Here is a cool idea, I’ll make this a thread to translated into English the meanings of my country’s version of Saint Seiya’s openings.
Feel free to do your country’s translations as well (plz do it)!
(I’ll do my best to keep the meanings)
I hope the algorithm show this to native Japanese speakers
What vibe do you get from these names: 助庵 and 恕安? What kind of person do you see having them? What do you think about their apparent meaning. Would they be fitting as a given name?
Is the reading ジョアン, intuitive?
Se lembram quando eu decidi criar uma série animada de fantasia que acontecesse na favela?
✨Esse é mais um grande passo para o projeto! ✨
Criação: Leonardo Cesar
Produção: @comboestudio
Trilha sonora: pablobispo @ruxellnobeat@eulukinhass
apoio da Rio filme 💙
Se lembram quando eu decidi criar uma série animada de fantasia que acontecesse na favela?
✨Esse é mais um grande passo para o projeto! ✨
Criação: Leonardo Cesar
Produção: @comboestudio
Trilha sonora: pablobispo @ruxellnobeat@eulukinhass
apoio da Rio filme 💙
Nos últimos dias, duas atletas olímpicas estão sendo brutalmente atacadas, por uma aliança entre a extrema-direita e autointituladas "feministas radicais", por serem "trans".
Porém, nenhuma delas é trans. Sequer há mulheres trans nessa edição das Olimpíadas.
Mas, pra essa aliança, isso simplesmente não importa. O que importa são os objetivos políticos desses grupos, nem que pra isso, precisem criar uma mentira.
E o fato de uma das atletas ser da Argélia e a outra de Taiwan, e talvez produzirem mais hormônios por questões genéticas, é perfeito pra construção dessa mentira e de seus objetivos.
O objetivo deles é evidente há tempos: Deslegitimar todas as mulheres que não sigam um determinado padrão do que é ser mulher. Um padrão biológico, racista, misógino e, pelo jeito, eugenista, que exclui também mulheres cis com base no formato, na genética e na cor de seus corpos.
A extrema-direita brasileira já admitiu abertamente nos últimos meses que, pra eles, a mulher que não gesta e não produz filhos não é mulher, sejam elas cis ou trans.
Essa categoria de mulher deles não é uma categoria de legitimação, é uma categoria de opressão: Se for mulher, sua obrigação é ter filhos, mesmo se for estuprada. E se tentar abortar, será presa por mais tempo do que quem a estuprou.
E, parte considerável das "feministas radicais", que antes tinham a luta pelos direitos reprodutivos pra dizer que ao menos defendiam algum tipo de mulher, decidiu se calar.
Finalmente, nessa semana, esses grupos se uniram de vez, pra dizer que duas mulheres cis, por nasceram com hormônios e melanina demais, não são, de fato, mulheres.
A distância do que eles estão fazendo pra antiga prática de dizer que negros não eram humanos com base em medições cranianas, é mínima. A distância disso pra dizer que pessoas com Síndrome de Down são menos gente, é mínima.
E isso é problemático e precisa ser combatido urgentemente, pois o avanço desse discurso prejudicará TODAS as mulheres. Não dá pra esquerda continuar ignorando isso achando ser uma luta "identitária", ou continuar se iludindo com "feministas radicais" que se filiam em seus partidos.
Por fim, engana-se quem pensa que essas pessoas estão preocupadas com alguma justiça no esporte feminino. Pra essas pessoas, mulheres que praticam esportes, sejam cis ou trans, estão erradas. Mulher não é pra ir pras Olimpíadas, e o único prêmio que uma mulher merece é engravidar.
A boxeadora argelina Imane Khelif está sendo atacada pela extrema-direita do mundo todo como se fosse uma mulher transexual ou "homem disputando entre mulheres" nas Olimpíadas de Paris.
Na verdade, Imane é uma mulher intersex, que nasceu com os dois sexos biológicos e foi criada como uma menina, como a primeira foto deixa registrado.
Além disso, ao contrário do que a extrema-direita tenta sugerir, Imane não obtem qualquer vantagem por ter uma carga hormonal "diferente" e os resultados dela dentro do ringue deixam isso claro.
No Campeonato Mundial de Boxe Feminino de 2018 , Khelif participou pela primeira vez, onde ficou em 17º lugar após ser eliminada na primeira rodada.
Em seguida, ela representou a Argélia no Campeonato Mundial de Boxe Feminino de 2019, onde ficou em 33º lugar após ser eliminada na primeira rodada.
Ela inclusive já representou a Argélia nas Olimpíadas de Tóquio, em 2020, sendo derrotada pela irlandesa Kellie Harrington nas quartas de final.
O único crítério que Imane preenche para virar alvo de ataques é ser parte da comunidade LGBTQIA+ e em especial por "parecer" uma mulher transexual [o que não é o caso], visto que pessoas trans são os maiores alvos de ataques por parte da extrema-direita.
@Riley_Gaines_ Nah, believing for people who don't know, when we deal with facts we either know or we don't. Feel free to keep believing in stuff you don't know tho
From what we know you could have XY chromosome and not know it, just imagine what a turn of events that would be huh.
@experimento237 Nossa que venha Daggerheart. Eu tô a fim de mestrar desde o one shot deles, ter o material em português facilitaria mto conseguir players
@RaviiNikolai@kaleochronis PENA QUE NÃO DEU PRA CLIPAR COMPLETO PQ TU REAL MANDA
“Tô pronto nada me afeta, nada me abala”
E 50 segundos depois tu tá
“Calma aí, calma que Gael ta bem” (disse, absolutamente abalado e nada bem)
@AlicePriestly Nossa eu tô na expectativa iludida da dublagem usar pronome neutro com Desejo
Por favor Vox Mundi, da essa bola dentro pelamor dos eternos