranians today have obviously understood all this, and I think so have the Russians and the Chinese, and I think so have the Pakistanis, Turks and the Saudis. Right now there is a gradual convergence of forces that is determined to destroy this system.”
The petrodollar and its concealed British funding networks form the core of the imperial system. Their exposure and dismantling are now strategic imperatives.
🗳✡️ Lobby sionista impediu entrevista de Rui Pimenta a Podcast 3 Irmãos, denuncia apresentador
Um dos apresentadores do podcast Podcast 3 Irmãos revelou que o programa sofreu pressão direta de setores sionistas para impedir entrevistas com Rui Costa Pimenta, presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO), e com o jornalista Breno Altman. Segundo o relato, Pimenta chegou a ser expressamente proibido de entrar no local onde o podcast era gravado.
A denúncia foi feita durante uma conversa sobre convidados que, ao longo da história do programa, sofreram tentativas de veto. Questionado sobre como pessoas de fora poderiam interferir na escolha dos entrevistados, o apresentador explicou que, naquele período, o Podcast 3 Irmãos utilizava um espaço em São Paulo financiado por sionistas.
“Esse lugar era um lugar de sionistas, sionista que colocava a grana lá”, afirmou. Segundo ele, os próprios integrantes do programa ainda não tinham uma posição política clara sobre a questão palestina e chegaram a adotar posições favoráveis a “Israel”.
A situação começou a mudar à medida que o podcast passou a convidar pessoas consideradas indesejáveis pelos responsáveis pelo local.
[...]
✍️ Leia mais no site da Causa Operária
"O judeu e seu sistema bancário controlam tudo: dinheiro, educação e imprensa, mas acima de tudo, o comunismo, pois por meio dele ele busca destruir o cristianismo, a Europa e toda a civilização. Quando o Anticristo vier, o judeu estará no comando de tudo."
Fiódor Dostoiévski, 1877.
Militarmente, o Irã tem menos equipamentos e dinheiro que o Brasil
E estão dando uma surra nos EUA e em Israel
Além disso, o Brasil tem um território muito maior, e a bendita Amazônia.
Mas o Irã tem o que realmente importa: militares patriotas.
E não tem um Múcio.
O Reino dos Algarves... a Terra do Poente Que Portugal Anexou ao Próprio Título Real
Durante mais de sete séculos, os reis de Portugal assinaram os seus documentos oficiais com um título que hoje soa estranho aos ouvidos modernos, Rei de Portugal e dos Algarves, no plural. Não foi um erro de gramática que ficou por corrigir. Foi a memória escrita de um império que se estendeu, literalmente, de um lado ao outro do Oceano Atlântico e do Estreito de Gibraltar.
O nome Algarve deriva do árabe al-Gharb, "o ocidente" ou "o poente", com a partícula "al" a funcionar como artigo definido, à semelhança de tantos outros topónimos ibéricos de origem árabe. A designação fazia sentido geográfico dentro do mundo islâmico medieval, esta região situava-se no extremo ocidental do al-Andalus, a faixa da Península Ibérica sob domínio muçulmano desde a invasão de 711. O mesmo nome, e a mesma lógica, aplicava-se do outro lado do Estreito, às regiões do extremo ocidental do Magrebe, no Norte de África, integradas no mundo islâmico ainda mais cedo, a partir do século VII.
A reconquista cristã do Algarve não foi um processo único e definitivo. Em 1189, D. Sancho I, com o apoio de uma frota de cruzados que rumava à Terra Santa, entre eles contingentes dinamarqueses e frísios, conquistou Silves e adotou o título de rei do Algarve. A vitória durou pouco, dois anos depois, em 1191, as forças almóadas retomaram a cidade. Só em 1249, sessenta anos mais tarde, D. Afonso III completaria a reconquista de forma definitiva, ao conquistar Faro, a última praça-forte islâmica em território português. Foi então que o título ganhou a forma que manteria durante mais de dois séculos, Rei de Portugal e do Algarve, no singular.
A conquista quase provocou uma guerra aberta com Castela, que também reclamava direitos sobre a região. A disputa só ficou resolvida em 1267, com o Tratado de Badajoz, através do qual Afonso X de Castela cedeu formalmente os seus direitos sobre o Algarve, fixando a fronteira no rio Guadiana, praticamente a mesma que separa hoje os dois países naquele troço. O acordo foi selado, como era costume da época, com um casamento, D. Afonso III desposou D. Beatriz, filha ilegítima do próprio rei castelhano.
O título voltaria a mudar dois séculos mais tarde, e desta vez a mudança não foi geográfica dentro da Península, foi transatlântica, ou melhor, transmediterrânica. Depois da conquista de Ceuta em 1415, e mais tarde de Arzila, Tânger e Larache, no Norte de África, Portugal passou a controlar território que, na lógica árabe original, também pertencia ao seu próprio Gharb al-Maghreb. Em 1471, D. Afonso V oficializou a mudança para o plural, Rei de Portugal e dos Algarves, distinguindo o Algarve d'Aquém-Mar, o território europeu, do Algarve d'Além-Mar, as praças portuguesas no Norte de África. O título nunca correspondeu a qualquer autonomia política real, o Algarve não teve cortes próprias nem legislação separada, mas funcionava como um instrumento de prestígio dinástico, uma forma de a coroa portuguesa se apresentar perante as outras casas reais europeias com um território que, no papel, incluía dois continentes.
A Igreja seguiu, com o seu próprio ritmo, a mesma lógica de deslocação para a costa. A diocese do Algarve, restaurada em Silves em 1189 pelo próprio Sancho I, começou a perder relevância à medida que o rio Arade assoreava e a cidade entrava em decadência económica. Em 1538, o bispo D. Manuel de Sousa pediu formalmente a transferência da sé para Faro, cidade litoral em franco crescimento. O Papa Paulo III autorizou o pedido logo no ano seguinte, mas o processo, por razões que a documentação da própria diocese descreve como polémicas, arrastou-se durante quase quatro décadas. A mudança só se consumou a 30 de março de 1577, sob o episcopado de D. Jerónimo Osório, humanista e teólogo de renome. Faro é, desde então, a sede da diocese algarvia.
O estatuto plural do Algarve teve ainda um último e surpreendente capítulo, já no século XIX. Com a fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro em 1807, para escapar às invasões napoleónicas, o Brasil viu o seu estatuto formalmente elevado. Em 1815, o país passou a chamar-se oficialmente Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, colocando a antiga província do sul, pelo menos no nome oficial do Estado, ao mesmo nível protocolar do Brasil e de Portugal continental. O título, e o próprio Reino Unido, terminariam com a independência do Brasil em 1822, e a designação "dos Algarves" seria formalmente extinta apenas com a implantação da República, em 1910.
P.S. Fica uma última ironia, das que a História parece deixar cair de propósito. Portugal, o país que construiu e ainda hoje habita o Algarve verdadeiro, praias, serra e cidadelas incluídas, não tem, desde 1910, qualquer monarca com autoridade formal para lhe chamar seu. Espanha, que nunca teve soberania sobre uma única praia a sul do Guadiana, continua a ter, escrito na própria Constituição, um rei que, tecnicamente, ainda pode. Al-Gharb significava, para os árabes que lhe deram nome, simplesmente o ocidente. Oitocentos anos depois, o verdadeiro ocidente do título parece ter-se mudado de casa, e ficou, por pura ironia geográfica, um pouco mais perto de Madrid do que de Faro.
Nuno Nabais Freire
🇪🇸🇲🇦 Morocco’s hostility toward Spain may have less to do with migration, and more to do with Algeria
Just days before the Ceuta crisis, Pedro Sánchez travelled to Algeria for the first time in 4 years to repair relations, expand energy ties, boost investment and revive high-level strategic cooperation.
That matters because Algeria is Morocco’s regional rival, the main backer of the Polisario Front and the country standing on the opposite side of the Western Sahara dispute.
Spain has seen this movie before. In 2021, Madrid allowed Polisario leader Brahim Ghali to receive medical treatment, Morocco recalled its ambassador, relations collapsed and thousands of migrants suddenly crossed into Ceuta.
Morocco also still refuses to recognise Spanish sovereignty over Ceuta and Melilla, so migration pressure is not merely a border-management problem, it can also function as a very convenient geopolitical pressure valve.
There is currently no public evidence proving Sánchez’s Algeria visit triggered the latest crisis.
But pretending the timing, the 2021 precedent, Morocco’s rivalry with Algeria and its claim over Ceuta are all completely unrelated would require an impressive commitment to coincidence.
Source: Counter Intelligence Global (Telegram) / Writer: Ian
NEW: 🇨🇳 China's nuclear fusion research has completed a massive magnet weighing 582 tons.
The goal is an "unlimited energy" artificial sun.
They plan to start the first power generation by 2030.
A safe, CO2-zero ultimate energy race.