Abro meu mundo, mas não tem sinalizações... Aventure-se em tentar me conhecer, mas nem sempre me encontrará...Estou aqui, estou aí...estou aonde eu quero estar!
"ROBERTA: “Eu vou colaborar com a polícia e NÃO VOU POUPAR NINGUÉM. Nem PRESIDENTE MAU-CARÁTER, MENTIROSO E COVARDE, nem FILHO DE PRESIDENTE.
E eu tenho muita coisa para falar sobre LULINHA para a JUSTIÇA e tenho PROVAS.”
PQP...
O presidente Jair Messias Bolsonaro, o maior líder da direita, reafirmou a indicação do senador Flávio Bolsonaro como seu pré-candidato à Presidência da República para as eleições de 2026.
Sendo assim, reafirmo meu apoio ao candidato escolhido pelo capitão.
Vamos vencer @FlavioBolsonaro
A lei Magnitsky foi banalizada por Trump. Não existe “ex-violador de direitos humanos”. Infelizmente colocamos esperanças em alguém que só queria negociar. Uma grande decepção com o Presidente americano e uma enorme lição para nós: não terceirizemos nossa responsabilidade.
O que Alexandre conseguiu comprovar: 1. Bolsonaro tem a convicção pessoal de que roubaram a eleição dele; 2. Com isso, buscou alternativas "dentro das 4 linhas", incluindo GLO, 142, Estado de Sítio etc; 3. Sem saber como reverter o golpe que sofreu, ele foi embora para os EUA.
Carlo Fidanza, deputado italiano e líder da delegação do partido Fratelli d’Italia - mesmo da primeira-ministra Giorgia Meloni - assinou uma carta com outros eurodeputados pedindo que a União Europeia avalie a aplicação de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes.
Fidanza invoca a “versão europeia da Lei Magnitsky”, mecanismo que permite punir indivíduos acusados de graves violações de direitos humanos com bloqueio de bens, restrições financeiras e proibição de viagens ao bloco. O alvo seria Moraes, apontado por parlamentares europeus como responsável por “erosão do Estado de Direito” no Brasil, em especial pelo uso abusivo do aparato judicial para perseguir opositores políticos.
A movimentação de Fidanza amplia a ofensiva no Velho Continente e coloca em xeque o prestígio diplomático de Brasília, justamente no momento em que o acordo comercial UE–Mercosul está em fase decisiva de negociação.
Para Fidanza, o silêncio europeu diante do que ocorre no Brasil é “insustentável”. Ele adverte que o futuro pacto com o Mercosul não pode ignorar cláusulas de respeito à democracia e ao Estado de Direito. “Se a Europa aplica sanções a ditaduras como a Venezuela e Cuba, por que fechar os olhos para os abusos cometidos no Brasil?”.
Roma se vê pressionada, já que o autor da iniciativa é líder da bancada do partido da própria premiê Meloni. Em Brasília, o gesto é recebido com apreensão e indignação, pois atinge diretamente a figura central da engrenagem judicial que sustenta o regime de Lula.
Pela primeira vez na história, um ministro da mais alta corte do Brasil se torna alvo de sanções internacionais, colocado no mesmo patamar de líderes de regimes autoritários. O país mergulha em um isolamento diplomático que já não é apenas um sinal de fragilidade, mas o prenúncio de uma verdadeira guerra política no cenário global.
@BolsonaroSP Obrigada,Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP ! Apesar de todas as perseguições,chacotas, piadas, apelidos, você não esmorece,até com sacrifício pessoal,e continua seu trabalho hercúleo pelo Brasil, pelo povo brasileiro. Deus abençoe,fortaleça e proteja você e sua família! 🇧🇷