🇵🇹|Dezenas de imigrantes brasileiros de cara escondida na manifestação pela habitação, vários deles com discursos inflamados pra causar distúrbios. São obviamente eleitores do Lula.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta segunda-feira (19) que enviará ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, uma autorização formal para a abertura de seu sigilo telefônico e bancário, bem como o de seus cinco filhos. O petista desafiou seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), a fazer o mesmo.
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🚨🇧🇷 Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), virou alvo da militância de esquerda depois de falar em “dois anos” no Bolsa Família. Ela gravou vídeo para explicar a proposta: “Não caiam nas fake news do PT”.
O ministro Guilherme Boulos (PSOL) disse em vídeo que, pela fala da coordenadora, os beneficiários “só terão mais dois anos” e que ela “disse com todas as letras que vai acabar com o Bolsa Família”. A campanha de Lula também decidiu explorar o assunto na reta final.
Como é a regra hoje: quando a família melhora de renda, com um emprego de carteira assinada, por exemplo, ela não sai do programa na hora. Pela Regra de Proteção, em vigor desde julho de 2025, a família continua no Bolsa Família por até 12 meses, recebendo metade do benefício.
O que propõe a campanha de Flávio: segundo Daniella, esse período de transição sobe para dois anos, com o valor inteiro do benefício, e a volta ao programa passa a ser automática para quem precisar. Pela explicação dela, os dois anos são o prazo de quem consegue aumentar a renda, e não um limite para todas as famílias.
“Nós não queremos perpetuar as pessoas na pobreza. A gente quer que você prospere”, disse Daniella. Daniella Marques presidiu a Caixa no governo Jair Bolsonaro. O segundo turno é no domingo (25).
Quem escolhe o presidente da República são os eleitores e não os ministros do STF. Assim funciona a democracia que o Alexandre de Moraes finge proteger.
O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, repudiou a tentativa de Lula de associar Flávio Bolsonaro à morte de uma criança durante o debate presidencial da Band, no domingo, 18 de outubro. A controvérsia envolve um princípio fundamental da Justiça brasileira: o direito constitucional à defesa.
Lula confrontou Flávio por ter atuado como advogado de um policial militar acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por disparos de arma de fogo em fevereiro de 2021, na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, no Rio de Janeiro.
A tragédia ocorreu durante uma ação policial. A PM alegou que seus agentes reagiram a tiros de criminosos armados, versão contestada por familiares da criança. O policial Bruno Dias Delaroli foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio com dolo eventual. O caso chegou à Justiça, mas, até hoje, o policial não foi julgado pelo Tribunal do Júri.
Flávio Bolsonaro integrou a defesa do policial entre 2022 e 2024. Sua ligação com o processo decorre exclusivamente do exercício profissional da advocacia.
A OAB ressaltou seu dever de proteger as prerrogativas dos advogados, independentemente de disputas eleitorais.
André Janones mobilizou os militantes de seu “Exército do Lula”, orientando-os a realizar buscas no Google e divulgar associações entre Flávio Bolsonaro, a morte de Ana Clara e expressões como “miliciano” e “Comando Vermelho”. A estratégia buscou vincular politicamente o candidato a um crime do qual não é acusado, explorando sua atuação como advogado do policial investigado. Trata-se de uma associação enganosa, que confunde deliberadamente o exercício do direito de defesa com a autoria de um crime.
A morte de Ana Clara exige justiça e responsabilização de quem for considerado culpado. Mas atribuir a um advogado os crimes imputados ao cliente é confundir defesa técnica com responsabilidade penal.
Se até o direito de defesa passar a ser criminalizado por conveniência eleitoral, estaremos diante de mais uma afronta gravíssima à Constituição e às próprias garantias da Justiça brasileira, que já estão sob ataque.
O Descondenado é muito cara de pau. É notório que ele não usa celular (a própria matéria registra isso), e agora vem oferecer o sigilo telefônico ao TSE para provar que não é ladrão. 🤡
Quem lembra do "Bessias"? A ligação em que Dilma avisa que está mandando o termo de posse "para usar em caso de necessidade" foi grampeada no celular do segurança dele.
Da mesma forma, os esquemas desvendados pela Lava Jato nunca passaram pelas contas pessoais dele. Passaram por imóveis. O tríplex da OAS. O sítio de Atibaia. E o terreno de R$ 12 milhões que, segundo Marcelo Odebrecht, a empreiteira comprou para a sede do Instituto Lula.
Que truque barato.
@NPTO Que declínio moral, Celso.
Que triste ver tu espalhando essa mentira. Tanta coisa verdadeira pra ser usada contra Bolsonaro e tu dá vazão à mentira mais podre, mais apelativa, e mais desonesta. Repugnante
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