Quando a burguesia tem voz, imagem e jornal: O que está em jogo não é somente uma eleição presidencial, mas qual lado o Brasil vai ocupar no cenário geopolítico https://t.co/sg6VXQGyIC #revistafórum
Nas últimas semanas, aumentaram as especulações sobre a saúde mental do líder e presidente de extrema-direita Javier Milei. O debate transcendeu o âmbito das redes sociais e ganhou espaço em veículos de comunicação argentinos de todas as vertentes. As últimas aparições públicas do mandatário — tanto no Brasil, ao lado de Flavio Bolsonaro, quanto na posse do novo presidente da Colômbia — não ajudaram a promover um clima de tranquilidade em torno desse quadro patológico, que acabou repercutindo nas esferas política e econômica pelo fato de o paciente ser um Chefe de Estado.
A relação carnal entre o imperialismo e o sionismo: Movimento sionista atua por meio de lobby via Comitê de Assuntos Públicos EUA-Israel, articulando no Congresso americano para garantir apoio militar e diplomático a Israel https://t.co/Bmfy4ls1xz #revistafórum
Argentina e seus dilemas existenciais: Chama atenção a quantidade de vídeos que circulam com a reação de argentinos após a perda do título da Copa do Mundo 2026 para a Espanha. De vários lugares do mundo, desde a própria Argentina, Brasil,… https://t.co/QEs2vgJtnv #revistafórum
Copa do Mundo: o sistema quer um novo rei: Esta não é uma Copa do Mundo qualquer. A Copa do Mundo Fifa 2026 é a Copa de Trump, a copa das Bets e é a Copa que tenta coroar um novo “Rei” para substituir Pelé, o rei já morto https://t.co/M0GXAc3SBb #revistafórum
Brasil 70: a saga do tri — a ficção distorceu a realidade?: Às vésperas da Copa do Mundo Fifa 2026, uma nova produção da Netflix nos faz relembrar um dos maiores momentos do esporte nacional. Dividida em cinco episódios, produzida pela O2… https://t.co/74ePSJmltB #revistafórum
✊🏿 | Racismo contra Vinícius Jr. imita uma narrativa comum no Fluminense
Ato vai além da provocação e vira método: Tricolor conhece bem o roteiro
De um lado: “Ele provoca o adversário, por isso é provocado”; “Só ele escutou”; “Macaco é zoação, não ofensa”. Do outro: “Não deve publicar informações negativas sobre o time se torce para ele”; “Mantém relações com pessoas da oposição, por isso deve ser vetado”; “Faz perguntas capciosas demais”. A instrumentalização da culpa, conveniente a quem detém o poder, é um artifício clássico para justificar autoritarismo, imoralidades, ofensas e crimes contra aqueles que pensam diferente ou que, por si só, já são vistos como diferentes. O racismo contra Vinícius Júnior, na partida entre Real Madrid (ESP) e Benfica (POR), pela Liga dos Campeões, carrega elementos que dialogam com a censura praticada no Fluminense.
O técnico do Benfica, José Mourinho, tentou justificar o episódio alegando que Vini Jr. provocou. A culpabilização da vítima é a covardia na sua forma mais pura, reciclada em linguagem moderna enquanto um coro de tolos aplaude o absurdo. Logo surgem também os gestores da moral alheia, ditando com quem alguém deve ou não se relacionar: “Luta tanto contra o racismo e só namora branca?”. O preto fica com quem quiser. Palmito é ingrediente de salada, não substantivo para encher a boca, com algo bem grande e grosso, de detratores ressentidos, que transformam desejo reprimido em ofensa pública.
O drible não é provocação barata, assim como a metáfora não é firula. Uma jogada plástica, executada com naturalidade para desmontar o adversário, e um texto contado de trás para frente, que desafia a compreensão automática do leitor, são expressões legítimas. Querem nos ensinar como jogar, querem transformar a própria pele em luva para vestir nossas mãos e contar as nossas histórias. Agem como se tudo girasse em torno do próprio umbigo, reconhecendo apenas a narrativa que lhes convém, enquanto sufocam os demais como senhores de engenho modernos. Não sou Vini Jr., o jornalismo não é o futebol, mas ambos carregam a mesma essência humana, submetida a regras abençoadas ou não pela sociedade. Um preto jamais pode se dar ao luxo de protestar, questionar ou protagonizar. Incomoda em qualquer aspecto.
Nunca estive no Real Madrid, mas já vesti a camisa daquele que, tempos atrás, poderia ser chamado de galáctico da mídia esportiva independente tricolor. “Você escreve tão bem, mas é enviesado”; “Se é tão bom, por que não está em um grande portal?”. Questionar o potencial é um dos primeiros passos para tentar limitar o alcance. Não entendem. Para cada Vini Jr., há centenas de milhares de Zés Ninguéns ou Paulos Britos. Se a tormenta alcança quem está no topo da pirâmide, imagine o que faz com a base. Entidades inventam protocolos, repudiam ações, lançam campanhas, mas tudo parece insuficiente quando a mão firme é necessária. UEFA, ACERJ, CONMEBOL e sindicatos permanecem anestesiados desde a própria criação.
Vini marcou um golaço, criou outras chances claras e, na partida em que a federação europeia poderia ter dado uma resposta simbólica ao apontá-lo como melhor em campo, entregou o prêmio a Camavinga. E nem era difícil escolher o brasileiro, posto que ele foi a grande estrela da partida. Pelo lado do Benfica, em vez de cumprir seu papel institucional e investigar o jogador envolvido, posicionando-se com firmeza contra o racismo, publicou um vídeo contraditório em que se vê Mbappé reagindo e apontando Prestianni (autor do ato preconceituoso) antes mesmo de Vini alcançar o árbitro.
Ninguém é santo. Porém, em pleno 2026, há uma força nada discreta tentando sustentar que, se uma pessoa preta faz algo que desagrada, o racismo passa a ser uma resposta aceitável. Ao mesmo tempo, o jornalista, com microfone ou caneta nas mãos, não pode sair um milímetro da linha sob pena de sofrer censura recreativa. Muitos dos bons se calam. E, quando se calam, deixam de ser bons para se tornarem apenas números acomodados em uma zona que julgam confortável.
Para quem ainda não entendeu: racismo é a crença na superioridade entre raças humanas, manifestada por discriminação baseada em cor, etnia ou origem. Cristiano Ronaldo, branco e europeu, nunca foi alvo de ofensas por essas características, ao contrário de Vinícius Júnior. Já a censura é o ato de impedir, limitar ou controlar a manifestação de ideias, opiniões ou informações, geralmente por autoridades ou grupos interessados em evitar críticas e exposição. Ela se consolida quando a liberdade de expressão é cerceada por interesses políticos, institucionais ou econômicos. Curiosamente, ninguém fala em censura quando grandes emissoras ou portais associam o Fluminense ao racismo. São escolhas. E narrativas que sempre procuram elos mais fracos.
Aliás, macacos são mais coerentes do que a maioria dos humanos. Em espécies como chimpanzés e macacos-prego, o grooming, ato de catar parasitas e limpar o pelo do outro, ultrapassa a higiene e simboliza afeto, reconciliação e manutenção de alianças. Entre nós, equivaleria a um abraço. Ninguém vai catar os nossos parasitas enquanto nos fazem parecer os próprios parasitas. A vida selvagem não está na mata, mas no campo, nas redações, nos estádios e nas ruas. A regra é clara e caucasiana: Se não puderem te controlar, vão tentar te odiar.
📸 | Imagem feita por IA
A pirataria como uma ação de Estado – Por André Lobão: O bloqueio naval imposto pelos EUA , sob o governo de Donald Trump, aos petroleiros da Venezuela reproduzem uma prática histórica de pilhagem e ataque a soberania de um país que se… https://t.co/nzm1e3fS2Z #revistafórum
Futebol é um universo paralelo ou representação fiel do mundo real? – Por André Lobão
Com o tempo, tudo que era absurdo e violento no universo do futebol foi sendo aceito e naturalizado
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Os ataques “legais” ao Estado de Direito no Brasil – Por André Lobão
No Rio de Janeiro, estado que há 31 anos é governado por políticos de direita e extrema direita, ocorre um processo evidente de limpeza social
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Massacre
Palestinos: a tragédia de um genocídio privatizado
Fundação pretende impor a "emigração voluntária" da população palestina por meio da fome, da militarização da sobrevivência e da reengenharia demográfica colonial
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Para o Mundial de Clubes, o Fluminense lançou uma peça de vídeo no Instagram, em que seus jogadores falam de onde nasceram, citando o escritor Eduardo Galeano, autor da obra-prima " As Veias Abertas da América Latina"
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Os 12 dias que abalaram Israel e o mundo Ocidental – Por André Lobão
O Irã não se intimidou, rapidamente reorganizou suas defesas e partiu para o ataque, em legitimo direito de defesa, lançando mais de 400 mísseis
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Mídia esportiva brasileira apostou na desvalorização do futebol brasileiro, e agora após os resultados iniciais da Copa do Mundo de Clubes 2025 é cobrada por seu “viralatismo”
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Lobby sionista
Trem da Alegria bolsonarista passa sufoco em Israel
- Políticos brasileiros, a maioria ligada ao bolsonarismo, se refugiam em bunkers com medo dos misseis do Irã
Por André Lobão
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