STF, te peço de coração PAAAAAARA DE CAUSAR q eu preciso da minha alienação de segundo semestre, #afazenda#F18 começou e eu não tô conseguindo me dedicar à alienação para a saúde e lazer mental pô
A quantidade de coisa que precisou acontecer no mundo até que a namorada do Tonho da Lua e o Cabeção da Malhação formassem aliança num reality da Record. #AFazenda
@leandrocarneiro Exatamente e o Paulo Mathias 1 lord entrevistando o “boca” dps dele ser deselegante dum tto c os meninos da Mathias tv. Só desejo q ele [o Mathias] não seja besta de ainda se meter em algum projeto c esse homi boca horror, pq independente das acusações, é um pedante aff
💡 BONECA criada por Sheila o que a psicologia e neurociência diz sobre:
A atitude de Sheila de criar uma boneca negra, nomeá-la como sua aliada Mari e carregá-la pela casa afirmando que "representatividade importa" é um comportamento fascinante, profundo e altamente adaptativo. Para analisar isso, precisamos cruzar o perfil dela (mulher negra, Capitã da PM, formada em Psicologia) com o ambiente hostil do confinamento.
Como psicóloga, ela tem letramento emocional. Ela sabe que reprimir a dor (o que uma policial muitas vezes é treinada para fazer em serviço) no confinamento levaria a um colapso. Então, ela usa a sublimação (transformar uma dor inaceitável ou insuportável em algo produtivo, criativo ou socialmente valioso).
Na psicologia do desenvolvimento, crianças usam ursinhos ou cobertores para lidar com a ausência da figura materna e a ansiedade de separação.
Longe de ser um sinal de "loucura" ou desequilíbrio, a neurociência e a psicologia explicam esse ato como uma estratégia de sobrevivência emocional e reafirmação identitária extremamente sofisticada.
Teoria dos Vínculos Continuados (Grief Theory): A psicologia moderna do luto entende que superar a perda de alguém importante não significa "esquecer" ou "desapegar", mas sim encontrar uma nova forma de manter o vínculo. Ao chamar a boneca de Mari e interagir com ela, Sheila está criando um espaço simbólico onde a relação delas continua existindo, o que ajuda o cérebro a processar a separação de forma menos traumática.
Ao criar a boneca e atribuir a ela um significado sociológico ("representatividade"), Sheila força o córtex pré-frontal (a área do cérebro responsável pelo pensamento lógico, significado e planejamento) a assumir o controle. Ela "intelectualiza" e dá um propósito à sua dor.
Como dizia o psiquiatra Viktor Frankl: "Aquele que tem um 'porquê' para viver, suporta quase qualquer 'como'". A representatividade é o "porquê" dela.
Quando o ambiente do jogo retira dela o valor como jogadora (usando-a apenas como escada), Sheila recorre a um valor que está acima do programa: a pauta racial e a aliança entre mulheres negras. Isso devolve a ela o senso de propósito. Em vez de se entregar inteiramente à depressão ou à agressividade contra os aliados que a isolaram, ela canaliza (sublima) a dor da rejeição em um ato de manifestação política e afeto. Ela transforma a solidão em um manifesto visual de resistência.
#TáNaReta #CasaDoPatrão
Eu chamo de individualiDADE
q deselegante e desrespeitoso achar q a vida de alguém TEM que ser da profissão de pai ou mãe q seja. O criar filho para o mundo, também inclui para viver sua própria vida
Imagina você ser filho de um dos melhores jogadores de futebol do planeta e da rainha da embaixadinha, e escolher qualquer outra profissão na vida, mesmo ter herdado os mesmos talentos do pai e da mãe?!
É ou não egoísmo? 😝