O que mais me chamou a atenção no discurso do Ed Motta não foi nem a opinião agressiva, arrogante e pouco inteligente “quem houve hip-hop é burro”.
O que mais me chamou a atenção foi o uso da palavra “mas”, depois de se afirmar que preto.
A velha justificativa que acompanha a vida de pessoas pretas. “Ele era funkeiro, mas era pai de família”
Ed Motta é preto, mas usa sua posição pra venerar a música clássica branca e a música preta hoje tomada e domesticada pela branquitude, o jazz.
Em pleno dia dos namorados vejo uma arrogância e agressividade que leio como um sintoma de uma vida afetiva que não anda bem.
Ed, vá foder!
Referências Bibliográficas:
“PELES NEGRAS MÁSCARAS BRANCAS” de Frantz Fanon
“A MÚSICA NO SEU CÉREBRO” de Daniel Levitin
Consulta dos verbetes “sofisticado”, “sofisma” e “mas” do Dicionário Houaiss.
Arquivo Audiovisual da Semana Funk-Se Rio, Don Filó + Ed Motta (1987), enviada pelo @severoidd
O fone de ouvido foi inventado em 1919. Aqui no Brasil temos fone a partir de R$10,00. Por favor assitam seus vídeos com fone em locais públicos, posso perder meu réu primário qualquer dia desses.
Grata.