A censura começou. Você só está lendo este tweet porque já me segue no X.
O TSE criou por resolução - ou seja, e não por lei aprovada pelo Congresso - um mecanismo que, na prática, reduz absurdamente o alcance orgânico dos candidatos nas redes.
No X, perfis declarados à Justiça Eleitoral estão excluídos a partir de hoje das recomendações da aba “Para Você”. Quem já me segue continua vendo meu conteúdo, mas quem ainda não me conhece tem menos chance de receber minhas propostas, opiniões e ideias, a não ser que alguém as reposte.
Eu tenho muitos seguidores e, em tese, posso ser menos prejudicado por essa regra do que candidatos que ainda têm uma audiência menor. Mas liberdade não se defende apenas quando ela nos beneficia. Muito pelo contrário, como diria Orwell: "se a liberdade de expressão significa uma coisa é o direito de dizer às outras pessoas aquilo que elas não querem ouvir".
Não estão tirando - ainda - o conteúdo do ar. Estão limitando sua circulação justamente durante o período em que o eleitor deveria ter mais acesso ao que pensam os candidatos.
E tudo isso, repito, não veio de uma lei debatida e aprovada pelos representantes eleitos pelo povo, mas de uma resolução criada pelo próprio TSE.
Defendo que todos os candidatos, inclusive aqueles de quem discordo profundamente, tenham o direito de apresentar suas ideias e disputar a atenção dos eleitores.
A democracia verdadeira requer o livre mercado de ideias: cada candidato fala, cada eleitor compara, confronta e decide. O Estado não deveria interferir para reduzir a chance de que as ideias dos candidatos cheguem ao eleitor.
Mais uma vez começamos um período eleitoral sob a sombra da censura. É por isso mesmo que reforço: a mudança precisa acontecer no Senado. É ele quem vai enquadrar os togados que agem fora da lei e da Constituição.
Malu Gaspar LAVOU A ALMA!
Ela teve coragem de fazer o que parte da imprensa brasileira evita: apontar o abuso mesmo quando ele vem do Supremo.
A operação autorizada por Alexandre de Moraes contra a fonte de um jornalista é gravíssima, porque atinge diretamente o sigilo da fonte e manda um recado perigoso para quem denuncia os poderosos.
Liberdade de imprensa não existe apenas quando a reportagem agrada aos ministros. Ela existe justamente para fiscalizar quem está no poder.
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O intocável ataca novamente…
Olha, @gilmarmendes . Eu fui mesmo várias vezes ao STF durante meu governo pra defender os mineiros. Defendi o meu estado da dívida bilionária que outras gestões criaram, e nenhuma conseguiu resolver, como eu fiz.
Agora, enquanto eu vou ao STF em busca de resolver a vida dos mineiros, tem gente que vai aí arranjar contrato de 129 milhões de reais pra esposa. E aí, esse é o Supremo que você tanto defende?
Quer que eu fique calado? É só os ministros intocáveis pararem de roubar o brasileiro, parar de beneficiar os seus familiares… deixem de ser intocáveis e voltem a ser juizes, empregados do povo.
Aí sim você não vai mais precisar ir ao X fazer textão. Façam esse favor pro Brasil.
– A reportagem publicada pelo New York Times neste domingo expõe, com clareza, a gravidade da crise institucional e moral que o Brasil está atravessando desde o fim do nosso governo.
– Em vez de alimentar narrativas absurdas e típicas de regimes autoritários, como a falsa acusação de que a oposição teria tramado um golpe, o jornal se volta aos verdadeiros problemas do país e expõe como os abusos e excessos que estão manchando a imagem do Brasil no exterior, corroendo a credibilidade de nossas instituições, comprometendo a percepção dos investidores internacionais e criando uma série de problemas domésticos e externos.
– O texto revela ao mundo como o desmonte de um dos maiores esforços globais contra a corrupção é, na verdade, apenas um dos muitos sintomas de instituições que têm se deixado contaminar pela lógica política e que tem atuado para blindar amigos, quase sempre de esquerda, enquanto persegue membros da oposição ao atual governo, sempre de direita.
– O texto do New York Times não deixa dúvidas: o aparelhamento do estado está liderando um processo de instrumentalização e desmonte institucional que coloca em risco a própria credibilidade do Brasil no cenário internacional.
-Segundo o jornal, ao invalidar provas, anular condenações e beneficiar empresas e figuras envolvidas nos maiores escândalos de corrupção da história, o Brasil de hoje não é um Estado que cultiva e promove o respeito à lei, mas que promove a impunidade de aliados – em claro contraste com a postura e a retórica adotadas contra alvos como os presos políticos do 8 de janeiro.
– A reportagem demonstra ainda que essa crise não se limita ao passado da Lava Jato, mas reflete o presente e o futuro de um Brasil onde as instituições estão capturadas por interesses político-partidários. O New York Times destaca, por exemplo, o "Inquérito das Fake News", criado, segundo o próprio jornal, para perseguir críticos e censurar a imprensa. Sob esse mecanismo, verdades inconvenientes são silenciadas e a liberdade de expressão, pedra angular de qualquer democracia, vem sofrendo ataques sem precedentes.
– Assim como o recente editorial do Wall Street Journal, o New York Times faz uma análise sombria do futuro do Brasil caso este ciclo de destruição institucional continue. A politização de instituições que não deveriam ser políticas não é apenas um retrocesso no combate à corrupção, mas uma mensagem clara de que o Brasil de hoje está voltando a ser um paraíso da impunidade, onde os poderosos podem fazer o que quiserem, sem qualquer temor de punição, enquanto as vozes dissidentes são perseguidas, rotuladas de anti-democráticas e caladas.
– Essa situação é um alerta para o mundo e para os brasileiros. Não se pode admitir que alguns poucos continuem agindo como um instrumento de perseguição política e destruição de adversários, enquanto protege aqueles que fazem parte do seu círculo de interesses.
– O Brasil merece um futuro onde a lei seja igual para todos, onde os culpados sejam punidos e os inocentes não sejam perseguidos. A luta pela liberdade e pela verdade tem que ser de todos. Só poderemos construir o país que queremos deixar para as futuras gerações se todos os brasileiros de bem se unirem em torno de valores e causas duradouras.
– Por isso, volto a fazer um apelo sincero à classe política, aos líderes empresariais e àqueles que têm voz na imprensa: precisamos devolver o Brasil ao rumo certo. A história está nos observando e o povo está clamando por justiça, liberdade e verdade.
– Nossa missão é clara: pacificar, reconciliar e resgatar o Brasil que acreditamos ser possível.
A crítica do NYTimes ao desmonte da Lava Jato por parte do STF e sob as bençãos do Governo Lula continua repercutindo. Não é só uma questão de imagem negativa do país. Não se renuncia ao combate à corrupção sem consequências. A marca do Governo Lula é a ruína econômica e moral do Brasil.
A imprensa internacional está cada vez mais atenta e vigilante aos abusos de Alexandre de Moraes aqui no Brasil: o Wall Street Journal, um dos jornais mais importantes dos EUA, publicou uma matéria neste domingo apresentando a cronologia dos fatos envolvendo a prisão ilegal de Filipe Martins.
O Wall Street Journal confirmou que não há registros da entrada de Filipe nos EUA. A companhia área brasileira também comprovou que ele viajou para Curitiba, e não para os EUA. Além disso, a defesa de Filipe Martins apresentou comprovantes de que ele fez viagens de Uber e pedidos no iFood no período em que deveria estar nos EUA, demonstrando que ele sempre esteve no Brasil.
Com tantas provas que derrubam a versão de Moraes para manter Filipe Martins preso, por que ele continua atrás das grades? É uma prisão preventiva claramente ilegal, e até mesmo a PGR já pediu a soltura dele. A prisão também é ilegal porque Filipe está preso há mais de 5 meses sem denúncia, quando o prazo legal para a apresentação de denúncia de réu preso é de 35 dias.
Até quando isso acontecerá no Brasil? Compartilhe para que mais pessoas saibam desse abuso de Alexandre de Moraes.
Alertamos sobre o risco de aparelhamento e uso autoritário do poder pelo governo Lula. Conforme noticiado por @wilsonlimaslz, do @o_antagonista, foram identificados indícios graves de fraude na megalicitação da Secom, em benefício de empresas amigas do PT. O TCU reconheceu a possibilidade de desvio de finalidade e instrumentalização do gabinete de perseguição do PT. Não podemos aceitar a contratação de dossiês para fichar e perseguir seus críticos! Seguiremos firmes na defesa da liberdade de expressão e na luta contra o autoritarismo do #PadrãoPT!
São mais de 160 autoridades dos 3 Poderes e ao menos 20 assessores que estão no Gilmarpalooza. Os custos de diárias, passagens e hospedagens levantados pelo Estadão nos Diários Oficiais ainda são parciais. A conta de R$ 1,3 milhão tende a aumentar.
Estão lá reunidos investigados por corrupção e ministros do STF. Qual será o “cardápio” oferecido aos convidados nesses encontros, além de vinho português e bacalhau?
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